Vasco

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - Em 17 deste setembro de 2011, o Vasco atingiu a ponta do Campeonato Brasileiro, goleando o Grêmio-RS, por 4 x 0. Coincidentemente, da última vez que o time da Colina tornou-se líder da disputa – 6 de junho de 2007 –, foi contra o mesmo adversário, pelo mesmo placar, até durante o primeiro tempo (2 x 0), e nos mesmos dia (sábado), horário (após as 18h) e estádio (São Januário). Celso Roth, que era o técnico vascaíno da época, desta vez, era gremista.

 2 - Torcedores da década-1960 costumavam contar que Mário Vianna levara o volante Maranhão, para o Flamengo, e o Vasco o “roubara” da Gávea. Não foi bem assim. Ao ver o baixinho  atuando pela seleção maranhense, o ex-árbitro o indicou aos rubro-negros. Então, um amigo da família do atleta, Joaquim Pereira, arrumou uma passagem, com a Força Aérea Brasileira, mandou buscá-lo e o levou para São Januário, o entregando a Hílton Santos. Isso pelo final de 1958. Maranhão era tão miúdo que o cara achou que ele fosse infanto-juvenil. Mas, logo, subiu ao time juvenil.  Em 1961, já profissional, tornou-se titular a partir do returno do Campeonato Carioca-1962. Foi bicampeão de aspirantes e da Taça Guanabara de 1965.
CHEGOU AO VASCO, achando que estivesse no Flamengo. Errou o clube e acertou no destino.

3 - O atacante Valdemar, supercampeão carioca-1958, quando estava no Olaria, não se conformava em ter sido colocado à margem, em São Januário, com a chegada de Lorico, uma revelação do amador Esporte Clube Senador Feijó, de Santos-SP, que o Vasco buscara na Portuguesa Santista, que o profissionalizara, em 1949, abrindo-lhe as portas da Seleção Paulista de Novos. Lorico estreou contra o Real Madrid, o então melhor time do mundo. Além de Valdemar, dois outros campeões que saíram da Colina aborrecidos com os cartolas, Sabará e Bellini. 
O FUTEBOL TEM DISSO.  Nem os ídolos escapam das armações dos cartolas semcoração.     
       
 4 - Niginho (foto) era um dos quatro Fantoni revelados pelo futebol mineiro – os irmãos Ninão e Orlando, também centroavantes, e o primo-irmão Nininho, lateral-esquerdo, eram os outros. Os quatro começaram no Palestra (atual Cruzeiro) e passaram uma fase na Itália, onde foram chamados de Fantoni I (Nininho), Fantoni II (Ninão), Fantoni III (Niginho) e Fantoni IV (Orlando). Fizeram sucesso nas décadas de 1920/1930, pelo Lázio. Orlando, também, teve passagens pelo Vasco, como jogador e treinador. Niginho foi expulso da Itália, por se recusar a participar da guerra contra a Abissínia, em 1936. Voltou ao Brasil, foi contratado pelo Vasco e artilheiro do campeonato carioca-1937. Na reserva de Leônidas da Silva, foi para a Copa do Mundo de 1938, na França. Para a semifinal, contra a Itália, Leônidas não podia jogar . A Itália, de Benito Mussolini, vetou a escalação de Niginho. A FIFA acatou a ordem do “Duce” e tirou do vascaíno a chance de participar do Mundial.

domingo, 29 de novembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ESMERALDA, A PRIMEIRA JÓQUEI

Na década-1960, o máximo para a mulher brasileira era ser Miss Brasil. Já havia as modelos fotográficas, profissão que cresceu, estratosfericamente, pelas década seguintes. No entanto, uma garota daquele embaladíssimo período, Esmeralda Fernandes, paranaense, de 20 anos de idade, não estava interessada em passarelas. Preferia ser jóquei.
 Não foi fácil para Esmeralda montar no cavalo e disputar uma prova. Pedia uma chance, implorava, mas só ouvia que       “turfe é coisa de homem”. Mas ela não desistiu. Ganhou uma oportunidade, na cidade paulista de São Vicente, levou uma banda do cavalo, caiu e fez muitos machista rirem. Aconteceu na reta final do seu páreo, quando ele “rodou” com mais um outro jóquei. Teve de ser socorrida pela ambulância do hipódromo.
 Esmeralda não se apavorou. Passadas duas semanas do acidente, já estava se apresentando para voltar a correr. Depois, tentou obter licença para correr no hipódromo de Tarumã, no Paraná. Foi barrada. Insistente, tentou correr no Jóquei Clube Brasileiro, no Rio de Janeiro, mas só lhe permitiram disputar páreos amadores. Mesmo ela tendo a carteirinha de profissional do hipódromo de São Vicente. Era muito machismo.         

In the late-1960s, the maximum for the Brazilian woman was being Miss Brazil. Had photographic models, profession grew, stratospherically for the following decade. However, a girl that embaladíssimo period, Esmeralda Fernandes, Parana, 20 years old, was not interested in walkways. Rather I am jockey.
 
It was not easy to Emerald ride on the horse and compete in a race. Asked a chance, pleading, but only heard that "turf is a man's thing." But I did not give up. He won an opportunity, in the state São Vicente, took a horse band, fell and made many macho laugh. It happened in the final stretch of his match when he "ran" with another jockey. It had to be bailed out by the ambulance of the hippodrome.
 
Emerald not panicked. After two weeks of the accident, he was already having to re-run. Then he tried to obtain a license to run the Racecourse Tarumã, Parana. It was barred. Insistent, he tried to run in Brazilian Jockey Club in Rio de Janeiro, but only allowed him to compete in amateur races. Even though she professional card-carrying of the Saint Vincent hippodrome. It was very machismo.




VASCO DA GAMA 1 X 0 SANTOS

O "Almirante" fisgou o "Peixe" na 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, deixando para decidir no domingo que vem, diante do Coritiba, se fica ou sai da elite do Brasileirão.Com os resultados, o Vasco vai depender dos resultados de Coritiba, Avaí e Figueirense.
O Vasco precisa vencer o Coritiba, fora de casa,  e torcer por tropeços de Figueirense e Avaí, até empates.
O Coritiba tem saldo de -11 gols e pequena vantagem sobre Figueirense e Vasco, com saldos de -15 e -26, respectivamente. Mesmo que perca para o Vasco, e Figueirense e Avaí vençam, o Coritiba precisaria ser ultrapassado no saldo de gols.
O Avaí visita o Corinthians em São Paulo e pode não ser rebaixado, mesmo em caso de derrota. O Figueirense precisa vencer o Fluminense, em casa, e contar com tropeços de Coritiba ou de Avaí. Já o Vasco tem que vencer o Coritiba e torcer para que Figueirense e Avaí tropecem na rodada, ao menos empatando suas partidas. O Goiás, além de vencer o São Paulo, em casa, tem que torcer para derrotas de Vasco, Figueirense e Avaí ou, ou empates de Figueirense e Vasco, ou derrota do Avaí.
Paulo Fernandes, fotógrafo de www.crvascodagama.com.br captou o instante da sobrevida vascaína

                                                CONFIRA A FICHA TÉCNICA
29.11.20154 - (domingo) - Vasco 1 x 0 Santos - Estádio: São Januário-RJ. Juiz:: Leandro Pedro Vuaden-RS. Público: 10.614 pagantes. Renda: 478.380,00. Gol: Nenê, aos 45 min do primeiro tempo.
VASCO: Martín Silva; Madson, Rafael Vaz, Rodrigo e Julio Cesar; Diguinho (Guiñazu), Serginho, Andrezinho (Bruno Gallo) e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Rafael Silva) Técnico: Jorginho Amorim.. SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Werley, Leonardo e Chiquinho; Ledesma (Vitor Bueno), Leandrinho, Léo Cittadini (Lucas Otávio) e Marquinhos (Leandro); Geuvânio e Nilson. Técnico: Dorival Júnior.
 

ÁLBUM DA COLINA - ROBERTO DINAMITE

 FOTO REPRODUZIDA NO ARQUIVO DO  JORNAL DE BRASILIA. AGRADECIMENTO

sábado, 28 de novembro de 2015

MENINAS DA COLINA SÃO PENTA-SUB-17


 Justa vibração para a saga iniciada há cinco anos, a partir de quando as vitórias são constantes

As gatinhas do futebol cruzmaltino sub-17 conquistaram, hoje, o quinto campeonato estadual consecutivo, vencendo ao Barcelona-RJ, na rodada final, por 2 x 1. O jogo disputado no estádio da Rua Bariri e os gols marcados pela atacante Laís Veloso e a zagueira Kelly, as heroínas da sequência que passa por 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014. As “Meninas da Colina” jogaram assim escaladas pelo treinador Anthony Menezes: Jully, Andressa Cunha, Juliana, Kelly e Cindy Valim; Thayla Sousa, Angelina Alonso e Letícia Botelho; Ronaldinha, Rayane e Lais Veloso.
 



 
 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

CORREIO DA COLINA - PAULO CHOCO

 “Sou de Anápolis, em Goiás. O meu pai era amigo de um senhor que torcia pelo nosso Vasco, mas foi jogador do Flamengo. Me lembro que a gente o chamava de Seu Paulo. Não me lembro do sobrenome. Quando jogava pelos times da cidade, era bom de bola. Nunca mais o vi” Walter S. Lima.
Prezado Walter! O Kike imagine que possa ser o Paulo Alves, que tinha o apelido de Paulo Choco e saiu do futebol de sua terra para o Flamengo. Se foi ele, conquistou dois títulos cariocas, em 1963/1965. Era um centroavante magrinho, que jogou, depois, pela Portuguesa, da Ilha do Governador. A última notícia dele foi que havia voltado para Anápolis e entrado para o serviço público, além de ser comerciante.     
 


2 -
VASCO 3 X 2 FLAMENGO -  Este "Clássico dos Milhões" foi no capixaba Estádio Engenheiro Araripe. Diante de 15.902 pagantes,  foi em uma sexta-feira, pelo Torneio Quadrangular de Vitória-1976, no Espírito Santo.
VASCO 4 X 1 FLAMENGO - Noite animal! No mínimo, é como se pode classificar a da quarta-feira 3 de dezembro de 1997, .
VASCO 3 X 1 PARANÁ -  Este jogo foi pelas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro-2000,
VASCO 1 X 0 CORINTHIANS -  Segunda fase do Brasileirão-1989
Acrescentar à VASCODATA 3 de dezembro: Vasco 0 x 0 Combinado Rio Norte, em 1928; Vasco 2 x 2 Santos, em 1933; Vasco 0 x 0 Corinthians, em 1988; Vasco 0 x 0 Figueirense, em 2006; Vasco 1 x 1 Flamengo, em 2011

 Desenho reproduzido de http://www.oleole.com.br Agradecimento.
 

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

ÁLBUM DA COLINA - DELÉM

FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE
 

 

CENTENÁRIO DO FUTEBOL VASCAÍNO

O Club de Regatas Vasco da Gama celebra, hoje,  o centenário da criação do seu departamento de futebol. Surgido, em 21 de agosto de 1898, a agremiação se dedicou, inicialmente, só ao remo, tendo como primeiros barcos as canoas Vaidosa, Volúvel, Vítria e Loca.
 Da primeira vez em que colocou “bola no pé”, o “Almirante” levou 10 x 1, do Paladino, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão, promovido pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos.  A partida foi no campo do Botafogo, na Rua General Severiano,  e a primeira bola cruzmaltina na rede foi mandada por Adão Antônio Brandão.  A  primeira vitória só rolou em 29 de outubro do mesmo ano, 2 x 1, pela mesma disputa, sobre o River, que atuou com nove jogadores, no campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello.

Em seu primeiro campeonato, o Vasco fez nove jogos, perdendo oito. Marcou 10 e sofreu 37 tentos. Além de ter vencido o River, ganhou, por W x O, do SC Brasil, na última rodada, em jogo que deveria ser em General Severiano. Anote os primeiros placares vascaínos: 13.05.1916 – 1 x 10 Paladino; 13.05 – 1 x 5 Brasil; 28.05 – 0 x 4 Icarahy;  14.07 – 2 x 4 Parc Royal; 16.07 – 3 x 4 River; 03.09 – 0 x 2 Paladino; 07.09 – 0 x 3 Parc Royal; 22.10 – 1 x 4 Icarahy; 29.10 – 2 x 1 River;  05.11 – W x 0 Brasil.  
 
SURGIU! – Após várias reuniões, em uma salinha do sobrado Nº 80 da Rua Teófilo Ottoni, 63 desportistas se reuniram, em 21 de agosto de 1898, no Clube Dramático Filhos de Talma, à Rua da Saúde Nº 293 (atual Sacadura Cabral) e fundaram Um clube náutico, elegendo presidente Francisco Gonçalves Couto Júnior. Em 29 do mesmo mês, a primeira diretoria foi empossada, na sede da Estudântica Arcas, no Largo do Crismpim, desaparecido para o surgimento da Avenida Presidente Vargas.
Oito dias depois da posse, já havia uma sede provisória, no Largo da Imperatriz, demolido para a construção do cais do porto do Rio de Janeiro. Passado um mês, a turma estava com uma garagem de barcos na Ilha das Moças, na praia Formosa, também desaparecido com o aterro do cais do porto.
 Um ano depois da fundação, rolava a primeira crise política cruzmaltina. Cinco figuras fortes da fundação – Francisco, Antônio, Adolfo, José, o Juca, e Alfredo, todos da família Couto –  desentenderam-se com os colegas e abandonaram o Vasco, para formar o Clube de Regatas Guanabara. Foram embora, levando junto todos  os barcos do clube, que lhes pertenciam
Os Couto deixaram o Vasco, porque a sua proposta, de mudança de endereço, para Botafogo, fora derrotada, em assembleia. Mesmo assim, quando uma grande maré derrubou a ponta, de 20 metros, que ligava a Ilha das Moças ao continente, eles demonstraram amor ao Vasco, mandando reconstruir uma ponte maior, com 80 metros, em três dias, tudo por sua conta. O restante da história você tem companhado aqui, pelo “Kike”.  
 

 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A SEMPRE LEMBRADA NOITE DINAMITE

A manchete do Jornal dos Sports lançou o apelido que marcou Roberto
 O 25 de novembro, em 1971, ficou na história do Vasco da Gama como uma de suas principais datas. Nela começou a surgir o atleta que tornou-se o maior ídolo de sus torcida, Roberto Dinamite.  
Aconteceu em Vasco 2 x 0 Internacional-RS. Antes disso, o jornalista Aparício Pires procurava uma manchete para a capa do “Jornal dos Sports” daquele dia. O jogo seria no Maracanã e valeria pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. O setorista, em São Januário, Eliomário Valente, informou ao Aparício que um atacante novato tinha "dinamite nos pés". Não deu outra: “Vasco escala o Garoto- dinamite” virou manchete.
E o garoto fez por merecer a promoção. Mandou uma pancada para o goleiro Gainete e saiu no jornal. “Garoto-Dinamite explodiu!”, foi a nova manchete.

 Nascia por ali o Roberto Dinamite, que viria a ser o maior ídolo e maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco das Gama – e do Campeonato Brasileiro, com 190 gols.  INVENTOR - Aparício Pires, o autor da manchete que valeu a Roberto antigo atleta incorporar o apelido ao seu nome, foi um carioca que viveu por 82 anos, entre 1925 a 5 de abril de 2008. Teve ótimos texto e criatividade. Cria da “Revista do Rádio”, em 1950, passou por Pasquim, Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo, onde aposentou-se, em 1989. Deixou seis filhos, uma das quais jornalista, e seis netos.
 Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o então deputado Roberto Dinamite declarou: “Ele foi uma pessoa de suma importância no início da minha carreira, porque, quando eu comecei a jogar futebol, era conhecido como Zé Roberto (criado pelo treinador Célio de Souza) e outros jogadores já tinham esse nome”.
Roberto, que presidiu o Vasco da Gama, entre 2008 a 2014, naquele dia, fez um histórico dos seus inícios, do primeiro gol e lembrou do apelido. “Já incorporei isso ao meu nome oficial” o que ajudou-lhe na carreira política. "Hoje, o torcedor não consegue ver o Roberto sozinho, sem o Roberto Dinamite... O Aparício foi esse grande mentor que me batizou com essa marca”, agradeceu o atleta que vestiu a jaqueta cruzmaltina por 1.022 partidas, sendo 768 oficiais e 254 amistosos, tendo com ela marcado 754 gols.
GLÓRIA - Para a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol, Roberto Dinamite é o quarto goleador de competições oficiais do planeta, atrás só de Pelé, Josef Bican, da antiga Tchecoeslováquia, e do húngaro Puskas, que fez grande parte de sua carreira na Espana.
 Assim, seguramente, o 25 de novembro de 1971 será, sempre, é uma das mais importantes do calendário cruzmaltino, porque naquela noite de uma  quinta-feira, 10.449 pagantes viram nascer uma lenda. Carlos Roberto de Oliveira tornava-se “Roberto Dinamite”, ao marcar o seu primeiro gol com como atleta profissional.
 Esta história, no entanto, começa  em 1970, quando o olheiro Fernando Ramos, o "Gradim" (mesmo apelido de Francisco Ferreira de Sousa, ex-atacante e ex-treinador vascaíno) levou o garoto, de 16 anos, para treinar em São Januário. Aprovado, terminou o Campeonato Carioca Juvenil, com 10 gols, sendo o principal “matador” do time. Em 1971, ainda juvenil, aumentou a cota, para 13, tornando-se o goleador máximo do Estadual e, ainda. campeão.
Recado dado, Roberto foi colocado no banco dos reservas do time A, em 14 de novembro, pelo treinador Admildo Chirol, em Vasco 0 x 1 Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Lançado em campo, no começo do segundo tempo, substituindo Pastoril, melhorou o rendimento da equipe, mas não mudou o placar, aberto na etapa inicial. Quando nada, ganhou a vaga de titular em Vasco 1 x 2 Atlético-MG, uma semana depois, no Mineirão, tendo sido substituído, pro Ferreti, no segundo tempo.
Veio, então, a noite do jogo contra o Inter. Chirol deixou o Roberto no banco, durante a etapa inicial. Aos 5 minutos do segundo tempo, o meia Bougleux abriu a porteira gaúcha: Vasco 1 x 0.  E os colorados ferveram em cima. Parecia que o empate seria questão de tempo. Enquanto pressionavam, Chirol pensou em substituir o ponta-esquerda Gílson Nunes e mandou aquecer o garoto que já tivera duas chances de jogar pelo time principal, mas ainda não encontrara o caminho das redes.
Eram jogados 27 minutos (52) quando Roberto, na primeira bola que recebeu, partiu quase da intermediária, passando pelos quatro que encontrou pela frente. Na velocidade em que ia, soltou uma pancada impressionante, de fora da área, com o pé direito. O goleiro Carlos Gainete (campeão como Vasco na I Taça Guanabara-1965) não teve como deter aquele chute tão intenso que fez muito sucesso nos cinemas, quando o Canal 100 exibia o ‘jornal da tela’.
Depois do jogo, o repórter Eliomário Valente telefonou para a redação e contou a Aparício sobre a intensidade do chute que valeu a manchete famosa, já citada acima.   
Naquele jogo, que rendeu Cr$ 49.675,00, o apito foi de Maurílio José Santiago-MG. O Vasco foi: Andrada; Haroldo, Miguel, René e Alfinete; Alcir e Bougleux; Luís Carlos, Beneti (Jaílson), Ferreti e Gílson Nunes (Roberto Dinamite). O Inter teve: Gainete; Bira, Pontes, Flávio e Édson Madureira; Carbone e Paulo César Carpegiani; Valdomiro, Sérgio Galocha, Claudiomiro (Bráulio) e Dorinho (Arlem). (Fotos reproduzidas de www.netvasco.com.br) Agradecimentos).
 
 

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CORREIO DA COLINA - POVÃO

"Os jogos do Vasco estão entre os de maiores rendas no Maracanã?" Antônio Francisco dos Santos Filho de Sousa-PB.
Como o  Estádio Mário Filho teve capacidade reduzida, para 60 mil pessoas, e  2014, tem-se que o seu  maior público  foi durante o derradeiro jogo da Copa do Mundo-1950, quando mais de 200 mil espectadores teriam entrado na casa, pra chorar Brasil 1 x 2 Uruguai. Conta-se que, em determinado momento, as catracas pararam de registrar entradas. Logo, nunca se terá certeza do número exato de presentes. Certo mesmo é que, em jogos entre selecionados, o maior público ficou com Brasil 1 x 0 Paraguai, pelas Eliminatórias do Mundial-1970, em 31 de agosto de 1969: comprovadamente, 183.341 mil pessoas passaram pelas roletas.
Entre clubes, o maior número de almas" foi em 15 de dezembro de 1963, quando Flamengo e Fluminense disputaram a final do Campeonato Carioca e empataram, por 0 x 0, ante  177.020 pagantes. O Vasco já levou grandes públicos ao Maracanã, mas não ganha estas. Pra consolo de torcedor apaixonado, em 1950, o escrete canarinho tinha o treinador Flávio Costa e oito jogadores vascaínos – Barbosa, Augusto, Ely, Danilo, Alfredo, Maneca, Ademir e Chico. Pena que o flamenguistas Bigode e Juvenal tenham entregado o jogo, um deixando Gigghia vencê-lo no lance, e o outro não fazendo a cobertura., Sobrou para Barbosa, que foi certo no lance que era a repetição do primeiro gol uruguaio.     

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

THIS IS KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

 Este é um blog dedicado à pesquisa da história do Club de Regatas Vasco da Gama, fundado no Rio de Janeiro, Brasil, em 21 agosto de 1898, por quatro jovens praticantes do remo - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D 'Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Sousa Júnior - em homenagem ao descobridor português do caminho marítimo para a Índia.
Até 1915, Vasco da Gama só competiu no remo. A partir de 1917, quando entrou para o futebol, tornou-se um dos clubes mais admirados do país, por sua postura contra a injustiça social. Por isso, tem uma das maiores torcidas brasileiras.
Campeão Nacional em quatro ocasiões, a equipe vascaína também conquistou o título continental, por duas outras ocasiões, e diversas outas competições internacionais.
A camisa do time pode ser preta ou branca. Os calções e meias também. O Vasco da Gama tem um estádio, localizado em General Almério de Moura, inaugurado em 1927, e já foi o maior do Brasil.  A pesquisa do “Kike da Bola” sobre a história cruzmatina vem desde 15 de dezembro de 20010, tendo já sido visitado por 183 000 "vasconautas". Na foto, embelezando este post, a modelo torcedoras cruzmaltina Janine Proazzi, com os agradecimentos do blog.

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama, founded in Rio de Janeiro, Brazil, on August 21, 1898, by four young practitioners of rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D 'Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the Portuguese discoverer of the sea route to India.
Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From 1917, when he joined the football, has become one of the most admired clubs in the country, for his stance against social injustice. So has one of the largest Brazilian twisted.
National champion on four occasions, the team also vascaína conqusitou continentel the title for two other occasions, and outas several international competitions.
The team shirt can be black or white. The shorts and socks also. The Vasco da Gama is a stadium, located in General Almério de Moura, opened in 1927 and was once the largest in Brazil. The research of "Kike Ball" on cruzmatina story comes from 15 December 20010, having been visited by 183 000 "vasconautas". In the photo, embellishing this post, the model cheerleaders crduzmaltina Janine Proazzi, with the thanks of the blog.
 

domingo, 22 de novembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CINDY VALIM, GOLEADORA CRUZMALTINA

A gatinha que você vê nesta foto de Carlos Gregório Junior (www.crvascodagama.com.br) é Cindy Valim, que jogou, ontem, pelo time vascaíno, durante a goleadas, por 8 x 0, sobre o Karanba, pelo Campeonato Estadual-RJ. Ela marcou dois gols –  Lais Veloso (2), Ronaldinha (2), Thayane e Andressa fizeram os outros.

Cindy e a sua turma estão invictas no torneio, com cinco vitórias em seis jogos, e voltam a preliar no próximo dia 28, diante do Barcelona, decidindo o campeonato Estadual, em local e o horário ainda a serem definidos pela pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.  As "Meninas da Colina" que jogaram ontem foram: Jeniffer, Andressa (Carol Lage), Juliana (Cristiellen), Kelly e Cindy (Laryssa); Thayla, Angelina, Lais Veloso, Carolzinha (Thayane), Rayane (Laina) e Ronaldinha. Treinador: Antony Menezes. 

 

VASCO DA GAMA 2 X 1 JOINVILLE-SC

Se vencer Santos e Coritiba, e contar cm tropeços de Avaí e de Figueirense, o Vasco seguira na elite do futebol brasileiro. A vitória sobre o Joinville, hoje, fora de casa, deixou o "Almirante" com 37 pontos, a um do Avaí e distante três de Figueirense e Coritiba.      
Jorge Henrique ataca em foto de www.crvascodagama.com.br
 CONFIRA A FICHA  TÉCNICA
22.11.2015 (domingo) - Vasco 2 x 1 Joinville-SC. Local: Arena Joinville, em Joinville-SC. Juiz: Marcelo Aparecido R. de Souza-SP. Público: 7.151 pagantes. Renda. R$ 109.990,00. Gols:  Nenê, aos 5, e Riascos, aos 10 min do 1º tempo; Rafael Donato, aos 35 min do 2º tempo. VASCO DA GAMA: Martín Silva; Madson (Bruno Gallo), Luan, Rafael Vaz e Julio César; Diguinho (Aislan), Serginho, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Julio dos Santos). Treinador: Jorginho Amorim. JOINVILLE: Agenor, Mário Sérgio, Rafael Donato, Domingues e Diego; Danrlei, Anselmo, Kadu (Lucas Crispim) e Ítalo (Marcelinho Paraíba); Fernando Viana (Edigar Junio) e Kempes. Treinador: Paulo César Gusmão.

sábado, 21 de novembro de 2015

TRAGÉDIAS DA DA COLINA - BARCO

O Vasco protagonizou, em 1990, a mais inusitada história do folclore do futebol carioca. O então vice-presidente de futebol vascaíno, Eurico Mirada, mandou a rapaziada fazer a volta olímpica, pelo velho Maracanã, carregando uma caravela que algum torcedor levou para a antiga geral. Os atletas obedeceram, mas fizeram só uma meia-volta olímpica, inédita na história do futebol mundial. De sua parte, o adversário, com uma taça que não era a oficial, fez o mesmo. Vejamos como este rolo todo começou?    
Bismarck e Tita muito sem jeito de campeões
  O regulamento fora aprovado com dois parágrafos conflitantes no artigo quinto: 1 - os campeões de turnos se enfrentariam, e o vencedor disputaria o título contra o time de melhor campanha geral; 2 – quem tivesse mais pontos na fase final carregaria a taça.
Como o Botafogo tinha a melhor campanha (34 pontos, contra 33 do Vasco, que anda teve um jogo a mais), entendia que o jogo entre Vasco x Fluminense (os outros finalistas), não contava pontos, só servindo para definir o seu adversário, do que discordaram os dois rivais.
Em junho, seis meses após o Conselho Arbitral apresentar o regulamento,  por 11 x 1, os clubes decidiram que Vasco x Flu valeria ponto e daria a vantagem do empate a quem fosse para a final contra o Botafogo.
 Cinco dias depois, os alvinegros recorreram da decisão junto à Federação Estadual de Futebol do Rio de Janeiro, alegando falta de unanimidade na votação. Mas a Federação ignorou a sua queixa, motivando-o a recorrer à Confederação Brasileira de futebol, que se disse incompetente para julgar o recurso. Então, foi ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva, querendo saber que órgão seria cometente para tratar da questão. Mas o STJD  nada respondeu. 
Sem resposta, o Botafogo entrou com mandado de garantia junto ao STJD, impedindo a FERJ de entregar o troféu de campeão, no domingo, qualquer que fosse o vencedor. 
No gramado, os alvinegros venceram, por 1 x 0, com gol marcado por Carlos Alberto Dias, aos 34 minutos do segundo tempo. E comemora. Enquanto isso, o Vasco e o juiz Cláudio Garcia  foram para o meio do gramado à espera dos alvinegros, para o início da prorrogação. O capitão botafoguense, Wilson Gottardo, ouviu a convocação do árbitro,  deu-lhe as cotas e foi embora. Garcia, então, encerrou a partida. Quem seria o campeão? O STJD da CBF marcou para o dia 9 de agosto decidir qual órgão tinha competência para dirigir a questão.
Tudo bem que futebol precisa dessas coisas, o que, antigamente, chamavam de catimba. Afinal, o folclore faz a história movimentada da modalidade. Mas o Botafogo era ao legítimo campeão. Ganhou, depois, na justiça, e no campo, somando mais pontos. Não se muda regulamento sem unanimidade. Toda criancinha aprende isso quando começa a disputar torneios da escolinha.     

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

DEZ TRAGÉDIAS DA COLINA

1 - Irmão de Valdo, o maior artilheiro da história do Fluminense, o também atacante Vanderlei começou com um bom futuro em São Januário. Em 1960, ele foi convocado para a seleção canarinha que disputaria os Jogos Olímpicos de Roma, na Itália, quando todos os atletas tinham a idade de juvenis. Ao deixar aquele time,  ele passou a segundo reserva do ponta-direita Sabará e chegou a disputar algumas partidas cruzmaltinas. Ganhou prestígio, afinal jogar na vaga do titular não era fácil. Sabará era o único ponteiro respeitado por Nílton Santos, considerado o melhor lateral-esquerdo da história do futebol brasileiro. Vanderlei, no entanto, não explodiu. O Vasco o  mandou para a Portuguesa Santista, em 1961. Ao encerrar o seu contrato, ele disse não ter se adaptado ao novo clube e voltou para o Rio de Janeiro, pensando em encerrar a carreira. Por sorte, o irmão Valdo tinha muito prestígio no futebol espanhol e conseguiu encaminhá-lo ao Elche.  
 
2 -  Na manhã de 23 de agosto de 1966, o time vascaíno treinava na praia do Leblon. Após os trabalhos, os jogadores foram para o banho de mar. Alcir, Jorge Andrade e Sérgio quase foram tragados pelas ondas. Foram salvos pelo goleiro Amauri, bom nadador, e pelos salva-vidas Ranílson e Elmir. O apoiador Alcir contou ter sentido câimbras e, por estar longe da praia, sentiu-se sem condições de voltar à praia. Começou a pedir socorro, pois a correnteza estava forte, e carregava, também os outros dois companheiros, que estavam por perto. Ao chegar até Alcir, o goleiro Amauri o segurou por baixo e levantou a sua cabeça, para impedi-lo de beber água. Enquanto isso, os salva-vidas recuperavam Jorge e Sérgio. Na praia, Alcir recebeu aplicação de respiração artificial, para expelir a água que tivesse ingerido. Foi um tremendo susto para a turma do treinador Zezé Moreira..
 
3 - Se a temperatura de um time fosse medido por insucessos diante de grande rivais do estado rival, o Vasco estaria perfeitamente encaixado no termômetro daquela ‘fritura”. Durante o Torneio Rio-São Paulo-1965, pisou na bola, seguida e horrosamente, diante dos paulistanos Corinthians e Palmeiras. Para o primeiro, caiu, por 1 x 3, em 14 de fevereiro, no Pacaembu. Além de jogar pouco, mostrou ao ‘Verdão’ que bastaria forçar a barra,  que o venceria fácil. E foi o que rolou, no dia 7 de março, dentro do Maracanã. Além de ser goleado, por 1 x 4, o Vasco ainda sofreu o gol – marcado pelo ponta-direita pernambucano Gildo – então mais rápido do futebol, aos 7 segundos.
O time vascaíno daquele tempo era comandado pelo treinador Zezé Moreira e teve, nos dois compromissos, esta rapaziada: Levis; Joel (Ari), Brito, Fontana e Barbosinha (Oldair); Maranhão e Lorico; Luisinho Goiano, Célio, Saulzinho (Mário ‘Tilico’) e Zezinho.

4 -  Em 16 de novembro de 1930, o Vasco recebia, em São Januário,  a visitas do seu então maior rival, o América. E perdia, por 0 x 1, nos minutos derradeiros da partida. De repente, a torcida invadiu o gramado, e o jogo teve de ser suspenso.  Os dois minutos e 30 segundos que ficaram faltando, foram disputados cinco dias depois. Mas a catimba vascaína não funcionou. A sua rapaziada não conseguiu "meter o pé na rede" e o placar ficou naquilo. Então, o Vasco ficou vice e o América terceiro colocado. A taça foi parar nas mãos dos botafoguenses.


5 - Em 1968, dos quatro jogos disputados contra o Botafogo, o Vasco perdeu , exatamente, o que não podia: 0 x 4, na decisão do Campeonato Carioca. Aconteceu em 9 de junho, no Maracanã, pela última rodada da disputa – no clássico do primeiro turno, a rapaziada havia mandado 2 x 0, em 28 de abril, no mesmo estádio. Depois do Campeonato Carioca, o Vasco enfrentou o Botafogo mais duas oportunidades. Empatou, por 1 x 1, pela Taça Guanabara, em 28 de julho, e o venceu, por 2 x 1, em 5 de outubro, pela Taça de Prata, um dos embriões do Brasileirão.  
 
6 -  A temporada carioca-1962 seria de era caça ao Botafogo. E foi o que o Vasco e os demais rivais a fizeram. Campeão estadual-1961, do Torneio Rio-São Paulo-1962, e contando com Nílton Santos, Garrincha, Didi, Amarildo e Zagallo, todos bicampeões mundiais na Copa do Mundo do Chile, os alvinegros eram “os caras”. Mesmo assim, o Vasco prometia encará-los. O venceu, por 1 x 0, no primeiro turno, e empatou, por 1 x 1, não returno. Os vascaínos  tiveram chances de quebrar o jejum de títulos, de quatro temporadas. O problema foi tropeços impensáveis. Como o de 18 de novembro: 1 x 1 São Cristóvão, dentro de São Januário. A rapaziada estava invicta, há quatro jogos, e o adversário era candidato à terceira goleada cruzmaltina seguida, após 5 x 1 Madureira e 5 x 0 Canto do Rio. Rolou a bola e Saulzinho abriu o placar, aos 25 minutos. Seria o começo da balaiada. Só que o adversário empatou, aos 38, e o Vasco não conseguiu dobrar o “Santo”, que deu uma ajudinha ao Botafogo.

8 - O Vasco havia sido bicampeão estadual-RJ, em 1987/1988. E tinha tudo para ser o campeão brasileiro na última destas duas temporadas,  quando o Campeonato Brasileiro teve o nome de Copa União.  Foi o melhor time das duas etapas classificatórias, mas não chegou às fases decisivas. No primeiro turno,  fez 27 pontos, em 12 compromissos, com 7 vitórias, 3 empates, 2 derrotas e saldo de 8 gols, sendo o primeiro do Grupo B. No returno, a campanha foi ainda melhor, sem derrotas. Repetiu os 27 pontos da fase anterior (23 de 6 vitórias e 5 empates, além de 4 pontos extras), em 11 jogos sem derrotas. Teve um saldo de 12 gols.
 
9 - Para chegar à segunda fase do Brasileirão-1988, o Vasco teria que eliminar o Fluminense, em um “mata-mata” de dois jogos.  Um adversário que fora o pior do Grupo A do segundo turno, com apenas duas vitórias (5 derrotas e 4 empates). Juntando-se os dois turnos classificatórios, o Vasco colocou 16 pontos de vantagem sobre os tricolores.  E veio a definição da vaga às quartas-de-final, após uma paralização das disputas, na virada do ano. No primeiro duelo, o Vasco caiu, por 0 x 1. Recuperou-se no segundo, mandando 2 x 1. Como era necessário uma prorrogação, perdeu, por 0 x 2. E de nada adiantou a sua melhor campanha geral em dois turnos, somando 54 pontos, oito a mais do que o segundo colocado no geral, o Internacional-RS (46) e 10 à frente do terceiro, o Bahia (44).  

 10 - Pelas rodadas seguintes,  os baianos eliminaram Sport Recife e Fluminense, enquanto os gaúchos tiraram Cruzeiro e Grêmio. E foram para as finais, com título indo para a Bahia. Detalhe, o Bahia foi campeão com 56 pontos, um menos do que a fatura total do Vasco (57).  O regulamento deixou o time do treinador Carlos Alberto Zanata, ex-meio-campista vascaíno, em quinto lugar, atrás, ainda, de Internacional (55),  Fluminense (42) e Grêmio-RS (41). Coisas de cartola brasileiro.   

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

VASCO DA GAMA 1 X 1 CORINTHIANS

A angústia continua. O "Almirante" saiu na frente, mas não conseguiu segurar os corintianos e ficou na igualdade no placar, o que não foi bom, pois a rapaziada ficou com a obrigação de vencer os três últimos jogos e ainda torcer por tropeços de Avaí, Figueirense e Coritiba.
Júlio César abriu o marcador, aso 26 minutos do segundo tempo. Mas uma fala elementar da zaga, deixando um atacante corintino livre para cabecear a bola resulto no empate apiado por Anderson Darnco-RS. 
O Vasco jogou com: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Serginho, Diguinho (Rafael Vaz), Andrezinho e Nenê; Rafael Silva (Jorge Henrique) e Riascos (Eder Luis). Técnico: Jorginho Amorim. O Corinthians foi; Cássio; Edilson, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf (Bruno Henrique), Elias (Lucca), Jadson e Renato Augusto (Rodriguinho); Malcom e Vagner Love. Técnico: Tite.

 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

TRAGÉDIAS DA COLINA - PISADA

 Em 1957, o Campeonato de Futebol do RJ seria de festejos. Comemoraria bodas de prata, 50 anos de bola rolando, juntando fase amadora e profissional. Campeão da temporada anterior, o Vasco fora escalado para abrir o certame prateado, enfrentando o Fluminense, em 21 de julho. No que deu? Um dia para a torcida cruzmaltina esquecer. O time esteve irreconhecível e foi goleado, por 5 x 2, pelo velho freguês Fluminense.
O clássico rolou no Maracanã, com apito de Alberto da Gama Malcher, público de 51.820- pagantes e renda de Cr$ 1 milhão, 411 mil, 361 cruzeiros, a moeda da época. Telê Santana abriu o placar, com dois minutos. Pinga empatou, aos 27. Nove minutos depois, os tricolores voltaram a passar à frente, com um chute de Escurinho, fechando a etapa inicial nos 2 x 1. No segundo tempo, aos 53, Léo aumentou: 3 x 1. Laerte diminuiu, para 2 x 3, aos 61, mas acabou-se, por ali, o estoque de gols vascaínos. Valdo, as 77, e Léo, aos 82, completaram a bagaceira.
Valdo cabeceia para marcar mais um gol tricolor em dia de vexame total da "Turma da Colina"
Com Martin Francisco comandando a rapaziada, o Vasco teve: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter Marciano e Pinga. O Fluminense, treinado por Silvio Pirilo, foi: Castilho, Cacá e Pinheiro; Ivan, Clóvis e Paulo; Telê, Valdo, Léo, Róbson e Escurinho. (foto reproduzida de Manchete Esportiva Nº 158, de 29.11.1958). Na época,as fotos não eram assinadas. No entanto, o expediente da revista apontava estes fotógrafos: Nicolau Drei (chefe de departamento), Felisberto Rogério, Jader Neves, Gervásio Batista, Janikel Gonczarowska, Ângelo Gomes, Juvenil de Souza,  Orlando Alli, José Avelino, Cartlos Kerr, Dílson Martins, Gil Pinheiro, Ivo Barretti, Vítor Gomes, Adão Nascimento, Tolentino Gomes e Romualdo Cézar Albengo.    

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

VASCO VISITA O MARANHÃO


Campeão carioca-1956, o Vasco de Martim Francico (de branco),
empatou no Maranhão. _
 O Vasco havia sido o campeão carioca de 1956 e estava em campanha pelo bi. Vencera dois dos três jogos disputados e aproveitara a folga na tabela, para fazer um amistoso em São Luis do Maranhão.
 Em 15 de agosto, o técnico Martim Francisco fez desfilar pelo gramado do Estádio Nhozinho Santos uma verdadeira constelação de astros: Hélio, Paulinho de Almeida, Bellini, Orlando, Coronel (Ortunho), Clever (Viana), Lierte (Iedo), Guimarães, Válter Marciano, Livinho (Waldemar) e Pinga.
 O torcedor da terra ficou com a respiração presa, vendo atletas que lhe encantavam pelo que contavam os narradores da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, a mais potente da América do Sul.
E rolou a bola naquela quinta-feira de tanta expectativa na “Ilha do Amor”,como os habitantes da capital maranhense chamam a sua cidade. Válter e Livinho cumpriram com as suas obrigações, mandando bola no filó. Mas, para surpresa geral, o desafiante Sampaio Corrêa conseguiu arrancar um empate, por 2 x 2, no primeiro jogo entre os dois clubes.
Passados quase 17 anos, em 19 de maio de 1974, o Sampaio pregou uma nova peça aos favoritos vascaínos. Valendo pelo Campeonato Brasileiro, no mesmo local, diante de 17.300 pagantes, que gastaram Cr$ 122.097 cruzeiros para tirarem ao chapéu à “Turma da Colina”, o time que temo apelido de “Bolivianos” venceu, em um domingo, por 2 x 0. Fora a primeira tropeçada brava da rapaziada na campanha do seu primeiro título do Brasileirão daquela temporada. Quem foram os caras? Andrada; Paulo César, Joel Santana, Fidélis e Alfinete; Gaúcho e Peres; Luíz Carlos Lemos, Fred, Roberto Dinamite e Galdino (Bill), comandados por Mario Travaglini. Uma tragedinha.

domingo, 15 de novembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ANITA, A PRIMEIRÍSSIMA MISS BRASÍLIA

Anita de Souza Lopes Tissiani, goiana, de  Formosa, foi a primeira garota do Planalto Central a colocar no peito a faixa de Miss Brasília. Ela disputou, com Terezinha Pires, que representava a Novacap, um concurso de beleza projetado a fim de arrecadar  dinheiro para a construção da capela de Dom Bosco, na então Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante. Obteve 54.340 votos, contra 23.430 da adversária.
Conta o pesquisador Gustavo Chauvet, em seu livro "Brasília e Formosa, 4.500 anos de história", que Anita foi uma das tantas candangas que pegaram o caminhão em sua terra e morou em barraco de lona na construínte nova capital do país. Seu pai, então, montou um açougue vizinho ao único consultório dentário, perto do Cine Bandeirante, onde um irmão dela arrumou emprego projetando os filmes. Quanto à festa em que ela brilhou, revela Chauvet que  foi no Clube Social Recreativo Bandeirante  e que Anita dançou a primeira valsa com o presidente da Companhia Construtora da Nova Capital, Ernesto Silva. "No dia seguinte, posou para fotos, com o vestido de organza fabricado, especialmente, em Formosa, para a ocasião". Chauvet pesquisou, também, os jornais da época e encontrou esta manchete do Jornal do Planalto: "Formosa brilhou em Brasília".
     
Anita de Souza Lopes Tissiani, Goias, from Formosa, was the first Central Plateau girl to put on chest the range of Miss Brasilia. She played with Terezinha Pires, who represented the Novacap, a beauty contest designed to raise money to build the Don Bosco Chapel, then the Free City today Casco. She received 54,340 votes, against 23,430 the oponente.Says the researcher Gustavo Chauvet, in his book "Brasilia and Formosa, 4500 years of history," Anita was one of the many candangas that pick up truck on his land and lived in shack canvas in construínte new capital of the country. His father then rode a neighbor to butcher one dental office near the Bandeirante Cine, where a her brother got a job designing the movies. As for the party she shone, Chauvet reveals that it was the Social Club Recreativo Bandeirante and Anita danced the first waltz with the president of the New Capital Construction Company, Ernesto Silva. "The next day, posed for pictures with the organza dress made especially in Taiwan, for the occasion." Chauvet researched also the newspapers and found this Plateau Journal headline: "Formosa shone in Brasilia".




     

CALENDÁRIO DA COLINA - NOVEMBRO, 15


O Club de Regatas Vaso da Gama tem vivido, absolutamente, sob regime presidencialista. Na Colina, o  "homem"  manda, e acabou. E assim  tem sido, também, no placar. O  15 de novembro,  data da proclamação da república no Brasil, é a data com mais comemorações da galera. São 20 vitórias e seis empates. Nem na data de aniversário, 21 de agosto, rola tanta festa. De quebra, com quatro goleadas. Conferindo?

VASCO 6 X 1 CARIOCA-RJ – Amistoso de 1931, dos primeiros seis anos de bola rolando nos pés da rapaziada. Russinho marcou três e Tinoco, Mário Mattos e Sant´Ánna completaram a balaiada. Entre Segunda e Primeira Divisões, e um jogo de um tal Tornei Preparatório-1932, o "Almirante" cruzou por 16 vezes com o adversário já inexistente, vencendo 9, empatando 3 e escorregando em outros 3 pegas.   
VASCO 4 X 0 PORTUGUESA SANTISTA –  Jogo 577 da história cruzmaltina, em 1935, e o terceiro dos cinco amistosos disputados contra o time de Santos-SP, batido em quatro deles. Este sacode rolou São Januário, com Luís de Caarvalho, Kuko, Itália e Zarzur batendo no filó. DETALHE: o primeiro encontro entre os dois clubes, em 1928, foi, também,  na Colina, e a "Lusinha" mandou 5 x 3, mesmo placar de Vasco x Santos, na inauguração da casa colineiro, em 3 de março de 1927.

VASCO 2 X 0 BANGU - Campeonato Carioca-1936, domingo, no estádio da Rua Ferrer. Era o 7º encontro entre os dois, por Estaduais, sendo que aquele fora por um dos dois disputados durante uma bagunçada temporada, come jogos pela Federação Metropolitana de Desportos, vencida pelo "Almirante", e pela Liga Carioca de Football. Virgílio Fredrighi apitou e Jaci e Lauro marcaram os gols do time do treaandor Harry Welfare, que escalou: Rei, Poroto e Itália; Oscarino, Zarzur e Calocero; Orlando, Jaci, Lauro, Nena e Luna.
VASCO 7 x 1 OLARIA - Campeonato Carioca-1937, em uma segunda-feira, no campo da Rua Cândido Silva, com apito de José Pinto Lopes, o Badu. O "Almirante" já navegava sob o comando do uruguaio Carlos Scarone e teve as sus bolas no barbante mandadas por  Lindo (2), Alfredo (2), Luna, Niginho, e Feitiço. Enfeitiçaram o time da Rua Bariri: Joel, Poroto e Italia; Oscarino, Zarzur e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho (Raul), Feitiço e Luna. DETALHE: pesquisadores divergem sobre a escalação de Oscarino, ou de Rafa, na chamada linha média.
VASCO 3 X 1 SAMPAIO-RJ - Amistoso de 1942, fora de casa, com gols marcados por Xavier (2)  e Argemiro. Jogo 877 da história cruzmaltina.  


VASCO 8 X 0 JABAQUARA – Segundo dos dois amistosos  já disputados pelos dois clubes. Friaça (3), Lelé (2), Ipojuan (2) e Isaías castigaram o desafiante, que caía, pela segunda vez, pelo mesmo número de gols. Em 7 de janeiro de 1945, amargara 8 x 1, em São Januário. DETALHE: um atacante que fez muito sucesso, em início de carreira, no “Jabuca”, tornou-se um dos maiores ídolos da torcida vascaína na década-1960, o  goleador Célio Taveira Filho, o quarto agachado, da esquerda para a direita, nesta foto enviada pela sua filha Camila.

VASCO 2 X 0 SANTO ANTÔNO - Terceiro dos cinco amistosos disputados com o clube capixaba, vencido em todos. Este aconteceu em uma terça-feira em que o "Santo" convidou o "Almirante" para aproveitar o feriado e tomar umas pingas. Do que Pinga levou a sério e desceu um gole no filó, mesmo gesto de Sabará. E, já que o feriadão era dia de molhar o pescoço por dentro, o técnico Flávio Costa mandou à farra  quase todo o seu grupo: Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida (Dario), Bellini (Haroldo), Orlando, Beto, Laerte (Jophe), Sabará (Ademir Menezes), Válter Marciano (Iedo), Vavá, Pinga e Parodi (Alvinho).    
VASCO 4 x 1 CRUZEIRO - Décimo dos 18 amistosos com os estrelados, "desbrilhados" em 10 – houve mais 5 empates e 3 pisadas vascaínas na cebolinha. Rolo de uma quinta-feira de 1956, mais esculhambado do que o citado acima. O "Almirante" mandou ao relvado todos os seus titulares e reservas. Sacanagem do técnico Martim Francisco, que era mineiro. Aconteceu no Estádio da Alameda, em Belo Horizonte, com goleada de virada. Pinga, aos 22, empatou. No segundo tempo, Laerte, aos 3; Artoff, aos 6, e Valmir, aos 8, deixaram a Raposa de quatro. Martim Francisco foi o técnico vascaíno e a formação esta: Carlos Alberto (Sivuca),  Paulinho de Almeida (Ortunho), Bellini (Haroldo), Orlando (Jophre), Laerte (Delci), Coronel (Cléver), Sabará (Valmir),  Livinho (Ceninho), Vavá (Artoff), Válter (Roberto Pinto) e Pinga (Lierte).   

VASCO 5 x 1 BRASIL BANDEIRANTE – O adversário que convidou para este amistoso de 1957, é da cidade paulista de Marília. O "Almirante" o registrou como a sua 1.709ª navegação de cabotagem.
VASCO 4 X 2 BOTAFOGO - A proclamação da república deu-se no Campo Aclamação, que virou Praça da República, no Rio de Janeiro de 1889. Longe do Maracanã, 70 anos depois da troca de nomes, a rapaziada proclamou uma goleada. Alberto da Gama Malcher apitou e até o  "Enciclopédia" Nílton Santos, que sabia tudo de bola, colaborou, marcando um gol contra os alvinegros.Pinga pingou mais dois e Sabará fechou a conta. Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, anotou em sua grade: Miguel, Paulinho de Almeida, Russo, Bellini, Écio, Coronel, Sabará, Almir, Delém, Roberto Pinto e Pinga estavam lá. 
 
VASCO 3 X 1 YPIRANGA-BA - Sétimo dos nove amistosos preliados com o "time canário" da Boa Terra, todos em Salvador, com sete vitórias cruzmaltinas e duas pisadas no acarajé. Este foi em 1960, na antiga Fonte Nova, com Delém (2) e Sabará provando do tempero da baiana, em uma apimentada terça-feira.

VASCO 5 X 0 CANTO DO RIO – Campeonato Carioca-1962 e goleada na casa do adversário, o estádio Caio Martins, em Niterói.  Cláudio Magalhães apitou e o meia baiano baixinho Viladônega foi o "cara", deixando dois na caçapa. Da Silva, Saulzinho e Lorico esticaram o placar para o time de Jorge Viei, que lançou:  Ita (Humberto Torgado), Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Villadoniga, Saulzinho e Da Silva. Jogo 44 entre os dois times, por Estaduais, jogado em uma terça-feira.
VASCO 2 X 0 PORTO ALEGRE-RJ – Único amistoso entre os dois times, rolado em um domingo, de 1964, na casa do adversário, com a dupla infernal Mário "Tilico" e Célio levando trabalho ao preenchedor de súmula. Jogo 1.161 da história vascaína.

VASCO 3 x 0 TREZE-PB - Em 1975, amistoso a convite de um clube alvinegro. Paulo Roberto (2) e Roberto Dinamite "robertizaram" o placar naquela que foi a 2.893ª apresentação da esquadra do "Almirante", daquela vez, aportando em Campina Grande, terra de  muitos torcedores vascaínos paraibanos. 

VASCO 1 X 0 CENTRAL -  Campeonato Brasileiro-1979, em uma quinta-feira, no Estádio Pedro Vitor de Albuquerque, na pernambucana  Caruaru. Único pega entre os dois times, com Zandonaide aparecendo na rede, aos 8 minutos. Saul Mendes-BA apitou e Oto Glória escalou: Leão; Paulinho II, Orlando "Lelé", Ivan e Paulo César; Zé Mário, Guina  (Dudu) e Zandonaide; Katinha, Roberto Dinamite e Paulinho Massariol (Wilsinho). 

VASCO 1 X 0 BANGU - Terceiro turno do Estadual-1981, no
Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho. Roberto Dinamite explodiu o filó, aos 33 minutos do segundo tempo desse jogo apitado por Edson Alcântara Amorim-MG, assistido por 8 328 pagantes. Foi o 126º encontro entre ambos, pela temporada oficial carioca, quando Antônio Lopes levou à Moça Bonita, em um domingo: Mazaropi; Rosemiro, Serginho, Ivã e João Luis; Dudu, Amauri e Marquinho; Wilsinho, Roberto e Zé Luis (Zinho).   
VASCO 6 X 1 AVAÍ-SC - No 15 de novembro de 1983, quando entregou à sua torcida o estádio Aderbal Ramos da Silva, mais conhecido por Ressacada, o alviazul catarinense convidou o "Almirante" para a sua festa. Com capacidade para 27 mil espectadores,  à Rua Tenente Calandrini, s/nº, em Florianópolis, a casa teve as suas redes inauguradas pelo vascaíno Vilson Taddei, aos 5 minutos. E ele voltou a "beijar o véu da noiva", aos 12. Aí desembestou a coisa. Marcelo, aos 19, fez o seu primeiro, e voltou ao filó, aos 40 e aos 45 do segundo tempo. No meio disso, aos 42 da mesma etapa final, Dudu havia passado por lá. Celso Bozzano apitou e, a convite de Oto Glória,  esta moçada participou e fez a festa: Roberto Costa; Edevaldo, Chagas, Nenê e Roberto Teixeira; Serginho, Oliveira (Geovani), Vílson Tadei e Ernâni (Dudu); Marcelo e Paulo Egídio (Júlio César). O Avaí foi: Gílson; Assis, Gildo (Caco), Gilberto e Tião; Careca, Bira Lopes, Osmarzinho (Zé Carlos), e Amarildo; Bizu (Décio) e Passos (Nezinho). Técnico: Ladinho.

 VASCO 3 X 0 JUVENTUDE-RES - Semifinais do Campeonato Brasileiro-1997. Em um sábado, no antigo Estádio Olímpico, em Porto Alegre, a rapaziada venceu até com tranquilidade, embora o zagueiro Odvan tivesse sido expulso de campo. Juninho Pernambucano, aos 28; Adílson (contra), aos 45, e Edmundo, aos 90 minutos, selaram o placar da partida em que os cruzmaltinos quebraram um tabu: venceram o time de Caxias do Sul, pela primeira vez, em quatro jogos do Brasileirão. Para isso, o treinador Antônio Lopes mandou a campo: Carlos Germano; Maricá (Válber), Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha, Nasa, Ramon Menezes e Juninho Pernambucano (Nélson); Edmundo e Evair (Alex Pinho).    
VASCO 2 X 0 GRÊMIO-RS - Romário, aos 33 minutos do primeiro tempo, e Léo Lima, aos, 6 da etapa final, foram os caras que aconteceram neste pega de uma quinta-feira, pela 24º rodada do Campeonato Brasileiro-2001, em São Januário. O juiz foi Edílson Pereira de Carvalho-SP e este foi o jogo 4.842 da história vascaína – 32º entre os dois times, por Brasileirões. O treinador Paulo César Gusmão agradeceu a: Helton, Rafael (André Ladaga), Geder, João Carlos, Gilberto, Fabiano Eller, Jamir, Donizete Oliveira, Geovani (Botti), Romário  e Léo Lima (Ely Thadeu). Com o resultado, a rapaziada atingiu quatro duelos de invencibilidade diante dos gaúchos, pela competição.      

Engrossam a VASCODTA 15 de novembro: 1 x 1 Palestra Itália-SP, em 1924;  Vasco 1 x 1 Flamengo, em 1925; Vasco 2 x 2 América-RJ, em 1927;  Vasco 1 x 1 América-RJ, em 1929; 1973 - Vasco 1 X 1 Olaria; Vasco 1 x 1 Santos, em 1993