Vasco

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

HISTÓRIAS DO KIKE - PINGOU NA ÁREA

1 – Final da década-1960: o centroavante Ney Oliveira paquerava bola pingando sobre a área do Botafogo. O goleiro Manga, com quase o dobro da altura dele, preparava-se para fazer a defesa. Só que o baixinho pulou mais alto e mandou a maricota para a rede. E ficou vendo o grandalhão Manguinha dando socos no ar, de tanta raiva, pela bobeira. Pela mesma época, Ney enfrentava o Fluminense e já havia desistido do lance criado pelo ataque vascaíno. De repenter, a bola bateu em uma desuas canelas e foi para o placar. “Foi um gol sem trabalho”, considerou o atacante, em entrevista à Revista do Esporte

2 – Em 1959, convidado pelo dirigente João Silva, o ex-zagueirão Ely do Amparo voltou ao Vasco da Gama. Até ter uma chance como treinador efetivo, esteve auxiliar de Abel Picabéa, Filpo Nuñez (argentinos). Yustrich, Jorge Vieira, Martim Francisco, Paulo Amaral, Oto Glória e Duque (Davi Ferreira). Quando este saiu, em 1964, o presidente Manuel Joaquim Lopes o convidou para comandar a rapaziada. Então, ele chamou o antigo colega e ainda lateral-direito Paulinho de Almeida em atividade para ser o seu parceiro. Ely havia sido atleta vascaíno entre 1945 a 1954. A seguir, encerrou a carreira defendendo o Sport Recife, entre 1955 a 1957. Fez parte da Seleção Brasileira dos Mundiais-1950 e de 1954 e dos Sul-Americanos-1949/1953. Como membro da Turma da Colina, foi campeão do Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer-1953 (espécie de Mundialito de Clubes); do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948 e dos Campeonatos Cariocas-1945/1947/1949/1950/1952. Nascido em Paracambi-RJ, em 14 de abril de 1921, viveu até 9 de março de 1991. Jogava medindo 1m84 de altura e, antes de chegar a São Januário, passou por América-RJ e Canto do Rio. Como vascaíno, fez 304 jogos e 11 gols. Como treinador, disputou 37 jogos, vencendo 24, empatando sete e escorregando em seis oportunidades.   

ELY REPRODUZIDO DA REVISTA DO ESPORTE

                   Ely foi xerifão da zaga e treinador vascaíno

   3 – Trabalhador da Fábrica Johnson (produtos hospitalares, de saúde, higiene, cosméticos), em São José dos Campos-SP, o lateral-direito Fidélis agradava ao amigo e tenente Cavalcante nas peladas em que jogava. Então, o homem o levou para o Bangu. Ele tinha 18 de idade, não conhecia nada além da sua terra e, após ter a autorização de sua mãe, viajou achando que iria só passar uma semana no Rio de Janeiro, sem gastar um tostão, pois não acreditava ser capaz de barar ninguém em Moça Bonita, principalmente, por ser baixinho. O cara em cartaz chamava-se Fidélis e tinha por ídolo Gilmar dos Santos Neves (goleiro bicampeão das Copas do Mundol-1958/1962. No entanto, como ele não crescia muito, desistiu da posição e virou zazgueiro. Ainda bem, pois foi convocado pelo escreta canarinho para disputar a Copa do Mundo da Inglatera, tendo atuyado em Brasil 1 x 3 Portugal, no 19 de julho de 1966. Totalizou oito partidas pelo escrete nacional, com mais cinco vitórias e dois empates.  José Maria Fidélis dos Santos nasceu, em 13 de março de 1944, em São José dos Campos-SP, e viveu até 28 de novembro de 2012. Esteve vascaíno entre 1959 e 1974, quando ajudou o Almirante a conquistar o Campeonato Brasileiro de Futebol, pirmeiro por um time carioca.   

 4 – Em 1966, quando covocou 45 atletas para os treinos visando a Copa do Mundo da Inglaterra, a Confederação Brasileira de Desportos – atual CBFutebol – chamou, pela primeir vez, um atleta que atuava pelo Nordeste: o ponta-direita pernambucano Nado (José Rinaldo Tasso Lasalvia), do Clube Náutico Capibaraibe, de Recife. Pouco depois, ele foi contratado pelo Vasco da Gama, custando Cr$ 100 milhões de cruzeiros, dos quais ficou com Cr $20 milhões. Com a grana, comprou seis casas, em Olinda, do lado de Recife. Nascido, em Olinda-PE, em 15 de janeior de 1939, Nado viveu até  3 de maio de 2013, tendo sido um vascaíno entre 1969 e  1970. Fez três jogos, com duas vitórias e um empate, pela Seleção Brasileira.  

  

 

 

 


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