Vasco

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - Em 17 deste setembro de 2011, o Vasco atingiu a ponta do Campeonato Brasileiro, goleando o Grêmio-RS, por 4 x 0. Coincidentemente, da última vez que o time da Colina tornou-se líder da disputa – 6 de junho de 2007 –, foi contra o mesmo adversário, pelo mesmo placar, até durante o primeiro tempo (2 x 0), e nos mesmos dia (sábado), horário (após as 18h) e estádio (São Januário). Celso Roth, que era o técnico vascaíno da época, desta vez, era gremista.

 2 - Torcedores da década-1960 costumavam contar que Mário Vianna levara o volante Maranhão, para o Flamengo, e o Vasco o “roubara” da Gávea. Não foi bem assim. Ao ver o baixinho  atuando pela seleção maranhense, o ex-árbitro o indicou aos rubro-negros. Então, um amigo da família do atleta, Joaquim Pereira, arrumou uma passagem, com a Força Aérea Brasileira, mandou buscá-lo e o levou para São Januário, o entregando a Hílton Santos. Isso pelo final de 1958. Maranhão era tão miúdo que o cara achou que ele fosse infanto-juvenil. Mas, logo, subiu ao time juvenil.  Em 1961, já profissional, tornou-se titular a partir do returno do Campeonato Carioca-1962. Foi bicampeão de aspirantes e da Taça Guanabara de 1965.
CHEGOU AO VASCO, achando que estivesse no Flamengo. Errou o clube e acertou no destino.

3 - O atacante Valdemar, supercampeão carioca-1958, quando estava no Olaria, não se conformava em ter sido colocado à margem, em São Januário, com a chegada de Lorico, uma revelação do amador Esporte Clube Senador Feijó, de Santos-SP, que o Vasco buscara na Portuguesa Santista, que o profissionalizara, em 1949, abrindo-lhe as portas da Seleção Paulista de Novos. Lorico estreou contra o Real Madrid, o então melhor time do mundo. Além de Valdemar, dois outros campeões que saíram da Colina aborrecidos com os cartolas, Sabará e Bellini. 
O FUTEBOL TEM DISSO.  Nem os ídolos escapam das armações dos cartolas semcoração.     
       
 4 - Niginho (foto) era um dos quatro Fantoni revelados pelo futebol mineiro – os irmãos Ninão e Orlando, também centroavantes, e o primo-irmão Nininho, lateral-esquerdo, eram os outros. Os quatro começaram no Palestra (atual Cruzeiro) e passaram uma fase na Itália, onde foram chamados de Fantoni I (Nininho), Fantoni II (Ninão), Fantoni III (Niginho) e Fantoni IV (Orlando). Fizeram sucesso nas décadas de 1920/1930, pelo Lázio. Orlando, também, teve passagens pelo Vasco, como jogador e treinador. Niginho foi expulso da Itália, por se recusar a participar da guerra contra a Abissínia, em 1936. Voltou ao Brasil, foi contratado pelo Vasco e artilheiro do campeonato carioca-1937. Na reserva de Leônidas da Silva, foi para a Copa do Mundo de 1938, na França. Para a semifinal, contra a Itália, Leônidas não podia jogar . A Itália, de Benito Mussolini, vetou a escalação de Niginho. A FIFA acatou a ordem do “Duce” e tirou do vascaíno a chance de participar do Mundial.

domingo, 29 de novembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ESMERALDA, A PRIMEIRA JÓQUEI

Na década-1960, o máximo para a mulher brasileira era ser Miss Brasil. Já havia as modelos fotográficas, profissão que cresceu, estratosfericamente, pelas década seguintes. No entanto, uma garota daquele embaladíssimo período, Esmeralda Fernandes, paranaense, de 20 anos de idade, não estava interessada em passarelas. Preferia ser jóquei.
 Não foi fácil para Esmeralda montar no cavalo e disputar uma prova. Pedia uma chance, implorava, mas só ouvia que       “turfe é coisa de homem”. Mas ela não desistiu. Ganhou uma oportunidade, na cidade paulista de São Vicente, levou uma banda do cavalo, caiu e fez muitos machista rirem. Aconteceu na reta final do seu páreo, quando ele “rodou” com mais um outro jóquei. Teve de ser socorrida pela ambulância do hipódromo.
 Esmeralda não se apavorou. Passadas duas semanas do acidente, já estava se apresentando para voltar a correr. Depois, tentou obter licença para correr no hipódromo de Tarumã, no Paraná. Foi barrada. Insistente, tentou correr no Jóquei Clube Brasileiro, no Rio de Janeiro, mas só lhe permitiram disputar páreos amadores. Mesmo ela tendo a carteirinha de profissional do hipódromo de São Vicente. Era muito machismo.         

In the late-1960s, the maximum for the Brazilian woman was being Miss Brazil. Had photographic models, profession grew, stratospherically for the following decade. However, a girl that embaladíssimo period, Esmeralda Fernandes, Parana, 20 years old, was not interested in walkways. Rather I am jockey.
 
It was not easy to Emerald ride on the horse and compete in a race. Asked a chance, pleading, but only heard that "turf is a man's thing." But I did not give up. He won an opportunity, in the state São Vicente, took a horse band, fell and made many macho laugh. It happened in the final stretch of his match when he "ran" with another jockey. It had to be bailed out by the ambulance of the hippodrome.
 
Emerald not panicked. After two weeks of the accident, he was already having to re-run. Then he tried to obtain a license to run the Racecourse Tarumã, Parana. It was barred. Insistent, he tried to run in Brazilian Jockey Club in Rio de Janeiro, but only allowed him to compete in amateur races. Even though she professional card-carrying of the Saint Vincent hippodrome. It was very machismo.




VASCO DA GAMA 1 X 0 SANTOS

O "Almirante" fisgou o "Peixe" na 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixando para decidir no domingo que vem, diante do Coritiba, se fica ou sai da elite do Brasileirão.Com os resultados, o Vasco vai depender dos resultados de Coritiba, Avaí e Figueirense.
O Vasco precisa vencer o Coritiba, fora de casa,  e torcer por tropeços de Figueirense e Avaí, até empates.
O Coritiba tem saldo de -11 gols e pequena vantagem sobre Figueirense e Vasco, com saldos de -15 e -26, respectivamente. Mesmo que perca para o Vasco, e Figueirense e Avaí vençam, o Coritiba precisaria ser ultrapassado no saldo de gols.
O Avaí visita o Corinthians em São Paulo e pode não ser rebaixado, mesmo em caso de derrota. O Figueirense precisa vencer o Fluminense, em casa, e contar com tropeços de Coritiba ou de Avaí. Já o Vasco tem que vencer o Coritiba e torcer para que Figueirense e Avaí tropecem na rodada, ao menos empatando suas partidas. O Goiás, além de vencer o São Paulo, em casa, tem que torcer para derrotas de Vasco, Figueirense e Avaí ou, ou empates de Figueirense e Vasco, ou derrota do Avaí.
Paulo Fernandes, fotógrafo de www.crvascodagama.com.br captou o instante da sobrevida vascaína

                                                CONFIRA A FICHA TÉCNICA
29.11.20154 - (domingo) - Vasco 1 x 0 Santos - Estádio: São Januário-RJ. Juiz:: Leandro Pedro Vuaden-RS. Público: 10.614 pagantes. Renda: 478.380,00. Gol: Nenê, aos 45 min do primeiro tempo.
VASCO: Martín Silva; Madson, Rafael Vaz, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho (Guiñazu), Serginho, Andrezinho (Bruno Gallo) e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Rafael Silva) Técnico: Jorginho Amorim.. SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Werley, Leonardo e Chiquinho; Ledesma (Vitor Bueno), Leandrinho, Léo Cittadini (Lucas Otávio) e Marquinhos (Leandro); Geuvânio e Nilson. Técnico: Dorival Júnior.
 

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 29

  Esta data é fera. Nos 29 de novembro, duas vitórias sobre o maior rival, o Flamengo, e mais uma sobre outra barra pesada, o Fluminense. De quebra, uma passada por cima, também, da Portuguesa de Desportos.

VASCO 2 X  0 FLAMENGO - Aconteceu em 1981, no Maracanã, com Roberto Dinamite roubando a cena, diante de 80.908 pagantes e explodiu duas bombas nas asas do "Urubu", pela temporada oficial do Rio de Janeiro, a sob o apito de Alvimar Gaspar dos Reis-MG. Por aquela época, Antônio Lopes comandava a rapaziada de São Januário, que traçou os rubro-negros às custas de: Mazaropi, Rosemiro, Ivan, João Luiz, Serginho, Dudu, Marquinho, Amauri (Ricardo), Wilsinho (Wilsinho), Roberto Dinamite e Silvinho        

VASCO 1 X 0 FLUMINENSE – O raio caiu na cabeça do um outro tradicional adversário carioca, também, no 29 de novembro de 1992. Valeu pela pela Taça Rio, o segundo turno do Estadual, em um domingo, em São Januário, com público de 9.193. Antônio Gomes de Oliveira foi o apitador e Bismarck o goleador, aos cinco minutos do segundo tempo.  Joel Santana escalou este esquadrão: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luís, Tinho e Eduardo; Luisinho, Leandro Ávila, Bismarck e Carlos Alberto Dias (Alê); Edmundo e Roberto Dinamite (Geovani).
 
VASCO 1 X 0 FLAMENGO -  Já que havia batido no maior rival, em um domingo, porque não repetir a dose em uma segunda-feira? Foi o que a rapaziada fez no 29 de novembro de 1993, também, pelo Estadual-RJ. Daquela vez, foi mais piedoso, com um golzinho só, marcado por Júnior, aos 37 minutos do primeiro tempo. A refrega deu-se em Moça Bonita, pela fase final da Copa Rio de Janeiro, mas com apenas 729 testemunhas. Sérgio Cristiano do Nascimento apitou e Alcir Portella era o treinador deste time: Caetano; Pimentel, Jorge Luís, Alexandre Torres e Ayupe; Leandro Ávila, França, Yan (Sídnei), Gian, Júnior e Jardel (Hernande).

VASCO 1 X 0 PARANÁ -  Neste, que foi o jogo 4.307  da bola cruzmaltina,  registrou-se o menor público da história do Campeonato Brasileiro. Disputado na terça-feira em 29 de novembro de 1994, em São Januário,  teve apenas  71 "testemunhas" e renda que nem deu para pagar o valor das bolas usadas na partida, R$ 446,00.  Paulo César Gomes-ES apitou, Jardel marcou o gol  e o treinador Sebastião Lazaroni escalou: Caetano: Cláudio Gomes, Sidnei, Torres e Cássio; Leandro Ávila, Fabrício, Júnior (Tinho) e Gian; Hernande e Jardel.  

VASCO 3 X 1 PORTUGUESA-SP -  A Lusa “dançou o vira” no Morumbi, em um sábado, durante a segunda fase do Brasileirão-1997. Sidrack Marinho dos Santos-SE foi o árbitro e a "Turma da Colina", treinada por Antônio Lopes, era: Márcio, Válber, Odvan, Mauro Galvão, Felipe, Nélson (Fabrício Eduardo), Nasa, Juninho Pernambucano, Ramón (Pedrinho), Edmundo, Evair (Alex Pinho). Os gols foram marcados por Evair, aos 16, e Ramón, aos 37 minutos do primeiro tempo, e por Branco (contra),  aos 43 do segundo. 


VASCOP 1 X 0 FIGUEIRNSE -  Em .2003

sábado, 28 de novembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 28

  

MENINAS DA COLINA SÃO PENTA-SUB-17


 Justa vibração para a saga iniciada há cinco anos, a partir de quando as vitórias são constantes

As gatinhas do futebol cruzmaltino sub-17 conquistaram, hoje, o quinto campeonato estadual consecutivo, vencendo ao Barcelona-RJ, na rodada final, por 2 x 1. O jogo disputado no estádio da Rua Bariri e os gols marcados pela atacante Laís Veloso e a zagueira Kelly, as heroínas da sequência que passa por 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014. As “Meninas da Colina” jogaram assim escaladas pelo treinador Anthony Menezes: Jully, Andressa Cunha, Juliana, Kelly e Cindy Valim; Thayla Sousa, Angelina Alonso e Letícia Botelho; Ronaldinha, Rayane e Lais Veloso.
 



 
 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

CORREIO DA COLINA - PAULO CHOCO

 “Sou de Anápolis, em Goiás. O meu pai era amigo de um senhor que torcia pelo nosso Vasco, mas foi jogador do Flamengo. Me lembro que a gente o chamava de Seu Paulo. Não me lembro do sobrenome. Quando jogava pelos times da cidade, era bom de bola. Nunca mais o vi” Walter S. Lima.
Prezado Walter! O Kike imagine que possa ser o Paulo Alves, que tinha o apelido de Paulo Choco e saiu do futebol de sua terra para o Flamengo. Se foi ele, conquistou dois títulos cariocas, em 1963/1965. Era um centroavante magrinho, que jogou, depois, pela Portuguesa, da Ilha do Governador. A última notícia dele foi que havia voltado para Anápolis e entrado para o serviço público, além de ser comerciante.     
 


2 -
VASCO 3 X 2 FLAMENGO -  Este "Clássico dos Milhões" foi no capixaba Estádio Engenheiro Araripe. Diante de 15.902 pagantes,  foi em uma sexta-feira, pelo Torneio Quadrangular de Vitória-1976, no Espírito Santo.
VASCO 4 X 1 FLAMENGO - Noite animal! No mínimo, é como se pode classificar a da quarta-feira 3 de dezembro de 1997, .
VASCO 3 X 1 PARANÁ -  Este jogo foi pelas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro-2000,
VASCO 1 X 0 CORINTHIANS -  Segunda fase do Brasileirão-1989
Acrescentar à VASCODATA 3 de dezembro: Vasco 0 x 0 Combinado Rio Norte, em 1928; Vasco 2 x 2 Santos, em 1933; Vasco 0 x 0 Corinthians, em 1988; Vasco 0 x 0 Figueirense, em 2006; Vasco 1 x 1 Flamengo, em 2011

 Desenho reproduzido de http://www.oleole.com.br Agradecimento.
 

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 27

Em 27 de novembro de 1807, a família real portuguesa embarcava no porto de Belém, em Lisboa, fugindo de Napoleão Bonaparte, e desembarcava no Brasil. Foi assim que a história da colônia mudou. Entre 1949 e 1952, o Club de Regatas Vasco da Gama era bom na parte de triturar os adversários. Um bom exemplo fora o Campeonato Carioca da temporada, conquistado invictão, com três rodadas de antecedência. Por causa da força que o tornava um dos melhores times do planeta, o "Almirante" tornou-se um terror, como viram os tricolores cariocas e você verá:
VASCO 3 X 0 SERRANO-RJ - Segundo dos cinco amistosos disputados com o time de Petrópolis. Este, na cada do convidante, em 1921. Os vascaínos venceram todas as disputas por este critério, inclusive com goleadas, por  6 x 2, em 1933, e por  6 x 0, em 1943.
VASCO 4 X 2 VITÓRIA-ES - Amistoso de 1949, no Espírito Santo, com gols de  Nestor, Lima, Chico e Ipojucan. Como o adversário era de uma cidade chamada Vitória, a rapaziada do treinador Flávio Costa inaugurou uma outra. No placar. Coisa de:  Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Alfredo II; Nestor, Heleno de Freitas (Lima), Ademir Menezes (Ipojucan) e Chico.
VASCO 2 X 0 OLARIA - Campeonato Carioca-1955, em São Januário. Apito com Henry Davos e os dois tentos da partida marcados pelo meia Válter Marciano. Flávio Costa era o treinador naquela temporada de entressafra em que o time vencedor foi:  Hélio, Paulinho e Haroldo; Maneca, Orlando e Beto; Sabará, Valter, Ademir Menezes, Pinga e Parodi. 
VASCO 1 X 0 AVAÍ-SC - Novo amistoso na data 27 de novembro, mas em Florianópolis. Daquela vez, em 1970, a vitória foi mais magra, com um golzinho marcado por Jaílson. O comandante da rapaziada era Elba de Pádua Lima, o Tim, e a formação do dia teve: Élcio;  Fidélis, Altivo, René e Eberval; Alcir e Buglê (Ademir); Jaílson (Zé Dias), Dé, Silva e Gílson Nunes.
VASCO 3 X 1 FLUMINENSE - Valeu pelo Torneio Adolpho Bloch, com bola rolando em São Januário  e apitado por Antônio Gomes de Oliveira. foi o clássico entre os dois times mais desprestigiado pela torcida:  434 pagantes.  Sorato foi o "cara" do dia, comparecendo ao filó aos 38 e aos 45 minutos do primeiro tempo. Antes, Ayupe, aos 3 minutos, havia comparecido ao marcador.  Mário Jorge Lobo Zagallo era o treinador deste rapaziada: Carlos Germano; Ayupe, Tosin, Jorge Luís e Cássio; Zé do Carmo, Luciano, William (Tato) e Boiadeiro; Sérgio Araújo e Sorato.
VASCO 2 X 1 FLUMINENSE - Clássico dominical, no Engenhão, apitado por Marcelo Lima Henrique, pelo Campeonato Brasileiro-2011, decidido nos finalmentes. "Na raça, na vibração, com o coração na ponta da chuteira", como escreveu o redator do site oficial vascaíno. Chamado então de "Trem-Bala", o time cruzmaltino brigava com o Corinthians pelo título do Brasileirão. O primeiro gol vascaíno saiu aos 30 minutos. Fellipe Bastos cobrou escanteio e Rômulo ajeitou para Alecsandro, de cabeça, colocar no fundo da rede. O rival empatou, aos 38, mas aos 43 minutos, Alecsandro cruzou para Bernado cabecear e pegar o seu próprio rebote e fazer 2 x 1. O time dirigido por Cristóvão Borges, teve: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Jumar; Rômulo, Allan, Juninho (Fellipe Bastos)  e Felipe; Diego Souza e Elton.
Acrescentar na  VSCODATA 27 de novembro: Vasco 3 x 3 Icarahy, em 1917; Vasco 2 x 2 Bonsucesso, em 1938; Vasco 1 X 1 Cruzeiro, em 1968; Vasco 0 x 0 Atlético-PR, em 1977; Vasco 0 x 0 Cruzeiro, em 1988;  Vasco 0 x 0 Atlético-MG, em 2005.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 26

A data de hoje é, talvez, a mais importante da história do Vasco da Gama na bola. Foi no 26 de novembro de 1915 que o clube aderiu ao futebol, motivado  pela visita de um selecionado de Lisboa que veio ao Rio de Janeiro inaugurar o campo do Botafogo, em 1914. Com aquilo, a colônia portuguesa fundou três clubes para praticar a modalidade, se bem que eles duraram pouco. Então, o Vasco uniu-se ao Lusitânia e iniciou uma  fusão, a partir de 11 de novembro de 1915, concluída  154 dias depois, quando surgiu o departamento de futebol cruzmaltino, filiado à Liga Metropolitana de Futebol, em 29 de fevereiro de 1916. Fundado entre 2h30 e 03h45 da tarde de 21 de agosto de 1898, o Club de Regatas Vasco da Gama estreou no futebol em 3 de maio do mesmo 1916, perdendo do Paladino, por 10 x 1, pela Terceira Divisão do Campeonato Carioca. A primeira vitória aconteceu em 29 de outubro do mesmo 1916, por 2 x 1 sobre o River, pela mesma disputa. Mas o clube cresceu e tornou-se capaz de muitos feitos iguais aos listados abaixo:  
 
VASCO 4 X 0 BONSUCESSO - Um dia de comemorações de "gringos" em território brasileiro. O uruguaio  Villadónega  marcou três gols e o argentino Gandulla uma, valendo pelo terceiro turno do Campeonato Carioca-1939, em partida disputada no estado da Gávea.  O árbitro foi Mário Vianna e o time vascaíno alinhou: Chiquinho, Agnelli e Florindo; Dacunto, Zarzur e Argemiro; Lindo, Alfredo, Villadóniga, Gandulla e Orlando.

Ipojucan

VASCO 4 X 1 FLAMENGO - Se a década-1950 é chamada de “Anos Dourados”, a tarde de 26 de novembro daquela ano deve ser classificada assim para o meia vascaíno Ipojucan. Ele marcou três dos quatro tentos da goleada sobre o maior rival, no Maracanã – Alfredo II fez o outro. Era a segunda vez em que a rapaziada batia nos rubro-negros, pelo Campeonato Carioca da temporada. No primeiro turno, mandara 2 x 1.  Mas os quatro gols do clássico citado acima foram só mais uma das muitas pancadas distribuídas durante o Estadual, casos de 9 x 1 Madureira; 7 x 0 Canto do Rio; 7 x 2 Bonsucesso;  6 x 1 São Cristóvão e 4 x 0 Fluminense. Treinado por Flávio Costa, o time que goleou o Fla no  domingo 26 de novembro de 1950 teve: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo II, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Djayr. 


 UM É BOM, DOIS BEM MELHORES. MAIS PANCADA NO URUBU  


Delém
VASCO 1 X 0 FLAMENGO - Dez anos depois dos 4 X 0, o Vasco voltou a vencer o Flamengo, na mesma data. Mas por apenas, no 26 de novembro de 1960, no mesmo Maracanã, em um sábado. Daquela vez, quem pintou na rede foi o centroavante gaúcho Delém e o time era: Ita, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio e Orlando; Sabará, Waldemar, Delém, Wilson Moreira (Vanderlei)  e Pinga.
(Foto de Ipojucan reproduzida da série "Ídolos do futebol Brasileiro", da revista O Cruzeiro, e de Delém da capa da Revista do Esporte Nº 82, de 1º.10.1960).  
VASCO 2 X 1 BONSUCESSO - O  time rubro-anil endureceu muitos jogos diante do "Almirante". Este, pelo Campeonato Carioca-966 é um dos listados no caderninho da Colina. Apitado por José Teixeira de Carvalho, teve Alcir Portela abrindo a contagem, para o "Bonsuça" empatar e a rapaziada se virar para desempatar, com o tento marcado por Célio Taveira. O time do dia alinhou: Édson Borracha; Ari, Brito, Ananias e Silas; Maranhão e Alcir; Zezinho, Célio, Paulo Mata e Morais.

 VASCO 2 X 0 FLUMINENSE -  Um pega do Campeonato Estadual-1978 que não mereceu muito apoio dos torcedores. O público de 48.032 pagantes, em um domingo, no Maracanã, era considerado pequeno para o tamanho do clássico. Arnaldo César Coelho "marcou a partida", como se falava antigamente. Roberto Dinamite, aos 11, e Paulo Roberto, aos 15 minutos, resolveram a parada logo no primeiro tempo. Orlando Fantoni era o treinador vascaíno que escalou Leão: Orelando ‘Lelé” (Geraldo), Abel, Gaúcho e Marco Antônio: Helinho, Paulo Roberto e Guina; Wilsinho (Paulo César), Roberto Dinamite e Paulinho. 
 
VASCO 2 X 1 AMERICANO - Segundo turno do Estadual-1980, com bola rolando em São Januário e apito com Jose Aldo Pereira. Um público de 19 369 pagantes viu Roberto Dinamite, aos 15 minutos do primeiro tempo, e Guina, aos  45 da etapa final, decidirem a partida. Foi um jogo nervoso, em que os vascaínos, na base do entusiasmo, atacou demais e quase complica sua classificação à final, pois o visitante explorou bem o contra-ataque. Mas a vitória ficou com o time do treinador Mário Jorge Lobo Zagallo, que escalou: Mazaropi, Paulinho Pereira, Orlando, Ivã e Marco Antonio; Dudu, Guina e Marco Antônio Rodrigues; Catinha, Roberto e Wilsinho.
VASCO 2 X 1 PORTUGUESA-SP - Este “lusoduelo” valeu pelo Campeonato Brasileiro-1997, em uma quarta-feira, no Maracanã”, com gols de Juninho Pernambucano e de Edmundo. O técnico era Antônio Lopes e a esquadra do "Almirante" carregava: Carlos Germano; Maricá (Válber), Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nasa (Nélson), Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Ramon; Evair e Edmundo. 

Anote mais na VASCODATA 26 de novembro: Vasco 0 x 0 Campo Grande, em 1967;  Vasco x 0 Flamengo, em 1972; Vasco 1 x 1 Rio Branco-ES, em 1986; Vasco 1 x 1 Atlético-MG, em 1989; Vasco 1 x 1 Santos, em 2006.  DETALHE: por duas vezes, na data 26 de novembro, o Vasco não compareceu a campo, por motivos políticos,  para enfrentar adversário, perdendo, por W x O, para o Flamengo, em 1934, e para o América, em 1994.

CENTENÁRIO DO FUTEBOL VASCAÍNO

O Club de Regatas Vasco da Gama celebra, hoje,  o centenário da criação do seu departamento de futebol. Surgido, em 21 de agosto de 1898, a agremiação se dedicou, inicialmente, só ao remo, tendo como primeiros barcos as canoas Vaidosa, Volúvel, Vítria e Loca.
 Da primeira vez em que colocou “bola no pé”, o “Almirante” levou 10 x 1, do Paladino, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão, promovido pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos.  A partida foi no campo do Botafogo, na Rua General Severiano,  e a primeira bola cruzmaltina na rede foi mandada por Adão Antônio Brandão.  A  primeira vitória só rolou em 29 de outubro do mesmo ano, 2 x 1, pela mesma disputa, sobre o River, que atuou com nove jogadores, no campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello.
Em seu primeiro Carioca, o Vasco fez nove jogos, perdendo oito. Marcou 10 e sofreu 37 tentos. Além de ter vencido o River, ganhou, por W x O, do SC Brasil, na última rodada, em jogo que deveria ser em General Severiano. Anote os primeiros placares vascaínos: 13.05.1916 – 1 x 10 Paladino; 13.05 – 1 x 5 Brasil; 28.05 – 0 x 4 Icarahy;  14.07 – 2 x 4 Parc Royal; 16.07 – 3 x 4 River; 03.09 – 0 x 2 Paladino; 07.09 – 0 x 3 Parc Royal; 22.10 – 1 x 4 Icarahy; 29.10 – 2 x 1 River;  05.11 – W x 0 Brasil.  

SURGIU! – Após várias reuniões, em uma salinha do sobrado Nº 80 da Rua Teófilo Ottoni, 63 desportistas se reuniram, em 21 de agosto de 1898, no Clube Dramático Filhos de Talma, à Rua da Saúde Nº 293 (atual Sacadura Cabral) e fundaram Um clube náutico, elegendo presidente Francisco Gonçalves Couto Júnior. Em 29 do mesmo mês, a primeira diretoria foi empossada, na sede da Estudântica Arcas, no Largo do Crismpim, desaparecido para o surgimento da Avenida Presidente Vargas.
Oito dias depois da posse, já havia uma sede provisória, no Largo da Imperatriz, demolido para a construção do cais do porto do Rio de Janeiro. Passado um mês, a turma estava com uma garagem de barcos na Ilha das Moças, na praia Formosa, também desaparecido com o aterro do cais do porto.
 Um ano depois da fundação, rolava a primeira crise política cruzmaltina. Cinco figuras fortes da fundação – Francisco, Antônio, Adolfo, José, o Juca, e Alfredo, todos da família Couto –  desentenderam-se com os colegas e abandonaram o Vasco, para formar o Clube de Regatas Guanabara. Foram embora, levando junto todos  os barcos do clube, que lhes pertenciam
Os Couto deixaram o Vasco, porque a sua proposta, de mudança de endereço, para Botafogo, fora derrotada, em assembleia. Mesmo assim, quando uma grande maré derrubou a ponta, de 20 metros, que ligava a Ilha das Moças ao continente, eles demonstraram amor ao Vasco, mandando reconstruir uma ponte maior, com 80 metros, em três dias, tudo por sua conta. O restante da história você tem companhado aqui, pelo “Kike”.  
 

 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

COLEÇÃO DE CANECOS DA COLINA

Toda conquista é importante, porque eleva a história do clube. Confira as taças cruzmaltinas e eternizadas nas prateleiras da Rua General Almério de Moura.

1940:Torneio Luís Aranha; 1944- Torneio Relâmpago e do Torneio Municipal; 1945- Carioca e Torneio Municipal; 1946- Torneios Municipal e Relâmpago; 1947- Carioca e Torneio Municipal; 1948- Sul-Americano de Clubes; 1953- Torneio Internacional do Chile, Quadrangular Internacional do Rio e Torneio Ridavária Corrêa Meyer; 1957- Torneios Tereza Herrera, Torneio de Santiago, Torneio de Lima e Torneio de Paris; 1958- Torneio Rio-São Paulo; 1963- Torneio do México e Torneio de Santiago do Chile; 1964- Torneio Cidade de Belém-PA.
1965: Torneio Quadrangular Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro e Torneio do Cinquentenário da Federação Pernambucana de Futebol; 1966: Torneio Rio-São Paulo; 1973: Torneio Erasmo Martins Pedro; 1974: Campeonato Brasileiro; 1977: Torneio Imprensa de Santa Catarina; 1979: Torneio Cidade de Sevilha e do Torneio Fest D'Elx; 1980: Torneio de Manaus e Troféu Colombiano; 1981: Torneio João Havelange e Torneio Ilha de Funchal; 1982: Torneio de Montevidéu e Torneio João Castelo-MA; 1986: Torneio Juiz de Fora-MG.

1987: Troféu Ramon de Carranza, da Copa de Ouro, do Troféu TAP e do Torneio Juiz de Fora; 1988: Troféu Ramon de Carranza ;1989: Torneio de Metz e Troféu Ramon de Carranza ; 1990: Torneio de Verão do Rio de Janeiro; 1991: Torneio da Amizade; 1992: Copa Rio; 1993: Copa Rio, Torneio João Havelange, Troféu Cidade de Zaragoza eTroféu Cidade de Barcelona;1995: Torneio Palma de Mallorca; 1997: Campeonato Brasileiro e Troféu Bortolotti; 1998: Taça Libertadores da América; 1999: Torneio Rio-São Paulo; 2000- Taça Guanabara, Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro; 2011 – Campeão da Copa do Brasil.
Estaduais:1923/1924/1929/1934/1936/1945/1947/1949/1950/1952/1956/1958/1970/1977/1982/1987/
1988/1992/1993/1994/2003/2015.

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 25

A manchete do Jornal dos Sports lançou o apelido que marcou Roberto
A data não é de conquista de títulos, mas de grande relevância para os vascaínos. Tem vitória sobre um dos maiores "demônios" do futebol brasileiro, o endiabrado Mané Garrincha, e o surgimento do maior ídolo da história do futebol de São Januário, o goleador Roberto Dinamite. Mas tem muito mais para se conferir. Vejamos:  

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Vitória mais do que sensacional, pois o adversário tinha um time de feras, feríssimas . Rolou no Maracanã, apitado por Frederico Lopes, com Pinga, Livinho e Válter Marciano apagando os estrelados alvinegros, em dia, para a época, de "rendaço": Cr$ 995 mil, 898 cruzeiros e 50 centavos. Anote os dois timaços que foram a campo: VASCO: Carlos Alberto Cavalheiro;  Paulinho de Almeida e Belline; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. Técnico: Martim Francisco. BOTAFOGO: Amauri; Rubéns e Orlando; Bob,Bauer e Nilton Santos; Garrincha, Didi, Paulinho, Alarcon e Cañete. Técnico: Geninho.
VASCO 2 x 0 SÃO CRISTÓVÃO - Paulo Amaral, que fora o preparador físico da Seleção Brasileira campeã mundial na Suécias-1958, estava como treinador cruzmaltino. O jogo valia pelo Campeonato Carioca-1961, em São Januário, e o time jogou o chamado "pro gasto". Frederico Lopes apitou e os gols foram marcados por Sabará, aos 15 e aos 75 minutos. Time do dia: Ita; Paulinho de Almeida e Bellini; Nivaldo, Barbosinha e Coronel; Sabará, Roberto Pinto, Saulzinho, Viladoniga e Da Silva.  

VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RJ - O treinador já havia mudado. Jorge Vieira substituíra Paulo Amaral e vencera o "Diabo", pelo Campeonato Carioca-1962. Mas no estádio de Moça Bonita. O árbitro foi José Gomes Sobrinho e os gols marcados por Sabará e Fagundes, para esta formação: Ita, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Fagundes, Saulzinho e Da Silva.  

VASCO 1 x 0 JUVENTUS-SC - Os vascaínos são tradicionais “Reis de Convites”. Viram e mexem, estão  sendo chamados para os manjados "amistosos bregas" pelo país a fora, os famosos caça-níqueis. Nessas navegações, o "Almirante" rolou pelos mares de Santa Catarina, atrás de uma graninha. Caso do 25 do novembro de 1970, quando foi dar uma mordidinha  no cofre juventino, em Rio do Sul. Era uma quinta-feira e só o "Batuta” Silva bateu na rede. Depois daquilo, o time catarinense voltou a convidar o vascaíno, em 1985. Levou de 4 x 0, com Roberto Dinamite (2), Vítor e Cláudio Adão “tirando a costela da Eva”.  
 
VASCO 2 x 0 INTERNACIONAL-RS - Aparício Pires procurava uma manchete para a capa do “Jornal dos Sports” de 25 de novembro de 1971, quando o "Almirante" enfrentaria os colorados gaúchos, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. O setorista em São Januário, Eliomário Valente, informou-lhe que um atacante novato tinha "dinamite nos pés". Não deu outra: “Vasco escala o Garoto- dinamite”, foi para as bancas.
Na noite seguinte, o carinha fez por merecer a promoção na capa do jornal carioca. Mandou uma pancada para o gol e deu no jornal. “Garoto-Dinamite explodiu!”, foi a nova manchete. Nascia por ali o Roberto Dinamite, que viria a ser o maior ídolo e maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco das Gama – e do Campeonato Brasileiro, com 190 gols.  Aparício Pires, o autor da manchete que valeu ao antigo atleta incorporar o apelido ao seu nome, foi um carioca que viveu por 82 anos, entre 1925 a 5 de abril de 2008. Teve ótimos texto e criatividade. Cria da “Revista do Rádio”, em 1950, passou por Pasquim, Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo, onde aposentou-se, em 1989. Deixou seis filhos, uma das quais jornalista, e seis netos.

 Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o então deputado Roberto Dinamite declarou: “Ele foi uma pessoa de suma importância no início da minha carreira, porque, quando eu comecei a jogar futebol, era conhecido como Zé Roberto (criado pelo treinador Célio de Souza) e outros jogadores já tinham esse nome”.
Roberto, que presidiu o Vasco da Gama, entre 2008 a 2014, naquele dia na AL, fez um histórico dos seus inícios e do primeiro gol, lembrando que, a partir dali, passara a ser chamado de Roberto Dinamite. “Já incorporei isso ao meu nome oficial” o que ajudou-lhe na carreira política. "Hoje, o torcedor não consegue ver o Roberto sozinho, sem o Roberto Dinamite... O Aparício foi esse grande mentor que me batizou com essa marca”, agradeceu o atleta que vestiu a jaqueta cruzmaltina por 1.022 partidas, sendo 768 oficiais e 254 amistosos, tendo com ela marcado 754 gols.
Para a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol, Roberto Dinamite é o quarto goleador de competições oficiais do planeta, atrás só de Pelé, Josef Bican, da antiga Tchecoeslováquia, e do húngaro Puskas, que fez grande parte de sua carreira na Espana.
 Assim, seguramente, o 25 de novembro de 1971 será, sempre, é uma das mais importantes do calendário cruzmaltino, porque naquela noite de uma  quinta-feira, 10.449 pagantes viram nascer uma lenda. Carlos Roberto de Oliveira tornava-se “Roberto Dinamite”, ao marcar o seu primeiro gol com como atleta profissional.
 Esta história, no entanto, começa  em 1970, quando o olheiro Fernando Ramos, o "Gradim" (mesmo apelido de Francisco Ferreira de Sousa, ex-atacante e ex-treinador vascaíno) levou o garoto, de 16 anos, para treinar em São Januário. Aprovado, terminou o Campeonato Carioca Juvenil com 10 gols e sendo o principal “matador” do time. Em 1971, ainda juvenil, aumentou a cota, para 13, tornando-se o goleador máximo do Estadual e, ainda. campeão.
Recado dado, Roberto foi colocado no banco dos reservas do time A, em 14 de novembro, pelo treinador Admildo Chirol, em Vasco 0 x 1 Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Lançado em campo, no começo do segundo tempo, substituindo Pastoril, melhorou o rendimento da equipe, mas não mudou o placar, aberto na etapa inicial. Quando nada, ganhou a vaga de titular em Vasco 1 x 2 Atlético-MG, uma semana depois, no Mineirão, tendo sido substituído, pro Ferreti, no segundo tempo.
Veio, então, a noite do jogo contra o Inter. Chirol deixou o Roberto no banco, durante a etapa inicial. Aos 5 minutos do segundo tempo, o meia Buglê, abriu a porteira gaúcha: Vasco 1 x 0.  E os colorados ferveram em cima. Parecia que o empate seria questão de tempo. Enquanto pressionavam, Chirol pensou em substituir o ponta-esquerda Gílson Nunes e mandou aquecer o garoto que já tivera duas chances de jogar pelo time principal, mas ainda não encontrara o caminho das redes.
Eram jogados 27 minutos (52) quando Roberto, na primeira bola que recebeu, partiu quase da intermediária, passando pelos quatro que encontrou pela frente. Na velocidade em que ia, soltou uma pancada impressionante, de fora da área, com o pé direito. O goleiro Carlos Gainete (campeão como Vasco na I Taça Guanabara-1965) não teve como deter aquele chute tão intenso que fez muito sucesso nos cinemas, quando o Canal 100 exibia o ‘jornal da tela’.
Depois do jogo, o repórter Eliomário Valente telefonou para a redação e contou a Aparício sobre a intensidade do chute que valeu a manchete famosa, já citada acima.   
Naquele jogo, que rendeu Cr$ 49.675,00, o apito foi de Maurílio José Santiago-MG. O Vasco foi: Andrada; Haroldo, Miguel, René e Alfinete; Alcir e Buglê; Luís Carlos, Beneti (Jaílson), Ferreti e Gílson Nunes (Roberto Dinamite). O Inter teve: Gainete; Bira, Pontes, Flávio e Édson Madureira; Carbone e Paulo César Carpegiani; Valdomiro, Sérgio Galocha, Claudiomiro (Bráulio) e Dorinho (Arlem). (Fotos reproduzidas de www.netvasco.com.br) Agradecimentos).
 
VASCO 1 x 0 MARCÍLIO DIAS - Amistoso em uma noite das quartas-feiras de 1981, na casa do adversário. Silvinho marcou o gol para esta rapaziada: Mazaropi, Rosemiro, Ivan, Serginho, João Luis, Dudu, Amauri, Marquinho, Ticão, Roberto Dinamite e Silvinho. Foi o segundo dos quatro amistosos disputados com o clube catariennse, entre 1976 e 1987, com duas vitórias e dois empates. 

VASCO 2 X 1 BOTAFOGO - No livro de registros dos Estaduais-RJ, o número é 141 nos clássicos entre os dois times. Foi disputado em um domingo, no Maracanã, com 88 895 pagantes conferindo a virada vascaína. Marcelo Vita, aos 32 e Rômulo, aos 39 minutos, foram os "viradores", com o "Almirante" afundando desde os quatro minutos. Arnaldo César Coelho apitou e Edu Coinbra escalou: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Ivã e Donato; Oli­veira, Geovani e Marcelo; Mauricinho, Roberto Dinamite e Rômulo (Marquinho). Valeu pelo segundo turno e foi o 3.573 jogo da história cruzmaltina.   

VASCO 1 X 0 DINAMARCA - Em 1988, os vascaínos eram bicampeões estaduais e faziam um bom Brasileirão. O selecionado dinamarquês já não era mais a "Dinamáquina" da Copa do Mundo-1986, mas contava com um dos melhores goleiros surgidos neste planeta, Peter Schimeichel, e o grande atacante Brian Laudrup. A "Turma da Colina" foi mais esperta no amistoso disputado no Maracanã. No segundo tempo, o apoiador pernambucano Zé do Carmo balançou a rede, pegando rebote de chute do lateral-esquerdo paraibano Mazinho. O juiz foi Luís Carlos Félix e o público pequeno, de apenas 14.104 almas. Carlos Alberto Zanata era o treinador e usou este time: Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho' (Cocada), Pedro Diniz, Leonardo Siqueira e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e França (Ernâni); Vivinho (Tiba), Sorato (Anderson) e Bismarck (William). A Dinamarca teve: Schmeichel, Lars Oslo, Jonnei Larsen, Kristersen, Freemann (Mosseby), Molby, Steffeson (Helf), Henry Larsen, Nilfort, Brian Laudrup (Orensen) e Strudel (Jorgessen). Técnico: Sepp Piontek

VASCO 2 x 0 FLAMENGO - Foi demais. O "Almirante" foi a campo com um time misto, chegando a escalar um dos piores goleiros que vestiram a sua camisa, Caetano. Mas zaga esteve soberba. De saída, Valdir ‘Bigode' já foi encaçapando: um minuto de bola rolando. Recado dado. O "Urubu", que não era bobo, viu que a barra iria pesar e nem se assanhou. Aos 16 minutos do segundo tempo, França trocou de papel com o bicho, virou ave de rapina e estraçalhou a segunda pipoca na chapa rubro-negra. Valeu pela Copa Rio-1993, em uma quinta-feira, no Maracanã, com duelo apitado por Léo Feldman. Treinado por Alcir Portela, o time alinhou: Caetano; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Ayupe; Leandro Ávila, França e Yan (Hernande); Valdir, Jardel e Gian.

VASCO 7 x 1 São PAULO - Esta segue sendo a maior goleada registrada nesse encontro que rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940. A pancadaria brava valeu pela 26ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro-2001, em São Januário, com apito de Carlos Eugênio Simon-RS. No primeiro tempo, a “Turma da Colina” até pegou leve. Fez só dois gols: Gilberto, aos 18 e de Euller, “O Filho do Vento”, aos 37.

Na a segunda etapa, e foi um “deus-nos-acuda” para o goleiro Rogério Ceni. Com 3 minutos, Romário pipocou o terceiro na rede são-paulina. Voltou aos 22. Um minuto depois, foi a vez de Léo Lima. Guloso, Romário beliscou mais um, aos 26. E Dedé fechou a conta, aos 34. Paulo César Gusmão era o treinador vascaíno deste time que mandou o santo pro inferno: Hélton; Rafael Pereira (Ely Thadeui)(Botti), Geder, João Carlos e Gilberto; Donizete Oliveira, Jamir (Dedé), Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário (foto de 1985).
DETALHE: o São Paulo, que marcou o seu gol aos 45 minutos do segundo tempo e era treinado por Nelsinho Baptista, escalou o que tInha de melhor: Rogério Ceni, Belletti, Júlio Santos, Émerson, Gustavo Nery, Maldonado, Fábio Simplício (Leonardo), Adriano (Alencar), Kaká, Luís Fabiano (Dill), França. Desse grupo, só Dill e Alencar não chegaram à Seleção Brasileira, enquanto o volante Maldonado era da seleção chilena.  
Acrescentar à VASCODATA 25 de novembro: Vasco 0 x 0 Fluminense, em 1972; Vasco 1 x 1 Santos, em 1975; Vasco 0 x 0 Goiás, em 1979; Vasco 3 x 3 Bahia


terça-feira, 24 de novembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 24 DE NOVEMBRO

Na data de hoje, comemora-se, na Colina, o terceiro título vascaíno de campeão carioca. Portanto, data importantíssima na história do "Almirante". Quanto aos rivais, o Bangu mostra-se insistente. Já levou três cascudos nos 24 de novembro. Mas o América-RJ pagou pato maior. Até o "hermano" o Boca Juniors, o "peixeiro" Santos e o Bahia entram nessa. Coisa pra conferir:
 
VASCO 5 X 0 AMÉRICA - Finais do Campeonato  Carioca-1929, promovido pela Associação Metropolitana de Esportes Athléticos e disputado por 11 times, em dois turnos. Vascaínos e americanos empatando as duas primeiras partidas decisivas, por 0 x 0 e 1 x 1. Na finalíssima, no estádio das Laranjeiras, apitada por Artur de Moraes e Casstro, o centroavante Russinho foi o "cara", marcando três gols, dois no primeiro e mais um no segundo tempo – Mário Mattos e Sant´Anna completaram a balaiada na etapa final. Para carregar o caneco, o  "Almirante" disputou 23 jogos, vencendo 15, empatando 7 e escorregando em apenas uma.  Marcou 60 e  sofreu 24 tentos. O time da finalíssima, escalado por Harry Welfare, teve: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Carlos Paes, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna.      
  
VASCO 3 x 2 BANGU –  Vitória com a  força do "hermano"  Gonzalez, indo às redes por duas vezes - Orlando fez o outro, em um domingo, com bola rolando no estádio da Rua Ferrer. O apito esteve com Guilherme Gomes e o pega valeu pelo Campeonato Carioca-1940, quando o treinador da rapaziada ainda era o inglês Harry Welfare, que escalou para aquela jornada: Chiquinho, Jahu, Florindo, Zarzur, Argemiro, Alfredo I, Lindo, Manuel Rocha, Villadóniga, Gonzalez e Orlando.
 
VASCO 3 X  0 BOCA JUNIORS - Um sábado de glória para o meia-atacante Ipojucan. Ele marcou dois gols na vitória sobre os "hermano", amistosamente, em 1951, no Maracanã – Friaça fechou o placar do jogo em que o comandante cruzmaltino era Oto Glória. Ele escalou: Barbosa, Augusto e Clarel; Ely (Bira), Danilo e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Friaça (Amorim) (Edmur), Jansen e Chico (Djayr). Foi o terceiro dos cinco amistosos disputados pelos dois times, com uma vitória para cada lado e três empates. No geral, prélio 1.321 da história cruzmaltina.    
 
VASCO 2 X 1 SANTOS - Pinga e Vavá foram à Vila Belmiro e cozinharam o "Peixe" na rede, neste que foi o nono amistoso entre os dois times. Esteban Marino apitou este que foi o jogo 1.502 da história da "Turma da Colina", que alinhou: Barbosa, Paulinho de Almeida e Elias; Ely, Laerte e Dario; Sabará (Vavá), Ademir Menezes (Amauri)(Mirim), Maneca (Alvinho), Pinga e Parodi.       
 
VASCO 3 X 0 CANTO DO RIO - Neste jogo, em São Januário, pelo Campeonato Carioca-1957, a rapaziada completou 23 partidas sem perder do adversário de Niterói, atingindo 31 vitórias, em 35 confrontos da disputa estadual. Wilson Moreira (2) e Almir 'Pernambuquinho' foram os homens nas malhas do "Cantusca", com time dirigido por Martim Francisco e formando com:  Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Rubens, Wilson Moreira, Almir e Pinga.  
 
VASCO 2 X 1 BAHIA - Em 1959, partida da primeira Taça Brasil, que classificava dois times brasileiros à Taça Libertadores da América. O "Almirante" foi à Fonte Nova, em Salvador, vencer o "Tricolor de Aço", diante de 40 mil pagantes que proporcionaram a incomum renda na Bahia, de Cr$ 1 milhão, 818 mil,160 cruzeiros. O carioca Antônio Viug apitou e os gols vascaínos foram marcados por Roberto Pinto, aos 60, e Delem, aos 79 minutos. O treinador da rapaziada era o ex-goleiro cruzmatino Yustrich (Dorival Knippel, da década-1930), que escalou: Miguel, Dario e Bellini; Écio, Russo e Coronel; Sabará, Almir, Delém. Roberto Pinto e Pinga.
 
 VASCO 2 X 1 BANGU - Taça Adolpho Bloch-1990, em homenagem a um empresário do ramo jornalístico carioca. Partida jogada no Estádio Caio Martins, em Niterói, em um sábado, com apito de Nílton Dantas Louzada e gols vascaínos marcados por Sorato e William. O técnico Mário Jorge Lobo Zagallo escalou assim a rapaziada: Carlos Germano; Dedé França), Tosin, Jorge Luís e Cássio; Zé do Carmo, Luciano e Marco Antônio 'Boiadeiro'; Sérgio Araújo, Sorato e William.   
 
 VASCO 1 X 0 BANGU -  Estadual-RJ, em uma terça-feira, em São Januário,  na presença de 11.255 pagantes. Valdir "Bigode" balançou a roseira e a galera treinada por Joel Santana participou do duelo 150 entre os dois times, pela temporada oficial carioca, com o "Almirante" guiado por: Carlos Germano, Cássio (Pimentel), Jorge Luís, Sidney, Tinho, Eduardo, Luisinho Quintanilha, Carlos Alberto Dias (Geovani), Luciano, Valdir e Roberto Dinamite.  
   
A VASCODATA 24 de novembro tem mais: Vasco 1 x 1 Flamengo, em 1938; Vasco 1 x 1 Vitória-BA, em 1999; Vasco 1 X 1 Flamengo, em 2012

CORREIO DA COLINA - POVÃO

"Os jogos do Vasco estão entre os de maiores rendas no Maracanã?" Antônio Francisco dos Santos Filho de Sousa-PB.
Como o  Estádio Mário Filho teve capacidade reduzida, para 60 mil pessoas, e  2014, tem-se que o seu  maior público  foi durante o derradeiro jogo da Copa do Mundo-1950, quando mais de 200 mil espectadores teriam entrado na casa, pra chorar Brasil 1 x 2 Uruguai. Conta-se que, em determinado momento, as catracas pararam de registrar entradas. Logo, nunca se terá certeza do número exato de presentes. Certo mesmo é que, em jogos entre selecionados, o maior público ficou com Brasil 1 x 0 Paraguai, pelas Eliminatórias do Mundial-1970, em 31 de agosto de 1969: comprovadamente, 183.341 mil pessoas passaram pelas roletas.
Entre clubes, o maior número de almas" foi em 15 de dezembro de 1963, quando Flamengo e Fluminense disputaram a final do Campeonato Carioca e empataram, por 0 x 0, ante  177.020 pagantes. O Vasco já levou grandes públicos ao Maracanã, mas não ganha estas. Pra consolo de torcedor apaixonado, em 1950, o escrete canarinho tinha o treinador Flávio Costa e oito jogadores vascaínos – Barbosa, Augusto, Ely, Danilo, Alfredo, Maneca, Ademir e Chico. Pena que o flamenguistas Bigode e Juvenal tenham entregado o jogo, um deixando Gigghia vencê-lo no lance, e o outro não fazendo a cobertura., Sobrou para Barbosa, que foi certo no lance que era a repetição do primeiro gol uruguaio.     

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 23

 Pegou dois e mandou dois. E goleou um outro.  Páginas viradas pelos vascaínos nos 23 de novembro. No caso aqui, os “pegados” incluem adversário cariocas, gaúchos e mineiros. Coisa para se explicar:
VASCO 5 X 0 ENGENHO DE DENTRO - Goleada no caderninho da temporada da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres-1924, com Torterolli (2), Paschoal, Cecy e Negrito sendo os "filomenos", isto é, os comparecentes ao filó. O castigo rolou no estádio da Rua Prefeito Serzedelo, no bairro do Andaraí, com apito de Carlos Santos que só ordenou novas saídas de jogo no segundo tempo. O treinador Ramón Platero escalou: Nélson, Carlos e Lamego. Brilhante, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Cecy e Negrito. Naquele ano, houve duas disputas, sendo a outra pela Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, devido a uma cisão entre os clubes cariocas.  A disputa da Liga teve 22 times divididos em três séries, com todos contra todos, em turno e returno. Os vascaínos venceram a Série A e um triangular com os outros ganhadores, para ficarem com o título.      


VASCO 2 X 1 CANTO DO RIO - Vitória fora de casa, no Estádio Caio Martins, em Niterói, pelo returno do Campeonato Carioca-1947. A dupla "DD", ou "D-2", isto é, Dimas e Djalma, funcionou legal naquela tijolada, apitada por Carlos de Oliveira Monteiro, o "Tijolo". A temporada teve 11 times, jogando todos contra todos, e o "Almirante" papou fácil, com 7 pontos de vantagem sobre o segundo colocado. Naquele jogo, o treinador Flávio Costa mandou à luta Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Dimas, Ismael e Chico.
 
VASCO 1 X 0 CANTO DO RIO – Mais uma vitória na casa do adversário, agora valendo pelo returno do Campeonato Carioca-1952. Quem apitou foi Tudor Thomas e quem "filomenou" foi Chico Aramburo. Na história geral este foi oi empate 1.372 da rapaziada e o 25º por Estaduais. O time da jornada reuniu:Barbosa; Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Edmur, Ademir Menezes, Maneca, Ipojucan e Chico
 
Almir em foto reproduzida
]da Revista do Esporte
VASCO 2 X 0 AMÉRICA - Faltavam quatro rodadas para o final do segundo turno do Campeonato Carioca-1958, quando o Vasco teria o um time rubro pela frente, em uma tarde de domingo, no Maracanã.  Se o “Time da Colina” havia ido bem no turno, naquela nova fase andava meio enganador. Goleara o Canto do Rio (6 x 3), mas tivera muitas dificuldades para despachar Bangu (2 x 0) e Madureira (1 x 0). Pelo returno, a rapaziada havia passados vexames contra pequenos, como 1 x 1 São Cristóvão e 3 x 3 Bonsucesso.  Além de se enganchar no freguesão Fluminense: 1 x 1. Foi, então, que a rapaziada criou vergonha na cara e resolveu a parada diante dos americanos logo no primeiro tempo, com, com Almir ‘Pernambuquinho’ e Pinga comparecendo ao filó. Alberto da Gama Malcher apitou o jogo, Gradim, ex-atacante vascaíno (Francisco Ferreira de Souza) era o técnico e a equipe dele apresentou: Miguel, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Roberto Pinto, Almir, Rubens e Pinga.      
VASCO 2 X 0 GRÊMIO – Esta foi na casa do adversário, o Estádio Olímpico, em Porto Alegre, valendo pelo Campeonato Brasileiro-1988, em uma noite de quarta-feira. Apitado por Dulcídio Vanderlei Boschillia, o pega rendeu inflacionários Cz$ 7 milhões, 688 mil e 700 cruzados e teve Bismarck, aos 34 minutos do primeiro tempo, e Vivinho, aos 20 do segundo, comparecendo às redes. Carlos Alberto Zanata, meio-campista vascaíno campeão brasileiro-1974, era o treinador e a sua nova patota tinha: Acácio; Paulo Roberto, Célio Silva, Leonardo Siqueira e Mazinho; Zé do Carmo, França e Bismarck; Vivinho, Sorato (Pedro Diniz) e Ernani. 

VASCO 2 X 1 CRUZEIRO -  Campeonato Brasileiro, no  Maracanã, com apito de Marcos André Gomes da Penha-ES e assistência de 32.988 pagantes (38.654 no total). Thalles, aos 2, e Edmílson, aos 32 minutos do primeiro tempo resolveram a parada. O treinador era Adílson Batista, que tinha este time: Alessandro; Fagner (Renato Silva), Cris, Luan, Yotun; Guiñazu, Abuda, Pedro Ken e Marlone (Bernardo); Thalles (Robinho) e Edmilson. Técnico: Adilson Batista. EM 2013

A incluir na VASCODATA 23 de novembro: Vasco 2 x 2 Botafogo, em 1941; Vasco 0 x 0 Bangu, em 1968; Vasco 3 x 3 Fluminense, em 1980; Vasco 2 x 2 Botafogo, em 1994; Vasco 1 x 1 Flamengo, em 1997, e Vasco 1 x 1 Universidad de Chile, em 2001.