Vasco

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FECHADO PARA BALANÇO - VASCO-2015

No futebol, o Vasco quebrou o tabu, de 12 temporadas sem conquistar o título estadual, mas foi rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Pela terceira vez, em sete temporadas.
Por ter feito um péssimo primeiro turno, perdendo, no Maracanã, ou em São Januário – para Coritiba, Figueirense, Ponte Preta (tecnicamente, iguais) e os irregulares Palmeiras e Fluminense – e empatando – Goiás, Chapecoense e Joinville –, a queda foi mais do que merecida. Em alguns jogos, a rapaziada cedeu o empate – Avaí, Chapecoense, São Paulo e Corinthians – perto do final das partidas.
O goleador Gilberto foi decisivo nas partidas finais do Campeonato Estadual
Com o treinador Jorginho Amorim, seu ex-atleta, e o meia Nenê, o time vascaíno cresceu de produção n returno. Ainda escorregou fatal, mas chegou a ficar vários jogos invicto. Foi rebaixado perdendo menos do que o Flamengo. Pelo Estadual, o título foi indiscutível. A turma venceu todos os grandes rivais.
Pela Copa do Brasil, o time foi até as semifinais. Eliminou o seu grande rival Flamengo.
SANGUE NOVO – A temporada-2015 revelou várias promessas na Colina. A “jovemzada” conquistou nove troféus, o que não rolava desde 1998, quando a patota liderou o pódio em 11 oportunidades. O título mais + mais saiu da garotada sub-17, em São Januário, onde os juvenis venceram o Flamengo, por 1 x 0, e levaram o Campeonato Estadual, após 15 anos na fila. Faturaram, ainda, a Taça Guanabara e a Copa Leão da Serra.
A gurizada sub-15, também, fez a sua parte. Os infantis cravaram15 vitórias, em 15 jogos. Na final, bateram o Flamengo e carregaram a Taça Guanabara, outro feito dentro do gramado colineiro. A pirralhadas mandou ver, ainda, carregando os canecos das Copas Guri e Tigres. As categorias iniciais (sub-9, sub-11 e sub-13) levaram mais três canequinhos para a Rua General Almério de Moura. Os “fraldinhas” e os pré-mirim ganharam o Festival de Futebol Infantil (Festbolin), tendo por adversários, na final, Olaria e Flamengo.
Os garotos do time júnior não canecaram, em 2015, mas já começaram a pintar no time principal, entre eles Gabriel Félix, Mateus Vital e Renato Kayzer, relacionados, pelo treinador Jorginho Amorim, para as últimas rodadas do Brasileirão. Lorran e Matheus Índio, também foram utilizados pelo time A, em outras oportunidades. Para 2016, estão planejas as promoções de Kadu Fernandes, Andrey Ramos e Evander Ferreira.

ATLETISMO - A compensação do rebaixamento do futebol no Brasileirão foi o excelente desempenho da turma do atletismo, conquistando o Troféu Eficiência, o título mais valioso da temporada carioca, concedido ao clube com melhores resultados, entre todas as categorias,  masculinas e femininas, durante o transcorrer do ano, em disputas da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro.
A turma de São Januário, que teve por coordenadora técnica Solange Chagas, somou 59 pontos ganhos, 21 a mais do que o segundo colocado, o Instituto Ideal Brasil (38), e  33 à frente do terceiro, o Instituto Lançar-se para o Futuro/BRF (26). Também nas provas interestaduais a moçada fez bonito. Por exemplo, na Taça Brasil Sub-18, com vitórias individuais das gatinhas Uhuru Figueira e Maria Vitória. Aos 24 anos, Uhuru foi campeã dos Jogos Abertos de São Paulo, nos 400 e nos 800 metros rasos. Vitória, de 15 anos, fez valer o seu nome ficando campeã brasileira mirim no salto triplo e no salto em distância.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

BELLINI, O MAIS FAMOSO CAPITÃO CANARINHO

Bellini foi uma do maiores levantadores de taças do futebol brasileiro
Classe, ele não tinha. Nenhuma! Mas raça e liderança lhe sobravam. Tanto que ganhou dos colegas de Vasco da Gama o apelido de "Boi". Trabalhava tão duro nas partidas, sem se queixar de nada, que mais parecia o animal que era ferroado nos antigos engenhos de açúcar.
 Quem não perdeu tempo vendo aquela qualidade do zagueiro Hideraldo Luís Bellini foi o treinador Flávio Costa. Investiu no seu modo de jogar, com a recomendação de jamais tentar inventar.
  Pois bem! O jeito desajeitado, bastante "desclassificado" pelos torcedores rivais, devido aos muitos estouros de bola, era a "marca registrada" de Bellini. Levou um presidente vascaíno a dizer a Flávio que não iria ao estádio, caso ele escalasse "aquele zagueiro durão que só faz despachar a bola para a frente". Flávio Rodrigues Costa respondeu-lhe:" Então, prepara-se para ficar sem muito tempo sem ir ao Maracanã".
Bellini passou uma década intocável na zaga cruzmaltina. Líder incontestável, chegou à Seleção Brasileira. Às vésperas da Copa do Mundo-1958, na Suécia, a equipe ainda não tinha um capitão. Nílton Santos, convidado, recusou e indicou Bellini. E o "xerifão" botou moral na zaga, ao lado do colega vascaíno Orlando Peçanha de Carvalho, deixando a rapaziada tranquila lá na frente. Terminou o torneio tornando-se o primeiro a erguer a taça de campeão do mundo.
A "Revista do Esporte" que circulou com data de 30 de julho de 1960, com o Nº 73, considerou  Bellini "o mais famoso capitão que já passou pelo nosso escrete". Realmente, seus sucessores campeões do mundo – Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Carlos Caetano Bledorn Verri (Dunga) e Marcos Evangelista de Morais (Cafu) – foram grandes jogadores, mas não atingiram a sua mística. Na foto, Bellini ergue a Copa Roca, que o time canarinho conquistou, em Buenos Aires, em 1960, contando, além dele, com cinco atletas cruzmaltinos – Écio, Almir, Sabará e Delém – e uma cria de São Januário, o zagueiro Aldemar.   (Foto reproduzida da Revista do Esporte).

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CRUZMALTINOS CHEGAM BEM NO PLACAR

Ao longo da história do jornalismo esportivo brasileiro, as revistas repetiram bastante vários itens. Sem problemas. O futebol pede isso. Como eleições de atletas. Se na década-1960, a "Revista do Esporte" elegia até "o maior torcedor",  trinta aos depois "Placar" não fugiu desse lance, e saiu à procura do "Craque do Ano", a partir de 1981. 
Para chegar ao vencedor, a revista da Editora Abril instituiu três votações: dos leitores, de jornalistas esportivos indicados pela sua direção e a dos seus representantes. Os primeiros votavam pelo cupom que você vê abaixo, podendo escolher, indistintamente, atletas brasileiros e estrangeiros, desde que estivessem atuando em clubes do Brasil. Malandramente, não aceitava-se voto por xerox, o que exigia-se a compra da edição semanal .
O pleito selecionava 10 atletas, para o júri da crônica esportiva separar três. De posse da lista tríplice, a redação de "Placar" votava no vencedor– nos anos anteriores, haviam sido: 1981 - Zico, do Flamengo; 1982 - Sócrates, do Corinthians; 1983 - Sócrates e Jorginho, do Palmeiras; 1984 -  Montanaro (vôlei) e Joaquim Cruz (atletismo); 1985 - Ayrton Senna (piloto de Fórmula-1); 1986 - Careca, do São Paulo; 1987 - Taffarel (goleiro do Internacional) e Oscar Schmidt (basquetebol); 1988 - Geovani, do Vasco da Gama; 1989 - Zico.     

Para saber quem seria o "Craque do Ano-1989, a eleição foi lançada pelo Nº 1021, de 5 de janeiro de 1990, dando-se ao leitor apenas 26 dias para votar. Assim, votos chegados à redação de "Placar" a partir de 1º de fevereiro iriam para o lixo. Iriam! Como o vascaínos Bebeto deixou para trás o primeiro líder, o rubro-negro Zico, e Bismarck fez o mesmo com Taffrarel, a briga foi considerada tão boa, que a revista promoveu a primeira "virada de mesa", esticando o prazo de votação para 15 de fevereiro.  pela edição de Nº 1026, que circulou com data de 9 de fevereiro de 1990, Bebeto estava com 1. 264 votos, contra 1.237 de Zico, enquanto Bismarck somava 605 e Taffarel 601
. Outros cruzmaltinos bem votados eram Mazinho, em quinto lugar, com 430, e Roberto Dinamite, caminhando para o final da carreira, em oitavo, com 182, empatado com Túlio, que começava a aparecer, pelo Goiás. Vale ressaltar que o Dinamite, na época, estava emprestado, pelo Vasco, à Portuguesa de Desportos. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

JAIR MARINHO - VASCO DAS PÁGINAS

Reserva de Djalma Santos, durante a Copa do Mundo-1962, no Chile, o lateral-direito Jair Marinho, passou pelo Vasco, em 1967. Depois de consagrar-se pelo Fluminense (1954/1963), ele foi defender a Portuguesa de Desportos (1964/1965). No mesmo 1965, mudou-se para o Corinthians. Mas não tirava a cabeça do RJ, por ser proprietário de cinco imóveis alugados, em Niterói, e não tinha ninguém para fazer as cobranças aos inquilinos. Nada como ter amigos na praça. Ao tomar conhecimento dos problemas do seu jogador, o treinador Zezé Moreira negociou, com a diretoria corintiana, o empr4éstimo de Jair Marinho à “Turma da Colina”, para que ele resolvesse a sua vida no seu Estado. E, assim, um grande adversário tornou-se um cruzmaltino, por pouco tempo. Em 1968, já estava no peruano Alianza Lima – encerrou a carreira, em 1970, pelo Campo Grande-RJ.
Jair Marinho de Oliveira nasceu em  17 de julho de 1936, em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.  Filho de Francisco Marinho de Oliveira e de Leonor Albino Nascimento, foi cria do Flu, que o profissionalizou, em 1954. O meia vascaíno Lorico, no início da década-1960, o acusou de ser um jogador violento. Talvez, por isso, o seu apelido era “Jacaré”, por ser “mordedor”.  Jair Marinho tinha uma altura boa para os laterais-direitos do seu tempo, 1m70cm. Jogava quase sempre pesando 74 quilos, mas enrolava-se muito com a balança, que cobrava-lhe manter a cintura na marca dos 85cm. Com cabelos castanhos e professando a religião católica (devoto de Nossa Senhora das Graças e de São Jorge), ele confessava-se adorador de praia e de cinema. Ele disputou cinco jogos pela Seleção Brasileira, sem marcar gols. Aliás, só marcou dois em sua carreira: um pelo Fluminense e o outro pelo Corinthians.         
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - RAQUEL WELCH, PRIMEIRA EVA DA TELA

Raquel já era linda...
   Do pai, ela herdou nas veias correndo o sangue alemão; da mãe, o liquido vermelho inglês e escocês. A mistura gerou, em Chicago, uma das mais belas norte-americanas chegadas ao planeta para brilhar, principalmente, nas elas do cinema.
 Com 1m66cm de altura, 92cm de busto e 87,5cm de quadris, ela fez os jurados dos concursos Miss Califórnia-1964, Miss Pacífico-1965 e Miss Sexy Glamour-1966 verem que estavam diante de uma deusa. Tanto que, em 1967, os agentes cinematográficos ofereceram-lhe participar de oito filmes.
 Acostumada a explodir uma invejável plástica a bordo de biquínis, Raquel trocou tal indumentária por uma sumária roupa de pele de animais, a fim de viver uma Eva da pedra lascada, em “Um milhão de anos antes de Cristo”.  Feroz e selvagem, arrasou. Comprou passaporte para fazer uma “Viagem Fantástica”, em uma aventura por dentro do corpo humano, deparando-se com glóbulos vermelhos e o mais que nos dá a vida.
...há um milhão de anos antes de Cristo.
 Comentaristas de cinema descrevem Raquel Welch como a “típica mulher-síntese que reflete a soma de outas belezas vivas e acumuladas na telona”. Viram nela o “olhar animal” de Brigitte Bardot; a “boca quente” de Claudia Cardinali; a “curva do ventre” de Gina Lollobrigida e o “porte” de Sofia Loren.
 Raquel explicou assim tais similaridades internacionais lhe creditadas: “Cedo, descobri o gosto pela felicidade, o culto pelo esforço, a disciplina, a minha veia poética e uma grande paixão telúrica. Sou um cruzamento do calor latino com a inspiração germânica da conquista”. Pronto! Não precisava dizr mais nada.        
Father, she inherited the veins running the German blood; the mother, the English and Scottish red liquid. The generated mixture produced in Chicago, one of the most beautiful North American arrivals to the planet to shine, especially in these movie. With 1m66cm tall, 92cm bust and hips 87,5cm, she made the judges of Miss California-1964 contests, Miss Pacific-1965 and Miss Sexy Glamour-1966 see standing before a goddes. So much so that in 1967, the filmmakers hired for the eight films.
 
Used to blow up an enviable plastic aboard bikinis, Raquel changed such clothing by a summary of clothing animals, to live an Eve of chipped stone in "One Million BC". Fierce and savage, devastated. Bought passport to make a "Fantastic Voyage", with cosmonaut suit, on an adventure inside the human body, stumbling up the front with red blood cells and the more that gives us life.
 
A film commentator described Raquel Welch as the "typical woman-synthesis that reflects the sum of outas living beauty and accumulated in the movie screen." They saw it as the "Animal look" of Brigitte Bardot; the "hot mouth" Claudia Cardinali; the "curve of the belly" Gina Lollobrigida and the "size" of Sofia Loren. For her part, Rachel explained so have these international similarities: "They soon discovered a taste for happiness, the service by the effort, discipline, my poetic vein and great passion telluric. I am a Latin heat junction with German inspiration of achievement. " Ready! Dizr not need anything else.  (Imagens reproduzidas da divulgação do filme "Um milhão de anos AC).

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 27

Thomaz Soares da Silva, um cidadão nascido em 14 de setembro de 1921, em São Gonçalo-RJ – viveu até 8 de fevereiro de 2002 – e que seria, hoje, digamos, meia-atacante, tornara-se o maior craque do futebol brasileiro, a partir da década-40. Um dos seus maiores amigos era o goleador vascaíno Ademir Marques de Menezes.
Chamado de “Mestre Ziza”, pelo o jornalista italiano Girdano Fatori, da Gazzeta dello Esporte, durante a Copa do Mundo de 1950, Zizinho tinha um grande desejo: voltar a atuar, um dia, ao lado do amigo Ademir. Ele defendia o Bangu, quando, ao final de 1955, dois times argentinos – Independiente e Racing – vieram ao Rio de Janeiro, disputar o Torneio do Atlântico, contra Vasco e Flamengo. Foi então que os cruzmaltinos atenderam ao desejo do “Mestre”. Cavalheirescamente, o Bangu o emprestou, e Zizinho pôde voltar a jogar – duas vezes – , no mesmo time do centroavante que considerava um irmão. No primeiro jogo, o Vasco perdeu do Independiente, por 1 x 4, mas recuperou-se no segundo, com 3 x 2 Racing, na disputa do terceiro lugar. (veja na data 28.12).
Vasco 1 x 4 Independiente foi em 27 de dezembro de1955, no Maracanã, apitado por Harry Davis, auxiliado por Anver Bilate e Pedro Vilas Boas. Gol vascaíno foi marcado por Pedro Bala e o time de São Januário formou com: Hélio, Dario e Coronel; Mirim (Laerte), Orlando e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Ademir (Vavá), Pinga (Alvinho) e Parodi (Wilson). O paraguaio Parodi foi expulso de campo, no segundo tempo.
Três dias depois, novamente no Maracanã, a vitória cruzmaltina foi sob o apito de Charles Williams, auxiliado por Lino Teixeira e Cícero Pereira Júnior. Pedro Bala, Vavá e Pinga marcaram os gols da Turma da Colina, que foi: Hélio, Paulinho e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir).
Depois daquilo, Zizinho, ainda, voltou a ser vascaíno, mas como treinador, em 1967 e em 1972. Nesta segunda passagem, ele comandava o time que empatou, por 2 x 2, com o Flamengo, em 7 de maio, quando Tostão estreava como vascaíno.


VASCO 2 X 1 SÃO CRISTÓVÃO - No alçapão da Rua Figueira de Melo, o "Santo" engrossava o caldo. Valeu pelo Campeonato Carioca e os crumaltinos não demoraram a bater na rede, por Roberto Pìnto, aos quatro minutos. Dali a mais 20 o dono da casa respondeu no mesmo tom, com Olivar fazendo a festa. Mas pertinho do final da pugna, aos 75, Da Silva garantiu a vitória da "Turma da Colina".
O jogo foi apitado por Waldir Rocha Lima, rendeu  Cr$ 102 mil,.740 cruzeiros e teve o time dirigido pelo treinador Paulo Amaral formando assim: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Nivaldo e Barbosinha; Sabará, Viladoniga, Javan, Roberto Pinto e Da Silva. Detalhe: o comandante do time anfitrião era Danilo Alvim, que havia sido um dos principais ídolos das torcida vascaína até 1952.

VASCODATA: 27.12.1953 – Vasco 1 x 1 Botafogo;  27.12.1955 - Vasco 1 x 4 Independiente-ARG; 27.12.1961 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 27.12.2000 – Vasco 1 x 1 São Caetano-SP. 

 




 

        


 
Zizinho e Ademir
Zizinho e Ademir Menezes

VASCAÍNOS FATURARAM POR BAIXO

A história do futebol cruzmaltino registra jogadores que estiveram, sempre, por cima. Mas foram anunciantes por baixo. Isto é, fizeram propaganda de cuecas. Casos do goleiro Emerson Leão e do atacante Edmundo.
 Após a Copa do Mundo-1974, na então Alemanha Ocidental, o arqueiro tornou-se o primeiro atleta brasileiro a posar para as chamadas roupas de baixo. Se bem que, na época, ainda não havia vestido a camisa vascaína. Mas, depois, vestiu camisa, calão e cueca como membro da "Turma da Colina".   
Edmundo foi quase cria da casa. Passou por outras casas antes de chegar à Colina, mas foi lá que se consagrou como craque, o mais amado pela torcida colineira, depois de Roberto Dinamite. O  "Animal" marcou o seu primeiro gol  oficial em 23 de fevereiro de 1992, aliás, dois, em Vasco 4 x 0  Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Chegou ao 10º no empate, por 3 x 3, com o alagoano CSA, em 12 de setembro, seis meses depois, pela Copa do Brasil. Foi o caminho do sucesso, que incluiu cinco passagens por São Januário e o jogo de despedida. Edmundo (acima) fez publicidade para a Valisère, enquanto Emerson Leão para a Dog. 
 
 The history of football cruzmaltino register players who were, always on top. But advertisers were underneath. That is, they made propaganda underwear. Goalkeeper Emerson Leão cases and striker Edmundo. After the World Cup-1974 in West Germany, the archer became the first Brazilian athlete to pose for calls undergarments. Although at the time there was still dressed Vasco shirt. But then she wore shirt, slang and underwear as a member of the "Group of the Hill."Edmundo was almost creates the house. He passed other houses before reaching the hill, but it was there that he established himself as playmaker, the most loved by the fans colineira after Roberto Dynamite. He scored his first official goal on February 23, 1992, by the way, two, Vasco 4 x 0 Atletico-MG, the Brazilian Championship. He reached the 10th in the draw for 3 x 3, with the Alagoas CSA, on September 12, six months later, the Brazil Cup. Was the path to success, which included five stints in San Gennaro and despedida.Edmundo game (above) made advertising for Valisère while Emerson Leão for the Dog.
 
   







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sábado, 26 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLNA - 26 DE DEZEMBRO

 

26.12.1937- Vasco 0 x 0 Fluminense, pelo Campeonato Carioca.

CAMPANHA: 09.05.1937 – Vasco 1 x 3 São Cristóvão; 16.06 – Vasco 1 x 1 Madureira; 30.05 – Vascvo 1 x 0 Carioca; 13.06 – Vasco 1 x 0 Bangu; 27.06 – Vasco 3 x 1 Andarahy; 01.10 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 10.10 – Vasco 3 x 3 Flamengo; 12.10 – Vasco 3 x 3 Bangu;  17.10 – Vasco 2 x 4 Madureira; 23.10 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 31.10 – Vasco 4 x 3 América; 05.11 – Vasco 3 x 1 Portuguesa; 10.11 -  Vasco 2 x 4 Fluminense; 15.11 – Vasco 7 x 1 Olaria;  21.11 – Vasco 7 x 2 Andarahy; 28.11 – Vasco 3 x 2 São Cristóvão; 04.12 – Vasco 3 x 2 Botafogo; 08.12 – Vasco 2 x 3 América; 15.12 – Vasco 5 x 1 Olaria; 19.12 – Vasco 4 x 1 Portuguesa; 26.12 – Vasco 0 x 0.
VASCODATA: 27.12.1953 – Vasco 1 x 1 Botafogo;  27.12.1961 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 27.12.2000 – Vasco 1 x 1 São Caetano-SP. 

 
 


        


 
Zizinho e Ademir
Zizinho e Ademir Menezes

O ALMIRANTE E A LOTERIA ESPORTIVA

Esta é para quem gosta de numerologia. A história da Loteria Esportiva registra dois lances cruzmaltinos interessantes.  No Teste 333, o Vasco goleou o Madureira, por 7 x 1, figurando na “coluna 1”. Passadas 100 semanas, veio o Teste 444. Como “coluna 2”, a rapaziada mandou 4 x 1 no Fluminense.Diante do Madureira, digamos que a "Turma da Colina" não fez mais do que a sua obrigação, pois, antes daquele sacode, a “Loteca” contabilizava cinco vitórias vascaínas, uma do “Madura” e um empate. Logo, quem tem vantagem...!
 
Roberto cabeceia e Paulinho (9) observa
VASCO 7 x 1 MADUREIRA rolou em 17 de abril de 1977, um domingo, em São Januário, pelo primeiro turno do Estadual, a Taça Guanabara, com Valquir Pimentel no apito. Carlos Alberto Zanata (2), Roberto Dinamite (2), Ramon Pernambucano (2) e Luís Fumanchu fizeram o estrago, assistido por 11.055 pagantes. O time da Colina era comandado pelo “titio” Orlando Fantoni e teve:  Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio ‘Tri’; Zé Mário e Zanata;  Fumanchu, Roberto, Ramon e Dirceu Guimarães.     
 
VASCO 4 x 1 FLUMINENSE foi no domingo 27 de maio de 1979, no Maracanã, pelo .... do Campeonato Estadual, com apito de Arnaldo César Coelho e presença de 44.476 almas. Roberto Dinamite dinamitou a “cidadela tricolor", por três vezes.  Paulinho "Paulista" completou o serviço para as tropas do “sargentão” gaúcho Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ’Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).
Naquela goeladas sobre o Flu, o Vasco fez a alegria de 90 ganhadores. Cada um embolsou Cr$ 1. milhão, 294 mil, 252 cruzeiros e 58 centavos, época de inflação alta. Tanto que a vendagem da semana tem valor absurdo para hoje: 369 milhões, 786 mil, 4560 cruzeiros, provenientes de 11. 617. 791 cartões vendidos. (foto reproduzida da página 7 do Nº 428 da revista carioca "O Curingão", que circulou a partir de 31 de maio de 1979).
 Ele foi campeão carioca, em  1952, no último engate do “Expresso da Vitória” no Estadual, e dos torneios Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer e Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, ambos em  1953.
 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 25

Em 10 de abril de 1938, pelo Torneio Início,  nas Laranjeiras, a rapaziada venceu o Madureira, por 3 x 0, mas foi eliminado, no jogo seguinte, pelo Botafogo. Entre 21 de abril e 14 de agosto, rolou Tornei Municipal, sobrando om terceiro lugar. No Campeonato Carioca,   a moçada estreou estragando a festa do Flamengo, que inaugurava o seu estádio. Mandou 2 x 0 no mairo rival, em quatro de setembro.Embora o “Initium”, como a imprensa escrevia, tivesse sido jogado quase cinco meses antes, o campeonato estadual demorou a começar devido a Copa do Mundo, torneio em que o time brasileiro ficou em terceiro lugar e consagrou o atacante Leônidas da Silva, o principal artilheiro da competição e que motivou a galera. 
 Depois de bater no "Urubu", o "Almirante" seguiu invicto: 4 x 1 Madureira; 2 x 2 Bonsucesso; 3 x 3 São Cristóvão; 0 x 0 Botafogo; 3 x 0 América; 2 x 0 Bangu e 1 x 1 Fluminense. Era uma campanha de candidato ao título. Veio o segundo turno e a invencibilidade prosseguiu: 2 x 1 Flamengo; 2 x 1 Madureira e 2 x 2 Bonsucesso.  Só em 11 e 18 de dezembro o time escorregou ante Botafogo e América. E quem esperava bola de recesso pela noite do Natal enganou-se. O Vasco foi ao gramado de São Januário e voltou a capotar, desta vez diante do Bangu, por 4 x 1.
 Este foi o único jogo do Vasco nos 25 de dezembro.  Depois dele, recuperou-se goleando o São Cristóvão, por 7 x 1, e  voltou a cair – ante os tricolores – –, o que lhe deixou em quarto lugar, com 19 pontos em 16 jogos, com sete vitórias e cinco empates, marcando 37 tentos.
VASCO 4 X 1 BANGU -  O único jogo dos 25 de dezembro, naquele 1938, teve apito de Sahcnez Diaz e o gol vascaíno marcado por Fantoni. O time alinhou: Joel, Jaú e Florindo; Aguirre, Aziz e Marcelino; Lindo, Alfredo, Fantoni, Villadoniga e Luna.
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A GRAÇA DA COLINA



1 - Isso é o que se chama de "tá mais do que na cara". "Almirante" fica em cima do muro do "Placar", observando a "Estrela Solitária": 1 x 1. É o que conta a chamada de capa da revista paulistana que tem o nome das antigas tabuletas que marcavam os escores das partidas em andamento. Confere?

2 - Pelas décadas-1980/1990, a revista “Placar”, da Editora Abril, tinha um gato como personagem humorístico. Quem quisesse participar  de sua seção deveria escrever para  “A Cesta do Gato”, Caixa Postal 2372, CEP 01051,São Paulo-SP. O espaço era o do tradicional  cartas do leitores, que vem atravessando a história das revistas brasileiras. Em duas páginas, a primeira trazia o nome ‘CARTAS, em  letas maiúsculas, e o desenho do “bichano”, usando aquelas antigas máquinas de datilografia, para responder às “missivas”.  Era algo muito engraçado, bem divertido, como sempre fora a seção, desde o início da revista, em 1970, com leitores trocando farpas e caçoando com os times adversários
Pelo Nº  1036, de 27 de abril de 1990, os leitores vascaínos ocuparam o balaio do gato. Caso de Sonfirere S. de Oliveira, de Açailândia-MA. Ele queria  se corresponder com torcedoras do Vasco, de 15 a 20 anos, para falar de suas vidas particulares. E avisava não ter preconceitos de cor e nem de raça.
Desenhado sentado em uma bola (foto), com cara de injuriado, o gato pensava: Tem gente que não se enxerga”. E classificava o sujeito de nome esquisito de “O pentelho da semana”.
Enquanto isso, Nei.M.M.Filho, do RJ, mandava dizer que o Vasco jamais levai a Taça Libertadores enquanto fosse treinado por Alcir Portella, o qual via entendendo tanto de futebol quanto um astronauta norte-americano de feijoada. Sob o título “Um técnico fora de órbitas”, o gato respondia: “Sei não, mas acho que estão querendo mandar o Alcir para o espaço” – em cima do lance!  
Do lado carioca, Amarildo Alves do Carmo, da tocantinense Araguaína, mexia com os flamenguistas, dizendo-se com um problema: faltava-lhe espaço para colocar tantos "posters" do Vasco campeão na parede. E sugeria que os rubro-negros vendessem os deles para um museu. Abaixo do título “ANTIGUIDADES”, a resposta: “...do jeito que a coisa vai na Libertadores e no Carioca, acho melhor vocês se unirem  para montar um grande museu. Convidem Zico e Dinamite para prestigiar a festas e lembrar dos bons tempos”.
Seguinte: o vascaíno Amarildo cartava a conquista de sete títulos, entre 1987 e 1989 (uma Copa Ouro/EUA; um Brasileirão; bi carioca e tri do espanhol Torneio Ramón de Carranza), enquanto o Flamengo estava há quatro anos sem "canecos" estaduais e há sete sem nacionais. Quando o gato, sugeriu convidar os grandes goleadores dos dois times para relembrar velhos tempos, era porque, naquela temporada-1990, os dois times andavam pisando na bola.
Mais uma? De Campo Grande-MS, Aristeu F. Gonzaga pedia ao gato para tirar uma dúvida, que valia uma "APOSTA" (título). Ele jurava que não, mas um amigo  dizia que o zagueiro Fontana era vascaíno quando disputara a Copa do Mundo-1970, no México. O gato informava que o capixaba José de Anchieta Fontana já era um cruzeirense.   

3 - Quando o Vasco negociou o passe de Romário (sistemática antiga de transferência de atletas, abolida pela Lei Pelé), o carinha saiu destas plagas batendo nos cartolas mais do que nas suas maiores vítimas, os goleiros. Como você pode ler no balão da charge, ele considerava o futebol brasileiro desorganizado e repleto de dirigentes desonestos. A charge do Romário no auge da juventude foi criada por Orlando, para a edição de Nº 959  da revista "Placar", que circulou com data de 21 de outubro de 1988, dentro da seção "A Semana".
 Capilarmente, bons tempos aquele  em que o hoje quase careca senador eleito pelo Rio de Janeiro, com 60 milhões de votos, ainda era da turma dos cabeludos. Enfim, tudo em casa. Romário deixava a vida dos camisas 1 cabeluda, ficando careca de fazer gols.Como politico, deve ter achado, também, o caminho do gol, pois ganhou elogios atrás de elogios, sem falar, é claro, da resposta  dos "peixes" na rede, isto é, na urna.

When Vasco negotiated the pass Romario (formerly systematic transfer of athletes, abolished by Pelé Law), the guy left these shores hitting the top hats, more than in its main victims, goalkeepers. As you can read in the cartoon balloon, he considered the Brazilian football disorganized and full of dishonest leaders. The Romario of charge in the prime of youth was created by Orlando for editing # 959 of "Score" magazine, which circulated dated October 21, 1988.
  Capillary, good times that in which the balding senator elected today by Rio de Janeiro, with 60 million votes, was still the class of hairy. Anyway, all at home. Romario made life shirts 1 hairy, balding to score goals.
As political, must have thought, too, the way the game because won praise after praise, not to mention, of course, the response of "fish" in the network, that is, in the ballot box.

4 - “Sou fã de remo e gosto de acompanhar o seu blog. Moro no Rio de Janeiro e cheguei atrasado ao calçadão, por problemas no carro. Não peguei mais nenhuma regata. Mas comemorei o tri do Trofeu Brasil, há cinco anos”. “Bruno Rezende.
Brunão! Da próxima vez, arreie umas cervejinhas a menos, nas baladas do sabadão, para não culpar o carro. Você acha que me engana? Vascaíno conhece todos os golpes possíveis e imagináveis. Mas, tudo bem!  O que importa é o caneco.
O Vasco sagrou-se tri do Troféu Brasil de Remo, em 6 de dezembro de 2009, após ganhá-lo, também, em 2008 e em 2007, evidentemente. Foram cinco vitórias nas 12 finais do tri, em uma manhã de domingo de sol escaldante na Lagoa Rodrigo de Freitas. Na realidade, a rapaziada só comprovou que não dava para ninguém lhe tirar as faixas. Antes de sair no braço, estava na ponta, com quatro triunfos, contra dois do concorrente mais próximo.
O Vasco levou aquela no single skiff feminino (leve), com Camila Carvalho; four skiff feminino, com Dayane, Natasha, Kissya e Camila; double skiff masculino (leve), com Henrique Motta e Alexis Mestre; single skiff feminino (sênior), com Camila Carvalho; e o oito, remado por Renato, João, Gustavo, Alexis, Rangel, Marco, Thiago, Felipe e Castro (patrão). Abração, Bruinão. No próximo título, guarde umas cervejinhas pra gente também.













quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL-2015, VASCONAUTA!


  O Kike  gosta do espírito natalino, mas não estabelece limites para credos. Aceita todas as tendências que preguem o bem, ensinem o crescimento do homem. Então, diante da multiplicidade  de opções religiosas, pra você que é cristão, um Natal bola na rede. De placa!  (Imagem reproduzia de www.crvascodagama.com.br .

The Kike like the Christmas spirit, but sets no limits on creeds. It supports all tendencies that preach good, teach man's growth. So, given the multiplicity of religious options, for you who are Christian, a Christmas ball in the net. Card!   (Photo reproduced from www.crvascodagama.com.br.

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 24

1 - No Brasil, país com a maior população católica do planeta, a noite do 24 de dezembro é dedicada à reunião da família, para a ceia de comemoração do Natal, a considerada data de nascimento de Jesus Cristo, que celebra-se no dia seguinte. À meia-noite, celebra-se a "Missa do Galo", uma tradição inabalável em toda localidade onde haja um padre.
Esta é a única data em que um time Vasco da Gama jamais entrou em campo, a partir do seu primeiro jogo de futebol, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão. Fora a data natalina, nem o  primeiro de janeiro escapou, passando pelo bissexto 29 de fevereiro e o "fechante"  dia 31 de dezembro. Feliz Natal, vasconauta! 

In Brazil, the country with the largest Catholic population of the planet, the night of December 24 is dedicated to meeting the family, for the celebration supper of Christmas, the deemed date of birth of Jesus Christ, which is celebrated the next day. At midnight, we celebrate the "Midnight Mass" an unshakable tradition in every locality where there is a priest.
This is the only date on which a team Vasco da Gama ever took the field, from its first football game, on May 3, 1916, at the Third Division Campeonato Carioca. Off the Christmas date, neither the January 1 escaped through the leap February 29 and "bolting" December 31. Merry Christmas, vasconauta
 
2 -  This blog is dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama, founded in Rio de Janeiro , Brazil, on august 21, 1898, four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has conqusitou continentel the title on two other occasions, and various international.
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt, white or black . Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura, opened in 1927, and was once the largest in Brazil. Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas". The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. And you are welcome to Kike Ball.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 23

Em vésperas do Natal, tudo é festa. Até vestir a camisa do maior rival. Aconteceu!. Mas foi por uma boa causa e com sucesso. A data 23 de dezembro teve mais  festas para o "Almirante". Vamos ver: 

VASCO  3 X 2 BOQUEIRÃO DO PASSEIO - Jogo 27º da rapaziada, que ainda disputava a Segunda Divisão do Campeonato Carioca. Como ainda não tinha um estádio, o "Almirante" teve que ir às Laranjeiras,  em um domingo. Naquela temporada, a moçada disputou 18 jogos, com nove vitórias, quatro empates e cinco quedas. Marcou 43 e sofreu 37 gols.  

VASCO/FLAMENGO 3 X 1  RACING/INDEPENDIENTE-ARG - No 23 de dezembro de 1955 o Campeonato Carioca esteve interrompido, para rubro-negros e vascaínos formarem o combinado que enfrentou uma formação argentina. Motivo: homenagear a memória do ex-presidente do clube da Gávea, Gilberto Cardoso, que o coração matara 17 dias antes, após um jogo de basquete de seu clube.  
O Vas-Fla venceu os "hermanos", por 3 x 1, atuando com as camisas do "Urububu", no Maracanã, em prélio apitado pelo inglês Harry Davis e com gols marcados por Paulinho, aos 7 minutos; Rodolfo Michelli, aos 15; e Dida, aos 25 do primeiro tempo, e Parodi, aos 11 da etapa final. A formação juntou: Hélio (Vsc); Paulinho de Almeida (Vsc) e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Ademir Menezes (Vsc), Dida (Ademir Meneses (Vsc), Vavá (Vsc), Pinga (Vsc) e Parodi (Vsc). Os argentinos forame: Dominguez (Rac), Anido (Rac) e García Perez (Rac); Vicente (Rac) (Varacka (Ind)(Brito (Ind)), Vladilao (cap Rac) e Sivo (Rac); Rodolfo Michelli (Ind), Juárez (Ind)(Bianco (Rac), Bonelli (Ind), Grillo (Ind) e Oswaldo Cruz (Ind).

VASCO 1 X 1 OLARIA - Neste, que foi o jogo 1.639 da história cruzmaltina, a rapaziada fechou a campanha que valeu o título do Campeonato Carioca-1956, com 16 vitórias, em 22 compromissos, além de quatro empates e só dois tropeços. Foram 57 gols marcados e 17 sofridos, o que mostra a força do time montado por Martim Francisco. Naquele 23 de dezembro, a chamada "chave de ouro" fechou os portões do Estádio Doutor Mourão Filho, o chamado "alçapão" da Rua Bariri, visitada por por: Hélio, Ortunho e Bellini; Orlando, Laerte e Coronel; Valmir, Válter, Livinho, Vavá e Lierte, o autor do gol vascaíno.     
 
VASCO 3 X 1 CRUZEIRO - Aconteceu no 23 de dezembro de 2000 e a rapaziada ganhou um presentaço que a aproximou do título de campeão brasileiro da temporada.  Era um sábado, no Mineirão, em Belo Horizonte e o estádio recebera  64.287 almas, a maioria na expectativa de  ver a "Raposa" afogar o "Almirante". Mas rolou o contrário.  Aos 32 minutos, Juninho Pernambucano fez 1 x 0. Os mineiros não queiram entregar o ouro e empataram, aos 40 minutos, fechando o primeiro tempo no 1 x 1. Veio a etapa final e, aos 22 minutos, um mineirinho que havia se bandeado para as hostes cruzmatinas, o atacante Euller,  sujeito tão veloz que diziam ser “Filho do Vento, desempatou a refrega. A galera já achava que a fatura estivesse liquidada, quando Romário foi ao filó, aos 45 minutos, e fechou a conta. O anfitrião foi mal visitado pelo treinador Joel Santana e esta patota:  Hélton; Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista;  Jorginho Amorim (Henrique), Nasa, Juninho Pernambucano (Paulo Miranda) e Juninho Paulista; Euller e Romário (Pedrinho).  Aconteceu em 23 de dezembro de 2000. Pelas vésperas do Natal, um grande presente. Com ele, o Vasco aproximou-se do título de campeão brasileiro da temporada.

            "ALMIRANTE" CARREGA CANECO DOS ASPIRANTES PARA A COLINA 

 Este título saiu de uma disputa em melhor de quatro pontos, com o Fluminense. O primeiro jogo foi em 16 de dezembro, no Maracanã – preliminar da decisão do campeonato principal, entre Flu e Bangu – com os cruzmaltinos mandando 1 x 0. José Mário Vinhas apitou e o ponta-direita Joãozinho, aos 44 minutos do primeiro tempo,  mandou a bola na rede. O segundo duelo, apitado pro Geraldino César, rolou quatro dias depois, no mesmo local e, novamente, como preliminar do jogo citado acima. Houve empate, por 0 x 0.
 O pontinho que o Vasco precisava para conquistar o título dos "aspiras" foi ganho nos 2 x 1 da noite de 23 de dezembro, de virada. João Márcio abriu o placar para os tricolores, aos 20 minutos do primeiro tempo, mas Rubilota se encarregou de mudar a história, aos 44 da etapa inicial e aos 31 do período final. Pipico, aos 29 minutos do primeiro tempo, e Lula, aos 33 do segundo, foram expulsos de campo. Carlos Floriano Vidal apitou a finalíssima, também no Maracanã, auxiliado Otávio Vítor do Espírito Santo e Eurípedes Matos Carmo. O Vasco foi: Pedro Paulo; Massinha, Caxias, Russo e Jorge Andrade: Odmar e Alcir;  Joãozinho, Altamiro, Rubilota e Ronaldo. O Fluminense teve: Jorge Vitório; Laurício, Zé Luís, Lula e Baiano; Luís Henrique e Tito: Mateus, Pipico, Antunes e João Márcio.
 

TRAGÉDIAS DA COLINA - CORINTIANOS

1 - Há determinados tipos de gols sofridos que são considerados uma vergonha, pelo torcedor. O Vasco levou um deles, em 2 de julho de 1933, durante o Torneio Rio-São Paulo. Naquela oportunidade, papou um gol olímpico. A "Turma da Colina" enfrentava o Corinthians, no Estádio Alfredo Schuring, mais conhecido por Parque São Jorge, na capital paulista. Caiu, por 2 x 3, depois de virar o placar, para 2 x 1. Baianinho abriu a conta, para os anfitriões, Russinho empatou e Carreiro desempatou. No segundo tempo, Gallet voltou a deixar tudo igual, marcando o tento em cobrança de tiro livro direto, de escanteio. Por fim, Zuza fechou o placar, faltando 11 minutos para o encerramento da pugna. A moçada daquele vexame era dirigido pelo inglês Harry Welfare e formou com: Ruy (Jaguaré), Lino e Tuíca; Gringo, Fausto e Molla; Baianinho, Almir (Paranhos), Russinho, Sebo e Carreiro.
o grito do Ipiranga"!
2 - O Vasco não era campeão carioca desde 1958. Aproximava-se do final da temproada-1961, com chances de quebrar o tabu, mas, na rodada de 17 de dezembro, entregou o título, ao Botafogo, antecipadamente. Isso porque, enquanto os alvinegros venciam o América, por 2 x 1, os vascaínos perdiam, em casa, para o "freguesão" Olaria, por 2 x 3, sofrendo o "gol fatal"  a sete minutos do apito final do juiz Olavo Vítor do Espírito Santo. Detalhe: o tento da vitória olariense saiu com Navarro, que havia marcado um gol contra. Os "pisões" vascaínos do dia, comandados pelo técnico Paulo Amaral, foram: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Nivaldo e Barbosinha; Sabará, Javan, Viladônega, Roberto Pinto e Da Silva. Pra piorar, na rodada seguinte, no dia 22, o Vasco perdeu do Botafogo, por 1 x 2, com o seu capitão Bellini sendo expulso de campo, por reclamação sobre um pênalti. De nada adiantou a rapaziada vencer o São Cristóvão, na últma rodada, por 2 x 1, pois o time cruzmaltino só chegou a 16 pontos, mesma quantidade da dupla Fla-Flu, ficando em quarto lugar ao final do returno. O Vasco até venceu mais e empatou menos do que os dois. Mas perdeu mais e sofreu mais gols – no turno, o Vasco foi o segundo colocado, com 14 pontos, quatro a menos do que o primeiro, o Botafogo

 3 - A política de comunicação do presidente Getúlio Vargas entregou  à Rádio Nacional do Rio de Janeiro os transmissores mais potentes do continente sul-americano. Com isso, os times cariocas até hoje dominam as torcidas nordestinas. E o Vasco é um dos dois maiores beneficiados. Para morder uma boa grana, tirando beira no prestígio cruzmaltino empresários armaram um jogo de despedida de Sócrates, entre Vasco e o Corinthians, clube que consagrou o “Doutor”, em Juazeiro  do Norte., no Ceará. E, daquela vez, o Padim Pade Cíco não fez milagre. A galera local esperava ver a "Turma da Colina" colocando água no chope da festa do “Doutor”, mas, daquela vez, o “Padim Pade Cíço” não fez milagre, não. Era 3 de junho de 1984 e a bola rolou no Estádio Mauro Sampaio. Só que o "Almirante" não conhecia os atalhos do sertão cearense e voltou a São Januário com três gerimuns na sacola. E o pior: sofrendo gols de jogadores com apelidos terríveis: Biro-Biro, Galo e Dicão. Sócrates não atuou pela partida inteira, tendo sido substituído por Careca. Já os "pisões" da Colina foram: Acácio; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivã e Airton; Oliveira, Mario e Claudio José; Jussiê, Geovani e Vilson Tadei. Técnico:  Valinhos.

 4 - Os goleiros Mauro, à esquerda da foto (reproduzida da Revista do Esporte), e Miguel começaram como concorrentes no time juvenil do Vasco da Gama. O destino, porém, mandou o primeiro para o maior rival dos cruzmaltinos, tornando-o rubro-negro. De sua parte, o outro ficou em São Januário e sagrou-se “SuperSuperCampeão carioca”, em 1958. No dia 10 de janeiro de 1960, eles se reencontraram, no Maracanã, usando as camisas 1 dos seus respectivos times, evidentemente. Aquele “Clássico dos Milhões” valeu pelo Torneio Rio-São Paulo e quem saiu-se melhor foi o carinha da Gávea. Mauro, o ex-vascaíno, e mais 10  mandaram 1 x 0 na turma de Miguel, que era ele e Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel, na defesa; Écio e Russo, na cabeça de área; Sabará, Pinga (Teotônio), Delém, Roberto Pinto (Waldemar) e Roberto Peniche atacando, a mando do treinador “hermano” Filpo Nuñez.  Este blog vascaíno só divulga o nome de quem fez o gol porque o autor foi um cracaço, um dos maiores já surgidos na história do futebol, e merece a nossa admiração: Gérson de Oliveiras Nunes, aos 13 minutos. E o Vasco dançou durante o reencontro de velhos companheiros. Afinal, Bolero jogava no rival. (Veja a súmula completa da partida em Almanaque Vasco-1958).
 



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 22

Bela data, o 22 de dezembro. Com goleada sobre adversário forte, na casa dele, passeio pela estrela solitária de grande rival e gringo batendo recorde. Teve até "brincadeira" em clima natalino no Maracanã. Conferindo:  


VASCO 8 X 0 BONSUCESSO -  Aconteceu na Rua Teixeira de Castro, em 1940. A rapaziada fez o estrago dentro do reduto do adversário, em dose dupla. Valendo, simultaneamente, pelo Campeonato Carioca e o Torneio Rio-São Paulo. Foi o jogo que consagrou o argentino Villadoniga (foto), autor de cinco gols –  Manuel Rocha, Gonzalez e Alfredo II acabaram de descolorir os rubro-anis. Fioravante D’ Ângelo apitou a balaiada que teve estes impiedosos em ação:  Chiquinho, Jaú e Florindo; Dacunto, Zarzur e Argemiro; Manuel Rocha, Alfredo II, Villadoniga, Gonzalez e Orlando. Este é o sexto maior placar vascaíno.
Confira a ordem: 06.09.1974 – Vasco 14 x 1 Canto do Rio; 29.12.1937 – Vasco 12 x 0 Andarahy; 03.07.1949 – Vasco 11 x 0 São Cristóvão; 01.04.1927 - Vasco 11 x 0 Brasil-RJ; 19.02.1984 – Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA; 21.10.1945 – Vasco 9 x 0 Bonsucesso; 15.10.1950 – Vasco 9 x 1 Madureira; 07.04.1929 – Vasco 9 x 1 Bangu; 22.12.1940 – Vasco 8 x 0 Bonsucesso; 06.11.1955 – Vasco 8 x 0 Madureira;10.02.1998 Vasco 8 x 0 Picos-PI.     
VASCO 3 X 1 SÃO PAULO - Em 1948, um grande resultado sobre os tricolores do Morumbi vitória, amistosamente, no Pacaembu, com gols de Ademir Menezes (2) e de Ipojucan. Por aquela época, os são-paulinos eram os campeões paulistas e contavam com o goleador Leônidas da Silva, um dos maiores do futebol brasileiro, além de uma das principais linhas médias do país, Rui, Noronha e Bauer. Vicente Feola, o técnico da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, comandava aquele time. Navegação 1.180 do "Almirante", em uma quarta-feira. Passageiros da esquadra: Barbosa, Augusto e Wilson: Ely, Danilo e Jorge; Maneca, Pacheco, Dimas, Ipojucan e Chico.   

VASCO 4 X 2 BOTAFOGO - Os 22 de dezembro reservam, também, um clássico inusitado: Vasco 4 x 2 Botafogo, pelo Campeonato Carioca-1954. Só no primeiro tempo, a “Turma da Colina” fez 3 x 0. E o mais inusitado: em chute de Sabará, rolou um gol contra marcado por Nílton Santos, a “Enciclopédia”, considerado o maior lateral-esquerdo que o futebol já conheceu. E o pior: o paraguaio vascaíno Parodi fez um gol e foi expulso de campo –  Pinga e Alvinho completaram o placar da partida, no Maracanã, com renda de Cr$ 673. 278,60 e apito de Alberto da Gama Marcher. Anote os batedores em alvinegros: Victor Gonzalez; Mirim e Elias; Ely, Laerte e Dario; Sabará, Alvinho, Vavá, Pinga e Parodi.
VASCO 2 X 0 SANTA CRUZ-PE - Em uma quarta-feira, no Maracanã, tipo peladão de fim de ano. O técnico Antônio Lopes mandou pra campo 17 jogadores naquele que foi o último dos 11 amistosos já disputados contra a "Cobra Coral" de Recife, desde que a série começou, em 1936, e que somou nove triunfos da rapaziada. Jogo 4.687 da história cruzmaltina, com Romário e Viola mandando um "frevo" para as redes do visitante. Jogaram: Carlos Germano (Helton), Jorginho (Fabrício Carvalho), Odvan, Alex (Fabiano Eller), Gilberto (Flavinho), Amaral, Ramon (Alex Oliveira), Juninho (Paulo Miranda), Donizete (Viola), Romário.      

Anote mais na VASCODATA 22 de dezembro: Vasco 0 x 0 Flamengo, em 1974

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 21

Vitórias pra cima de rivais cariocas nos velhos tempos e conquista de título indiscutível, mais modernamente, marcam os 21 de dezembro vascaínos. Leia e comemore:

VASCO 3 X 2 ESPERANÇA - Jogo válido pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1919. O Kike não conseguiu mais nada sobre esta partida.


VASCO 6 X 4 COMBINADO DO RJ - Amistoso marcando o jogo 193 da rapaziada, em 1924, com o artilheiro Russinho chutando quatro bolas na rede. Hespanhol e Torterolli também mandaram ver. 

VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RJ -  A "Turma da Colina" saiu de casa para encarar o "Diabo" em seu reduto, à Rua Campos Sales, e se deu bem, em um domingo, às custas dos gols de Orlando (2) e de Carlos Leite. Valeu pelo Torneio Oscar Cox-1941, também chamado de Torneio Extra do Rio de Janeiro. O time era dirigido por Telêmaco Frazão de Lima e terminou em terceiro lugar, com 12 pontos, em 9  jogos, com 6 vitórias –  3 x 2 Bangu; 2 x 1 Canto do Rio; 4 x 1 Madureira; 4 x 0 Botafogo; 3 x 1 América e 4 x 2 Bonsucesso – e três piadas na bola. Marcou 15 e sofreu 8 tentos. No caderninho, prélio 839 da história vascaína.

VASCO 4 X 3 AMÉRICA-RJ  - .Os dois times se pegavam pela 73º vez pelo Campeonato Carioca. Na vida cruzmaltina, jogo 1.717. Rolou em um sábado, no Maracanã, com Almir Albuquerque (2), Rubens e Sabará chegando nas redes. Martim Francisco era o treinador deste timer: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Rubens, Wilson Moreira, Almir e Pingas.  
 
VASCO  0 X 0 PALMEIRAS - A rapaziada tinha 12 pontos na frente dos palmeirenses, mas, mesmo assim, o regulamento obrigava a disputar dois jogos decisivos, com os paulistas, que eram inferiores em tudo. Em 33 compromissos, a "Turma da Colina" fez 70 pontos (33 vitórias e 21 empates, marcando 69 e sofrendo 37 gols, saldo de 32), enquanto o adversário somava 58 pontos, seis vitórias e 12 gols a menos. Além de campeão, os vascaínos ainda tinham o principal artilheiro da competição, Edmundo, com 29 gols, quebrando o recorde que Reinaldo Lima, do Atlético-MG, mantinha desde 1977. Mais? Na partida de 11 de setembro, 6 x 0 sobre o União São João, de Araras-SP, o "Animal" marcara todos os tentos da pugna, recorde em uma só partida do Nacional.
Os dois duelos das finais do Campeonato Brasileiro-1997 tiveram o mesmo placar: 0 x 0. O primeiro foi no domingo 14 de dezembro, no Morumbi, em São Paulo, apitado por Antônio Pereira da Silva-GO. O Vasco, treinado por Antônio Lopes, formou com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Luisinho, Juninho Pernambucano (Mauricinho) e Ramon (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson). Nesta partida, Edmund foi expulso de campo, por jogo violento. Mas o Vasco conseguiu dar-lhe condições para a finalíssima, no "tapetão", baseado em um fato idêntico que, anteriormente, favorecera ao adversário. Assim, em 21 de dezembro de 1997, no Maracanã, em outro domingão, diante de 89.900 pagantes, o Vasco conquistou o seu terceiro título do Brasileiro  - os outros foram em 1974 e 1989 -, sob apito de Sidrack Marinho dos Santos (SE), jogando com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nasa, Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Ramón (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson).
CAMPANHA: 16.07.1997  - Vasco 1 X 2 Corinthians (gol de Edmundo); 20.07.1997 -  Vasco 3 x 3 Juventude-RS (Brener, Mauro Galvão e Maricá); 23.07.1997  - 2 x 1 São Paulo (Evair e Pedrinho); 27.07.1997 - 1 x 0 Flamengo (Pedrinho); 30.07.1997 - 2 x 0 Goiás-GO (Evair (2); 03.08.1997 - 3 x 1 Fluminense (Edmundo, Ramon e Pedrinho); 17.08.1997 - 3 x 0 Bragantino-SP (Ramon, Edmundo e Valber); 20.08.1997 - 0 x 0 América-RN; 24.08.1997 - 1 x 3 Santos (Baiano (contra); 30.08.1997 - 3 x 2 Sport-PE (Edmundo (2) e Felipe); 06.09.1997 - 1 x 3 Grêmio-RS (Ramon); 11.09.1997 -  6 x 0 União São João-SP (Edmundo (6); 14.09.1997 - 2 x 4 Vitória-BA (Pedrinho e Edmundo); 17.09.1997  - 2 x 1 Internacional-RS (Odvan e Filipe Alvim); 20.09.1997 - 4 x 0 Paraná (Edmundo (2), Mauro Galvão e Evair); 28.09.1997 - 2 x 1 Portuguesa de Desportos-SP  (Edmundo e Luís Cláudio); 01.10.1997 - 2 x 1 Palmeiras (Edmundo e Juninho); 05.10.1997 - 2 x 1 Atlético-PR (Juninho e Edmundo); 08.10.1997 - Vasco 0 x 0 Cruzeiro; 11.10.1997 - 3 x 1 Coritiba (Edmundo (3); 19.10.1997 - Vasco 1 x 0 Botafogo (Evair); 26.10.1997  - Vasco 4 x 3 Criciuma-SC (Ramon (2) e Edmundo (2); 02.11.1997 - 3 x 1 Bahia (Edmundo (2) e Sorato); 04.11.1997 - 2 x 0 Atlético-MG (Evair (2); 08.11.1997 - 2 x 3 Guarani de Campinas-SP (Mauricinho e Ramon); 15.11.1997 - 3 x 0 Juventude-RS (Juninho, Adílson (contra) e Edmundo); 23.11.1997 -Vasco 1 x 1 Flamengo (Mauro Galvão); 26.11.1997 - 2 x 1 Portuguesa-SP (Juninho e Edmundo); 29.11.1997 - 3 x 1 Portuguesa-SP (Evair, Ramon e Branco (contra); 03.12.1997 - 4 x 1 Flamengo (Edmundo (3) e Maricá); 07.12.1997 - 1 x 1 Juventude-RS (Pedrinho); 14.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 21.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras.

Acrescente à  VASCODATA 21 de dezembro: Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1947, com o gol cruzmaltino marcado por Lelé, valendo pelo Campeonato Carioca, no jogo 1.114 da moçada, em um domingo, nas Laranjeiras. Foi o 49º clássico entre eles pelo Estadual, com Flávio Cosa mandando esta turma em campo: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Dimas, Friaça e Chico. 

           PASSSADOS 15 ANOS, O VASCO PUBLICOU ESTA COMEMORAÇÃO DO TÍTULO

Edmundo foi um "Animal" indomável, o craque do campeonato, batendo o recorde de gols: 29 pipocas na chapa. Abaixo, Edmundo e Evair comemoram mais um gol.