Vasco

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FECHADO PARA BALANÇO - VASCO-2015

No futebol, o Vasco quebrou o tabu, de 12 temporadas sem conquistar o título estadual, mas foi rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Pela terceira vez, em sete temporadas.
Por ter feito um péssimo primeiro turno, perdendo, no Maracanã, ou em São Januário – para Coritiba, Figueirense, Ponte Preta (tecnicamente, iguais) e os irregulares Palmeiras e Fluminense – e empatando – Goiás, Chapecoense e Joinville –, a queda foi mais do que merecida. Em alguns jogos, a rapaziada cedeu o empate – Avaí, Chapecoense, São Paulo e Corinthians – perto do final das partidas.
O goleador Gilberto foi decisivo nas partidas finais do Campeonato Estadual
Com o treinador Jorginho Amorim, seu ex-atleta, e o meia Nenê, o time vascaíno cresceu de produção n returno. Ainda escorregou fatal, mas chegou a ficar vários jogos invicto. Foi rebaixado perdendo menos do que o Flamengo. Pelo Estadual, o título foi indiscutível. A turma venceu todos os grandes rivais.
Pela Copa do Brasil, o time foi até as semifinais. Eliminou o seu grande rival Flamengo.
SANGUE NOVO – A temporada-2015 revelou várias promessas na Colina. A “jovemzada” conquistou nove troféus, o que não rolava desde 1998, quando a patota liderou o pódio em 11 oportunidades. O título mais + mais saiu da garotada sub-17, em São Januário, onde os juvenis venceram o Flamengo, por 1 x 0, e levaram o Campeonato Estadual, após 15 anos na fila. Faturaram, ainda, a Taça Guanabara e a Copa Leão da Serra.
A gurizada sub-15, também, fez a sua parte. Os infantis cravaram15 vitórias, em 15 jogos. Na final, bateram o Flamengo e carregaram a Taça Guanabara, outro feito dentro do gramado colineiro. A pirralhadas mandou ver, ainda, carregando os canecos das Copas Guri e Tigres. As categorias iniciais (sub-9, sub-11 e sub-13) levaram mais três canequinhos para a Rua General Almério de Moura. Os “fraldinhas” e os pré-mirim ganharam o Festival de Futebol Infantil (Festbolin), tendo por adversários, na final, Olaria e Flamengo.
Os garotos do time júnior não canecaram, em 2015, mas já começaram a pintar no time principal, entre eles Gabriel Félix, Mateus Vital e Renato Kayzer, relacionados, pelo treinador Jorginho Amorim, para as últimas rodadas do Brasileirão. Lorran e Matheus Índio, também foram utilizados pelo time A, em outras oportunidades. Para 2016, estão planejas as promoções de Kadu Fernandes, Andrey Ramos e Evander Ferreira.

ATLETISMO - A compensação do rebaixamento do futebol no Brasileirão foi o excelente desempenho da turma do atletismo, conquistando o Troféu Eficiência, o título mais valioso da temporada carioca, concedido ao clube com melhores resultados, entre todas as categorias,  masculinas e femininas, durante o transcorrer do ano, em disputas da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro.
A turma de São Januário, que teve por coordenadora técnica Solange Chagas, somou 59 pontos ganhos, 21 a mais do que o segundo colocado, o Instituto Ideal Brasil (38), e  33 à frente do terceiro, o Instituto Lançar-se para o Futuro/BRF (26). Também nas provas interestaduais a moçada fez bonito. Por exemplo, na Taça Brasil Sub-18, com vitórias individuais das gatinhas Uhuru Figueira e Maria Vitória. Aos 24 anos, Uhuru foi campeã dos Jogos Abertos de São Paulo, nos 400 e nos 800 metros rasos. Vitória, de 15 anos, fez valer o seu nome ficando campeã brasileira mirim no salto triplo e no salto em distância.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

BELLINI, O MAIS FAMOSO CAPITÃO CANARINHO

Bellini foi uma do maiores levantadores de taças do futebol brasileiro
Classe, ele não tinha. Nenhuma! Mas raça e liderança lhe sobravam. Tanto que ganhou dos colegas de Vasco da Gama o apelido de "Boi". Trabalhava tão duro nas partidas, sem se queixar de nada, que mais parecia o animal que era ferroado nos antigos engenhos de açúcar.
 Quem não perdeu tempo vendo aquela qualidade do zagueiro Hideraldo Luís Bellini foi o treinador Flávio Costa. Investiu no seu modo de jogar, com a recomendação de jamais tentar inventar.
  Pois bem! O jeito desajeitado, bastante "desclassificado" pelos torcedores rivais, devido aos muitos estouros de bola, era a "marca registrada" de Bellini. Levou um presidente vascaíno a dizer a Flávio que não iria ao estádio, caso ele escalasse "aquele zagueiro durão que só faz despachar a bola para a frente". Flávio Rodrigues Costa respondeu-lhe:" Então, prepara-se para ficar sem muito tempo sem ir ao Maracanã".
Bellini passou uma década intocável na zaga cruzmaltina. Líder incontestável, chegou à Seleção Brasileira. Às vésperas da Copa do Mundo-1958, na Suécia, a equipe ainda não tinha um capitão. Nílton Santos, convidado, recusou e indicou Bellini. E o "xerifão" botou moral na zaga, ao lado do colega vascaíno Orlando Peçanha de Carvalho, deixando a rapaziada tranquila lá na frente. Terminou o torneio tornando-se o primeiro a erguer a taça de campeão do mundo.
A "Revista do Esporte" que circulou com data de 30 de julho de 1960, com o Nº 73, considerou  Bellini "o mais famoso capitão que já passou pelo nosso escrete". Realmente, seus sucessores campeões do mundo – Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Carlos Caetano Bledorn Verri (Dunga) e Marcos Evangelista de Morais (Cafu) – foram grandes jogadores, mas não atingiram a sua mística. Na foto, Bellini ergue a Copa Roca, que o time canarinho conquistou, em Buenos Aires, em 1960, contando, além dele, com cinco atletas cruzmaltinos – Écio, Almir, Sabará e Delém – e uma cria de São Januário, o zagueiro Aldemar.   (Foto reproduzida da Revista do Esporte).

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CRUZMALTINOS CHEGAM BEM NO PLACAR

Ao longo da história do jornalismo esportivo brasileiro, as revistas repetiram bastante vários itens. Sem problemas. O futebol pede isso. Como eleições de atletas. Se na década-1960, a "Revista do Esporte" elegia até "o maior torcedor",  trinta aos depois "Placar" não fugiu desse lance, e saiu à procura do "Craque do Ano", a partir de 1981. 
Para chegar ao vencedor, a revista da Editora Abril instituiu três votações: dos leitores, de jornalistas esportivos indicados pela sua direção e a dos seus representantes. Os primeiros votavam pelo cupom que você vê abaixo, podendo escolher, indistintamente, atletas brasileiros e estrangeiros, desde que estivessem atuando em clubes do Brasil. Malandramente, não aceitava-se voto por xerox, o que exigia-se a compra da edição semanal .
O pleito selecionava 10 atletas, para o júri da crônica esportiva separar três. De posse da lista tríplice, a redação de "Placar" votava no vencedor– nos anos anteriores, haviam sido: 1981 - Zico, do Flamengo; 1982 - Sócrates, do Corinthians; 1983 - Sócrates e Jorginho, do Palmeiras; 1984 -  Montanaro (vôlei) e Joaquim Cruz (atletismo); 1985 - Ayrton Senna (piloto de Fórmula-1); 1986 - Careca, do São Paulo; 1987 - Taffarel (goleiro do Internacional) e Oscar Schmidt (basquetebol); 1988 - Geovani, do Vasco da Gama; 1989 - Zico.     

Para saber quem seria o "Craque do Ano-1989, a eleição foi lançada pelo Nº 1021, de 5 de janeiro de 1990, dando-se ao leitor apenas 26 dias para votar. Assim, votos chegados à redação de "Placar" a partir de 1º de fevereiro iriam para o lixo. Iriam! Como o vascaínos Bebeto deixou para trás o primeiro líder, o rubro-negro Zico, e Bismarck fez o mesmo com Taffrarel, a briga foi considerada tão boa, que a revista promoveu a primeira "virada de mesa", esticando o prazo de votação para 15 de fevereiro.  pela edição de Nº 1026, que circulou com data de 9 de fevereiro de 1990, Bebeto estava com 1. 264 votos, contra 1.237 de Zico, enquanto Bismarck somava 605 e Taffarel 601
. Outros cruzmaltinos bem votados eram Mazinho, em quinto lugar, com 430, e Roberto Dinamite, caminhando para o final da carreira, em oitavo, com 182, empatado com Túlio, que começava a aparecer, pelo Goiás. Vale ressaltar que o Dinamite, na época, estava emprestado, pelo Vasco, à Portuguesa de Desportos. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

JAIR MARINHO - VASCO DAS PÁGINAS

Reserva de Djalma Santos, durante a Copa do Mundo-1962, no Chile, o lateral-direito Jair Marinho, passou pelo Vasco, em 1967. Depois de consagrar-se pelo Fluminense (1954/1963), ele foi defender a Portuguesa de Desportos (1964/1965). No mesmo 1965, mudou-se para o Corinthians. Mas não tirava a cabeça do RJ, por ser proprietário de cinco imóveis alugados, em Niterói, e não tinha ninguém para fazer as cobranças aos inquilinos. Nada como ter amigos na praça. Ao tomar conhecimento dos problemas do seu jogador, o treinador Zezé Moreira negociou, com a diretoria corintiana, o empr4éstimo de Jair Marinho à “Turma da Colina”, para que ele resolvesse a sua vida no seu Estado. E, assim, um grande adversário tornou-se um cruzmaltino, por pouco tempo. Em 1968, já estava no peruano Alianza Lima – encerrou a carreira, em 1970, pelo Campo Grande-RJ.
Jair Marinho de Oliveira nasceu em  17 de julho de 1936, em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.  Filho de Francisco Marinho de Oliveira e de Leonor Albino Nascimento, foi cria do Flu, que o profissionalizou, em 1954. O meia vascaíno Lorico, no início da década-1960, o acusou de ser um jogador violento. Talvez, por isso, o seu apelido era “Jacaré”, por ser “mordedor”.  Jair Marinho tinha uma altura boa para os laterais-direitos do seu tempo, 1m70cm. Jogava quase sempre pesando 74 quilos, mas enrolava-se muito com a balança, que cobrava-lhe manter a cintura na marca dos 85cm. Com cabelos castanhos e professando a religião católica (devoto de Nossa Senhora das Graças e de São Jorge), ele confessava-se adorador de praia e de cinema. Ele disputou cinco jogos pela Seleção Brasileira, sem marcar gols. Aliás, só marcou dois em sua carreira: um pelo Fluminense e o outro pelo Corinthians.         
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - RAQUEL WELCH, PRIMEIRA EVA DA TELA

Raquel já era linda...
   Do pai, ela herdou nas veias correndo o sangue alemão; da mãe, o liquido vermelho inglês e escocês. A mistura gerou, em Chicago, uma das mais belas norte-americanas chegadas ao planeta para brilhar, principalmente, nas elas do cinema.
 Com 1m66cm de altura, 92cm de busto e 87,5cm de quadris, ela fez os jurados dos concursos Miss Califórnia-1964, Miss Pacífico-1965 e Miss Sexy Glamour-1966 verem que estavam diante de uma deusa. Tanto que, em 1967, os agentes cinematográficos ofereceram-lhe participar de oito filmes.
 Acostumada a explodir uma invejável plástica a bordo de biquínis, Raquel trocou tal indumentária por uma sumária roupa de pele de animais, a fim de viver uma Eva da pedra lascada, em “Um milhão de anos antes de Cristo”.  Feroz e selvagem, arrasou. Comprou passaporte para fazer uma “Viagem Fantástica”, em uma aventura por dentro do corpo humano, deparando-se com glóbulos vermelhos e o mais que nos dá a vida.
...há um milhão de anos antes de Cristo.
 Comentaristas de cinema descrevem Raquel Welch como a “típica mulher-síntese que reflete a soma de outas belezas vivas e acumuladas na telona”. Viram nela o “olhar animal” de Brigitte Bardot; a “boca quente” de Claudia Cardinali; a “curva do ventre” de Gina Lollobrigida e o “porte” de Sofia Loren.
 Raquel explicou assim tais similaridades internacionais lhe creditadas: “Cedo, descobri o gosto pela felicidade, o culto pelo esforço, a disciplina, a minha veia poética e uma grande paixão telúrica. Sou um cruzamento do calor latino com a inspiração germânica da conquista”. Pronto! Não precisava dizr mais nada.        
Father, she inherited the veins running the German blood; the mother, the English and Scottish red liquid. The generated mixture produced in Chicago, one of the most beautiful North American arrivals to the planet to shine, especially in these movie. With 1m66cm tall, 92cm bust and hips 87,5cm, she made the judges of Miss California-1964 contests, Miss Pacific-1965 and Miss Sexy Glamour-1966 see standing before a goddes. So much so that in 1967, the filmmakers hired for the eight films.
 
Used to blow up an enviable plastic aboard bikinis, Raquel changed such clothing by a summary of clothing animals, to live an Eve of chipped stone in "One Million BC". Fierce and savage, devastated. Bought passport to make a "Fantastic Voyage", with cosmonaut suit, on an adventure inside the human body, stumbling up the front with red blood cells and the more that gives us life.
 
A film commentator described Raquel Welch as the "typical woman-synthesis that reflects the sum of outas living beauty and accumulated in the movie screen." They saw it as the "Animal look" of Brigitte Bardot; the "hot mouth" Claudia Cardinali; the "curve of the belly" Gina Lollobrigida and the "size" of Sofia Loren. For her part, Rachel explained so have these international similarities: "They soon discovered a taste for happiness, the service by the effort, discipline, my poetic vein and great passion telluric. I am a Latin heat junction with German inspiration of achievement. " Ready! Dizr not need anything else.  (Imagens reproduzidas da divulgação do filme "Um milhão de anos AC).

vascodata



 

        


 
          • sábado, 26 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLNA - 26 DE DEZEMBRO

             

            26.12.1937- Vasco 0 x 0 Fluminense, pelo Campeonato Carioca.

            CAMPANHA: 09.05.1937 – Vasco 1 x 3 São Cristóvão; 16.06 – Vasco 1 x 1 Madureira; 30.05 – Vascvo 1 x 0 Carioca; 13.06 – Vasco 1 x 0 Bangu; 27.06 – Vasco 3 x 1 Andarahy; 01.10 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 10.10 – Vasco 3 x 3 Flamengo; 12.10 – Vasco 3 x 3 Bangu;  17.10 – Vasco 2 x 4 Madureira; 23.10 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 31.10 – Vasco 4 x 3 América; 05.11 – Vasco 3 x 1 Portuguesa; 10.11 -  Vasco 2 x 4 Fluminense; 15.11 – Vasco 7 x 1 Olaria;  21.11 – Vasco 7 x 2 Andarahy; 28.11 – Vasco 3 x 2 São Cristóvão; 04.12 – Vasco 3 x 2 Botafogo; 08.12 – Vasco 2 x 3 América; 15.12 – Vasco 5 x 1 Olaria; 19.12 – Vasco 4 x 1 Portuguesa; 26.12 – Vasco 0 x 0.
            VASCODATA: 27.12.1953 – Vasco 1 x 1 Botafogo;  27.12.1961 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 27.12.2000 – Vasco 1 x 1 São Caetano-SP. 

             
             


                    


             
            Zizinho e Ademir
            Zizinho e Ademir Menezes

            O ALMIRANTE E A LOTERIA ESPORTIVA

            Esta é para quem gosta de numerologia. A história da Loteria Esportiva registra dois lances cruzmaltinos interessantes.  No Teste 333, o Vasco goleou o Madureira, por 7 x 1, figurando na “coluna 1”. Passadas 100 semanas, veio o Teste 444. Como “coluna 2”, a rapaziada mandou 4 x 1 no Fluminense.Diante do Madureira, digamos que a "Turma da Colina" não fez mais do que a sua obrigação, pois, antes daquele sacode, a “Loteca” contabilizava cinco vitórias vascaínas, uma do “Madura” e um empate. Logo, quem tem vantagem...!
             
            Roberto cabeceia e Paulinho (9) observa
            VASCO 7 x 1 MADUREIRA rolou em 17 de abril de 1977, um domingo, em São Januário, pelo primeiro turno do Estadual, a Taça Guanabara, com Valquir Pimentel no apito. Carlos Alberto Zanata (2), Roberto Dinamite (2), Ramon Pernambucano (2) e Luís Fumanchu fizeram o estrago, assistido por 11.055 pagantes. O time da Colina era comandado pelo “titio” Orlando Fantoni e teve:  Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio ‘Tri’; Zé Mário e Zanata;  Fumanchu, Roberto, Ramon e Dirceu Guimarães.     
             
            VASCO 4 x 1 FLUMINENSE foi no domingo 27 de maio de 1979, no Maracanã, pelo .... do Campeonato Estadual, com apito de Arnaldo César Coelho e presença de 44.476 almas. Roberto Dinamite dinamitou a “cidadela tricolor", por três vezes.  Paulinho "Paulista" completou o serviço para as tropas do “sargentão” gaúcho Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ’Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).
            Naquela goeladas sobre o Flu, o Vasco fez a alegria de 90 ganhadores. Cada um embolsou Cr$ 1. milhão, 294 mil, 252 cruzeiros e 58 centavos, época de inflação alta. Tanto que a vendagem da semana tem valor absurdo para hoje: 369 milhões, 786 mil, 4560 cruzeiros, provenientes de 11. 617. 791 cartões vendidos. (foto reproduzida da página 7 do Nº 428 da revista carioca "O Curingão", que circulou a partir de 31 de maio de 1979).
             Ele foi campeão carioca, em  1952, no último engate do “Expresso da Vitória” no Estadual, e dos torneios Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer e Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, ambos em  1953.
             

            sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 25

            Em 10 de abril de 1938, pelo Torneio Início,  nas Laranjeiras, a rapaziada venceu o Madureira, por 3 x 0, mas foi eliminado, no jogo seguinte, pelo Botafogo. Entre 21 de abril e 14 de agosto, rolou Tornei Municipal, sobrando om terceiro lugar. No Campeonato Carioca,   a moçada estreou estragando a festa do Flamengo, que inaugurava o seu estádio. Mandou 2 x 0 no mairo rival, em quatro de setembro.Embora o “Initium”, como a imprensa escrevia, tivesse sido jogado quase cinco meses antes, o campeonato estadual demorou a começar devido a Copa do Mundo, torneio em que o time brasileiro ficou em terceiro lugar e consagrou o atacante Leônidas da Silva, o principal artilheiro da competição e que motivou a galera. 
             Depois de bater no "Urubu", o "Almirante" seguiu invicto: 4 x 1 Madureira; 2 x 2 Bonsucesso; 3 x 3 São Cristóvão; 0 x 0 Botafogo; 3 x 0 América; 2 x 0 Bangu e 1 x 1 Fluminense. Era uma campanha de candidato ao título. Veio o segundo turno e a invencibilidade prosseguiu: 2 x 1 Flamengo; 2 x 1 Madureira e 2 x 2 Bonsucesso.  Só em 11 e 18 de dezembro o time escorregou ante Botafogo e América. E quem esperava bola de recesso pela noite do Natal enganou-se. O Vasco foi ao gramado de São Januário e voltou a capotar, desta vez diante do Bangu, por 4 x 1.
             Este foi o único jogo do Vasco nos 25 de dezembro.  Depois dele, recuperou-se goleando o São Cristóvão, por 7 x 1, e  voltou a cair – ante os tricolores – –, o que lhe deixou em quarto lugar, com 19 pontos em 16 jogos, com sete vitórias e cinco empates, marcando 37 tentos.
            VASCO 4 X 1 BANGU -  O único jogo dos 25 de dezembro, naquele 1938, teve apito de Sahcnez Diaz e o gol vascaíno marcado por Fantoni. O time alinhou: Joel, Jaú e Florindo; Aguirre, Aziz e Marcelino; Lindo, Alfredo, Fantoni, Villadoniga e Luna.
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            BELAS NA ESPORTIVA - CLARA

                
            DAMA DO IATISMO - Clara Demaison era tão louca pelo iatismo que, três hora antes de dar a luz ao primeira filho, estava à beira do mar, no Yatch Clube do Rio de Janeiro. Esperava pelo barco “Vendaval”, que vinha de Buenos Aires, trazendo o marido a bordo. Campeã na classe Star, para pequenos percurso e duas pessoas, Clara velejava desde 1947, na época com velas de nailon, importadas. Clicada por Jankiel Gongarowski, ela foi destacada pelo Nº  61 das “Manchete Esportiva” que circulou a partir de19 de janeiro de 1957.  

            LADY OF IATISM Clara Demaison was so crazy about yachting that, three hours before giving birth to her first child, she was at the edge of the sea at the Yacht Club in Rio de Janeiro. She waited for the ship "Gale", which came from Buenos Aires, bringing her husband on board. Champion in the Star class, for small route and two people, Clara had sailed since 1947, at the time with imported nylon candles. Clicked by Jankiel Gongarowski, she was highlighted by the No. 61 of the "Sports Manchete" that circulated from January 19, 1957.

            quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

            FELIZ NATAL-2015, VASCONAUTA!


              O Kike  gosta do espírito natalino, mas não estabelece limites para credos. Aceita todas as tendências que preguem o bem, ensinem o crescimento do homem. Então, diante da multiplicidade  de opções religiosas, pra você que é cristão, um Natal bola na rede. De placa!  (Imagem reproduzia de www.crvascodagama.com.br .

            The Kike like the Christmas spirit, but sets no limits on creeds. It supports all tendencies that preach good, teach man's growth. So, given the multiplicity of religious options, for you who are Christian, a Christmas ball in the net. Card!   (Photo reproduced from www.crvascodagama.com.br.

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 24

            1 - No Brasil, país com a maior população católica do planeta, a noite do 24 de dezembro é dedicada à reunião da família, para a ceia de comemoração do Natal, a considerada data de nascimento de Jesus Cristo, que celebra-se no dia seguinte. À meia-noite, celebra-se a "Missa do Galo", uma tradição inabalável em toda localidade onde haja um padre.
            Esta é a única data em que um time Vasco da Gama jamais entrou em campo, a partir do seu primeiro jogo de futebol, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão. Fora a data natalina, nem o  primeiro de janeiro escapou, passando pelo bissexto 29 de fevereiro e o "fechante"  dia 31 de dezembro. Feliz Natal, vasconauta! 

            In Brazil, the country with the largest Catholic population of the planet, the night of December 24 is dedicated to meeting the family, for the celebration supper of Christmas, the deemed date of birth of Jesus Christ, which is celebrated the next day. At midnight, we celebrate the "Midnight Mass" an unshakable tradition in every locality where there is a priest.
            This is the only date on which a team Vasco da Gama ever took the field, from its first football game, on May 3, 1916, at the Third Division Campeonato Carioca. Off the Christmas date, neither the January 1 escaped through the leap February 29 and "bolting" December 31. Merry Christmas, vasconauta
             
            2 -  This blog is dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama, founded in Rio de Janeiro , Brazil, on august 21, 1898, four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
            Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has conqusitou continentel the title on two other occasions, and various international.
            It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt, white or black . Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura, opened in 1927, and was once the largest in Brazil. Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas". The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. And you are welcome to Kike Ball.

            quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 23

            Em vésperas do Natal, tudo é festa. Até vestir a camisa do maior rival. Aconteceu!. Mas foi por uma boa causa e com sucesso. A data 23 de dezembro teve mais  festas para o "Almirante". Vamos ver: 

            VASCO  3 X 2 BOQUEIRÃO DO PASSEIO - Jogo 27º da rapaziada, que ainda disputava a Segunda Divisão do Campeonato Carioca. Como ainda não tinha um estádio, o "Almirante" teve que ir às Laranjeiras,  em um domingo. Naquela temporada, a moçada disputou 18 jogos, com nove vitórias, quatro empates e cinco quedas. Marcou 43 e sofreu 37 gols.  

            VASCO/FLAMENGO 3 X 1  RACING/INDEPENDIENTE-ARG - No 23 de dezembro de 1955 o Campeonato Carioca esteve interrompido, para rubro-negros e vascaínos formarem o combinado que enfrentou uma formação argentina. Motivo: homenagear a memória do ex-presidente do clube da Gávea, Gilberto Cardoso, que o coração matara 17 dias antes, após um jogo de basquete de seu clube.  
            O Vas-Fla venceu os "hermanos", por 3 x 1, atuando com as camisas do "Urububu", no Maracanã, em prélio apitado pelo inglês Harry Davis e com gols marcados por Paulinho, aos 7 minutos; Rodolfo Michelli, aos 15; e Dida, aos 25 do primeiro tempo, e Parodi, aos 11 da etapa final. A formação juntou: Hélio (Vsc); Paulinho de Almeida (Vsc) e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Ademir Menezes (Vsc), Dida (Ademir Meneses (Vsc), Vavá (Vsc), Pinga (Vsc) e Parodi (Vsc). Os argentinos forame: Dominguez (Rac), Anido (Rac) e García Perez (Rac); Vicente (Rac) (Varacka (Ind)(Brito (Ind)), Vladilao (cap Rac) e Sivo (Rac); Rodolfo Michelli (Ind), Juárez (Ind)(Bianco (Rac), Bonelli (Ind), Grillo (Ind) e Oswaldo Cruz (Ind).

            VASCO 1 X 1 OLARIA - Neste, que foi o jogo 1.639 da história cruzmaltina, a rapaziada fechou a campanha que valeu o título do Campeonato Carioca-1956, com 16 vitórias, em 22 compromissos, além de quatro empates e só dois tropeços. Foram 57 gols marcados e 17 sofridos, o que mostra a força do time montado por Martim Francisco. Naquele 23 de dezembro, a chamada "chave de ouro" fechou os portões do Estádio Doutor Mourão Filho, o chamado "alçapão" da Rua Bariri, visitada por por: Hélio, Ortunho e Bellini; Orlando, Laerte e Coronel; Valmir, Válter, Livinho, Vavá e Lierte, o autor do gol vascaíno.     
             
            VASCO 3 X 1 CRUZEIRO - Aconteceu no 23 de dezembro de 2000 e a rapaziada ganhou um presentaço que a aproximou do título de campeão brasileiro da temporada.  Era um sábado, no Mineirão, em Belo Horizonte e o estádio recebera  64.287 almas, a maioria na expectativa de  ver a "Raposa" afogar o "Almirante". Mas rolou o contrário.  Aos 32 minutos, Juninho Pernambucano fez 1 x 0. Os mineiros não queiram entregar o ouro e empataram, aos 40 minutos, fechando o primeiro tempo no 1 x 1. Veio a etapa final e, aos 22 minutos, um mineirinho que havia se bandeado para as hostes cruzmatinas, o atacante Euller,  sujeito tão veloz que diziam ser “Filho do Vento, desempatou a refrega. A galera já achava que a fatura estivesse liquidada, quando Romário foi ao filó, aos 45 minutos, e fechou a conta. O anfitrião foi mal visitado pelo treinador Joel Santana e esta patota:  Hélton; Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista;  Jorginho Amorim (Henrique), Nasa, Juninho Pernambucano (Paulo Miranda) e Juninho Paulista; Euller e Romário (Pedrinho).  Aconteceu em 23 de dezembro de 2000. Pelas vésperas do Natal, um grande presente. Com ele, o Vasco aproximou-se do título de campeão brasileiro da temporada.

                        "ALMIRANTE" CARREGA CANECO DOS ASPIRANTES PARA A COLINA 

             Este título saiu de uma disputa em melhor de quatro pontos, com o Fluminense. O primeiro jogo foi em 16 de dezembro, no Maracanã – preliminar da decisão do campeonato principal, entre Flu e Bangu – com os cruzmaltinos mandando 1 x 0. José Mário Vinhas apitou e o ponta-direita Joãozinho, aos 44 minutos do primeiro tempo,  mandou a bola na rede. O segundo duelo, apitado pro Geraldino César, rolou quatro dias depois, no mesmo local e, novamente, como preliminar do jogo citado acima. Houve empate, por 0 x 0.
             O pontinho que o Vasco precisava para conquistar o título dos "aspiras" foi ganho nos 2 x 1 da noite de 23 de dezembro, de virada. João Márcio abriu o placar para os tricolores, aos 20 minutos do primeiro tempo, mas Rubilota se encarregou de mudar a história, aos 44 da etapa inicial e aos 31 do período final. Pipico, aos 29 minutos do primeiro tempo, e Lula, aos 33 do segundo, foram expulsos de campo. Carlos Floriano Vidal apitou a finalíssima, também no Maracanã, auxiliado Otávio Vítor do Espírito Santo e Eurípedes Matos Carmo. O Vasco foi: Pedro Paulo; Massinha, Caxias, Russo e Jorge Andrade: Odmar e Alcir;  Joãozinho, Altamiro, Rubilota e Ronaldo. O Fluminense teve: Jorge Vitório; Laurício, Zé Luís, Lula e Baiano; Luís Henrique e Tito: Mateus, Pipico, Antunes e João Márcio.
             

            TRAGÉDIAS DA COLINA - CORINTIANOS

            1 - Há determinados tipos de gols sofridos que são considerados uma vergonha, pelo torcedor. O Vasco levou um deles, em 2 de julho de 1933, durante o Torneio Rio-São Paulo. Naquela oportunidade, papou um gol olímpico. A "Turma da Colina" enfrentava o Corinthians, no Estádio Alfredo Schuring, mais conhecido por Parque São Jorge, na capital paulista. Caiu, por 2 x 3, depois de virar o placar, para 2 x 1. Baianinho abriu a conta, para os anfitriões, Russinho empatou e Carreiro desempatou. No segundo tempo, Gallet voltou a deixar tudo igual, marcando o tento em cobrança de tiro livro direto, de escanteio. Por fim, Zuza fechou o placar, faltando 11 minutos para o encerramento da pugna. A moçada daquele vexame era dirigido pelo inglês Harry Welfare e formou com: Ruy (Jaguaré), Lino e Tuíca; Gringo, Fausto e Molla; Baianinho, Almir (Paranhos), Russinho, Sebo e Carreiro.
            o grito do Ipiranga"!
            2 - O Vasco não era campeão carioca desde 1958. Aproximava-se do final da temproada-1961, com chances de quebrar o tabu, mas, na rodada de 17 de dezembro, entregou o título, ao Botafogo, antecipadamente. Isso porque, enquanto os alvinegros venciam o América, por 2 x 1, os vascaínos perdiam, em casa, para o "freguesão" Olaria, por 2 x 3, sofrendo o "gol fatal"  a sete minutos do apito final do juiz Olavo Vítor do Espírito Santo. Detalhe: o tento da vitória olariense saiu com Navarro, que havia marcado um gol contra. Os "pisões" vascaínos do dia, comandados pelo técnico Paulo Amaral, foram: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Nivaldo e Barbosinha; Sabará, Javan, Viladônega, Roberto Pinto e Da Silva. Pra piorar, na rodada seguinte, no dia 22, o Vasco perdeu do Botafogo, por 1 x 2, com o seu capitão Bellini sendo expulso de campo, por reclamação sobre um pênalti. De nada adiantou a rapaziada vencer o São Cristóvão, na últma rodada, por 2 x 1, pois o time cruzmaltino só chegou a 16 pontos, mesma quantidade da dupla Fla-Flu, ficando em quarto lugar ao final do returno. O Vasco até venceu mais e empatou menos do que os dois. Mas perdeu mais e sofreu mais gols – no turno, o Vasco foi o segundo colocado, com 14 pontos, quatro a menos do que o primeiro, o Botafogo

             3 - A política de comunicação do presidente Getúlio Vargas entregou  à Rádio Nacional do Rio de Janeiro os transmissores mais potentes do continente sul-americano. Com isso, os times cariocas até hoje dominam as torcidas nordestinas. E o Vasco é um dos dois maiores beneficiados. Para morder uma boa grana, tirando beira no prestígio cruzmaltino empresários armaram um jogo de despedida de Sócrates, entre Vasco e o Corinthians, clube que consagrou o “Doutor”, em Juazeiro  do Norte., no Ceará. E, daquela vez, o Padim Pade Cíco não fez milagre. A galera local esperava ver a "Turma da Colina" colocando água no chope da festa do “Doutor”, mas, daquela vez, o “Padim Pade Cíço” não fez milagre, não. Era 3 de junho de 1984 e a bola rolou no Estádio Mauro Sampaio. Só que o "Almirante" não conhecia os atalhos do sertão cearense e voltou a São Januário com três gerimuns na sacola. E o pior: sofrendo gols de jogadores com apelidos terríveis: Biro-Biro, Galo e Dicão. Sócrates não atuou pela partida inteira, tendo sido substituído por Careca. Já os "pisões" da Colina foram: Acácio; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivã e Airton; Oliveira, Mario e Claudio José; Jussiê, Geovani e Vilson Tadei. Técnico:  Valinhos.

             4 - Os goleiros Mauro, à esquerda da foto (reproduzida da Revista do Esporte), e Miguel começaram como concorrentes no time juvenil do Vasco da Gama. O destino, porém, mandou o primeiro para o maior rival dos cruzmaltinos, tornando-o rubro-negro. De sua parte, o outro ficou em São Januário e sagrou-se “SuperSuperCampeão carioca”, em 1958. No dia 10 de janeiro de 1960, eles se reencontraram, no Maracanã, usando as camisas 1 dos seus respectivos times, evidentemente. Aquele “Clássico dos Milhões” valeu pelo Torneio Rio-São Paulo e quem saiu-se melhor foi o carinha da Gávea. Mauro, o ex-vascaíno, e mais 10  mandaram 1 x 0 na turma de Miguel, que era ele e Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel, na defesa; Écio e Russo, na cabeça de área; Sabará, Pinga (Teotônio), Delém, Roberto Pinto (Waldemar) e Roberto Peniche atacando, a mando do treinador “hermano” Filpo Nuñez.  Este blog vascaíno só divulga o nome de quem fez o gol porque o autor foi um cracaço, um dos maiores já surgidos na história do futebol, e merece a nossa admiração: Gérson de Oliveiras Nunes, aos 13 minutos. E o Vasco dançou durante o reencontro de velhos companheiros. Afinal, Bolero jogava no rival. (Veja a súmula completa da partida em Almanaque Vasco-1958).
             



            terça-feira, 22 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 22

            Bela data, o 22 de dezembro. Com goleada sobre adversário forte, na casa dele, passeio pela estrela solitária de grande rival e gringo batendo recorde. Teve até "brincadeira" em clima natalino no Maracanã. Conferindo:  


            VASCO 8 X 0 BONSUCESSO -  Aconteceu na Rua Teixeira de Castro, em 1940. A rapaziada fez o estrago dentro do reduto do adversário, em dose dupla. Valendo, simultaneamente, pelo Campeonato Carioca e o Torneio Rio-São Paulo. Foi o jogo que consagrou o argentino Villadoniga (foto), autor de cinco gols –  Manuel Rocha, Gonzalez e Alfredo II acabaram de descolorir os rubro-anis. Fioravante D’ Ângelo apitou a balaiada que teve estes impiedosos em ação:  Chiquinho, Jaú e Florindo; Dacunto, Zarzur e Argemiro; Manuel Rocha, Alfredo II, Villadoniga, Gonzalez e Orlando. Este é o sexto maior placar vascaíno.
            Confira a ordem: 06.09.1974 – Vasco 14 x 1 Canto do Rio; 29.12.1937 – Vasco 12 x 0 Andarahy; 03.07.1949 – Vasco 11 x 0 São Cristóvão; 01.04.1927 - Vasco 11 x 0 Brasil-RJ; 19.02.1984 – Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA; 21.10.1945 – Vasco 9 x 0 Bonsucesso; 15.10.1950 – Vasco 9 x 1 Madureira; 07.04.1929 – Vasco 9 x 1 Bangu; 22.12.1940 – Vasco 8 x 0 Bonsucesso; 06.11.1955 – Vasco 8 x 0 Madureira;10.02.1998 Vasco 8 x 0 Picos-PI.     
            VASCO 3 X 1 SÃO PAULO - Em 1948, um grande resultado sobre os tricolores do Morumbi vitória, amistosamente, no Pacaembu, com gols de Ademir Menezes (2) e de Ipojucan. Por aquela época, os são-paulinos eram os campeões paulistas e contavam com o goleador Leônidas da Silva, um dos maiores do futebol brasileiro, além de uma das principais linhas médias do país, Rui, Noronha e Bauer. Vicente Feola, o técnico da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, comandava aquele time. Navegação 1.180 do "Almirante", em uma quarta-feira. Passageiros da esquadra: Barbosa, Augusto e Wilson: Ely, Danilo e Jorge; Maneca, Pacheco, Dimas, Ipojucan e Chico.   

            VASCO 4 X 2 BOTAFOGO - Os 22 de dezembro reservam, também, um clássico inusitado: Vasco 4 x 2 Botafogo, pelo Campeonato Carioca-1954. Só no primeiro tempo, a “Turma da Colina” fez 3 x 0. E o mais inusitado: em chute de Sabará, rolou um gol contra marcado por Nílton Santos, a “Enciclopédia”, considerado o maior lateral-esquerdo que o futebol já conheceu. E o pior: o paraguaio vascaíno Parodi fez um gol e foi expulso de campo –  Pinga e Alvinho completaram o placar da partida, no Maracanã, com renda de Cr$ 673. 278,60 e apito de Alberto da Gama Marcher. Anote os batedores em alvinegros: Victor Gonzalez; Mirim e Elias; Ely, Laerte e Dario; Sabará, Alvinho, Vavá, Pinga e Parodi.
            VASCO 2 X 0 SANTA CRUZ-PE - Em uma quarta-feira, no Maracanã, tipo peladão de fim de ano. O técnico Antônio Lopes mandou pra campo 17 jogadores naquele que foi o último dos 11 amistosos já disputados contra a "Cobra Coral" de Recife, desde que a série começou, em 1936, e que somou nove triunfos da rapaziada. Jogo 4.687 da história cruzmaltina, com Romário e Viola mandando um "frevo" para as redes do visitante. Jogaram: Carlos Germano (Helton), Jorginho (Fabrício Carvalho), Odvan, Alex (Fabiano Eller), Gilberto (Flavinho), Amaral, Ramon (Alex Oliveira), Juninho (Paulo Miranda), Donizete (Viola), Romário.      

            Anote mais na VASCODATA 22 de dezembro: Vasco 0 x 0 Flamengo, em 1974

            segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 21

            Vitórias pra cima de rivais cariocas nos velhos tempos e conquista de título indiscutível, mais modernamente, marcam os 21 de dezembro vascaínos. Leia e comemore:

            VASCO 3 X 2 ESPERANÇA - Jogo válido pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1919. O Kike não conseguiu mais nada sobre esta partida.


            VASCO 6 X 4 COMBINADO DO RJ - Amistoso marcando o jogo 193 da rapaziada, em 1924, com o artilheiro Russinho chutando quatro bolas na rede. Hespanhol e Torterolli também mandaram ver. 

            VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RJ -  A "Turma da Colina" saiu de casa para encarar o "Diabo" em seu reduto, à Rua Campos Sales, e se deu bem, em um domingo, às custas dos gols de Orlando (2) e de Carlos Leite. Valeu pelo Torneio Oscar Cox-1941, também chamado de Torneio Extra do Rio de Janeiro. O time era dirigido por Telêmaco Frazão de Lima e terminou em terceiro lugar, com 12 pontos, em 9  jogos, com 6 vitórias –  3 x 2 Bangu; 2 x 1 Canto do Rio; 4 x 1 Madureira; 4 x 0 Botafogo; 3 x 1 América e 4 x 2 Bonsucesso – e três piadas na bola. Marcou 15 e sofreu 8 tentos. No caderninho, prélio 839 da história vascaína.

            VASCO 4 X 3 AMÉRICA-RJ  - .Os dois times se pegavam pela 73º vez pelo Campeonato Carioca. Na vida cruzmaltina, jogo 1.717. Rolou em um sábado, no Maracanã, com Almir Albuquerque (2), Rubens e Sabará chegando nas redes. Martim Francisco era o treinador deste timer: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Rubens, Wilson Moreira, Almir e Pingas.  
             
            VASCO  0 X 0 PALMEIRAS - A rapaziada tinha 12 pontos na frente dos palmeirenses, mas, mesmo assim, o regulamento obrigava a disputar dois jogos decisivos, com os paulistas, que eram inferiores em tudo. Em 33 compromissos, a "Turma da Colina" fez 70 pontos (33 vitórias e 21 empates, marcando 69 e sofrendo 37 gols, saldo de 32), enquanto o adversário somava 58 pontos, seis vitórias e 12 gols a menos. Além de campeão, os vascaínos ainda tinham o principal artilheiro da competição, Edmundo, com 29 gols, quebrando o recorde que Reinaldo Lima, do Atlético-MG, mantinha desde 1977. Mais? Na partida de 11 de setembro, 6 x 0 sobre o União São João, de Araras-SP, o "Animal" marcara todos os tentos da pugna, recorde em uma só partida do Nacional.
            Os dois duelos das finais do Campeonato Brasileiro-1997 tiveram o mesmo placar: 0 x 0. O primeiro foi no domingo 14 de dezembro, no Morumbi, em São Paulo, apitado por Antônio Pereira da Silva-GO. O Vasco, treinado por Antônio Lopes, formou com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Luisinho, Juninho Pernambucano (Mauricinho) e Ramon (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson). Nesta partida, Edmund foi expulso de campo, por jogo violento. Mas o Vasco conseguiu dar-lhe condições para a finalíssima, no "tapetão", baseado em um fato idêntico que, anteriormente, favorecera ao adversário. Assim, em 21 de dezembro de 1997, no Maracanã, em outro domingão, diante de 89.900 pagantes, o Vasco conquistou o seu terceiro título do Brasileiro  - os outros foram em 1974 e 1989 -, sob apito de Sidrack Marinho dos Santos (SE), jogando com: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nasa, Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Ramón (Alex Pinho); Edmundo, Evair (Nélson).
            CAMPANHA: 16.07.1997  - Vasco 1 X 2 Corinthians (gol de Edmundo); 20.07.1997 -  Vasco 3 x 3 Juventude-RS (Brener, Mauro Galvão e Maricá); 23.07.1997  - 2 x 1 São Paulo (Evair e Pedrinho); 27.07.1997 - 1 x 0 Flamengo (Pedrinho); 30.07.1997 - 2 x 0 Goiás-GO (Evair (2); 03.08.1997 - 3 x 1 Fluminense (Edmundo, Ramon e Pedrinho); 17.08.1997 - 3 x 0 Bragantino-SP (Ramon, Edmundo e Valber); 20.08.1997 - 0 x 0 América-RN; 24.08.1997 - 1 x 3 Santos (Baiano (contra); 30.08.1997 - 3 x 2 Sport-PE (Edmundo (2) e Felipe); 06.09.1997 - 1 x 3 Grêmio-RS (Ramon); 11.09.1997 -  6 x 0 União São João-SP (Edmundo (6); 14.09.1997 - 2 x 4 Vitória-BA (Pedrinho e Edmundo); 17.09.1997  - 2 x 1 Internacional-RS (Odvan e Filipe Alvim); 20.09.1997 - 4 x 0 Paraná (Edmundo (2), Mauro Galvão e Evair); 28.09.1997 - 2 x 1 Portuguesa de Desportos-SP  (Edmundo e Luís Cláudio); 01.10.1997 - 2 x 1 Palmeiras (Edmundo e Juninho); 05.10.1997 - 2 x 1 Atlético-PR (Juninho e Edmundo); 08.10.1997 - Vasco 0 x 0 Cruzeiro; 11.10.1997 - 3 x 1 Coritiba (Edmundo (3); 19.10.1997 - Vasco 1 x 0 Botafogo (Evair); 26.10.1997  - Vasco 4 x 3 Criciuma-SC (Ramon (2) e Edmundo (2); 02.11.1997 - 3 x 1 Bahia (Edmundo (2) e Sorato); 04.11.1997 - 2 x 0 Atlético-MG (Evair (2); 08.11.1997 - 2 x 3 Guarani de Campinas-SP (Mauricinho e Ramon); 15.11.1997 - 3 x 0 Juventude-RS (Juninho, Adílson (contra) e Edmundo); 23.11.1997 -Vasco 1 x 1 Flamengo (Mauro Galvão); 26.11.1997 - 2 x 1 Portuguesa-SP (Juninho e Edmundo); 29.11.1997 - 3 x 1 Portuguesa-SP (Evair, Ramon e Branco (contra); 03.12.1997 - 4 x 1 Flamengo (Edmundo (3) e Maricá); 07.12.1997 - 1 x 1 Juventude-RS (Pedrinho); 14.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 21.12.1997 - Vasco 0 x 0 Palmeiras.

            Acrescente à  VASCODATA 21 de dezembro: Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1947, com o gol cruzmaltino marcado por Lelé, valendo pelo Campeonato Carioca, no jogo 1.114 da moçada, em um domingo, nas Laranjeiras. Foi o 49º clássico entre eles pelo Estadual, com Flávio Cosa mandando esta turma em campo: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Dimas, Friaça e Chico. 

                       PASSSADOS 15 ANOS, O VASCO PUBLICOU ESTA COMEMORAÇÃO DO TÍTULO
            
            Edmundo foi um "Animal" indomável, o craque do campeonato, batendo o recorde de gols: 29 pipocas na chapa. Abaixo, Edmundo e Evair comemoram mais um gol.

             


             

            HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - MÁRIO

            1 - Torcedores da década de 1960, costumavam contar que Mário Vianna levara o volante Maranhão, para o Flamengo, e o Vasco o “roubara” da Gávea. Não foi bem assim. Ao ver o baixinho atuando pela seleção maranhense, o ex-árbitro o indicou aos rubro-negros, é verdade. No entanto, um amigo da família do atleta, chamado Joaquim Pereira, arrumou uma passagem, com a Força Aérea Brasileira, mandou buscá-lo e o levou para São Januário, o entregando a Hílton Santos. Isso pelo final de 1958. Maranhão era tão mirrado, que o cara achou que ele fosse infanto-juvenil. Logo, subiu ao time juvenil. Em 1961, já profissional, tornou-se titular a partir do returno do Campeonato Carioca-1962. Foi bicampeão de aspirantes e da Taça Guanabara de 1965.
            CHEGOU AO VASCO, ACHANDO que estivesse no Flamengo. Errou o clube e acertou no destino.

            2 - Alcir Portella foi o quarto atleta que mais vestiu a camisa do time de futebol vascaíno: 511 vezes jogos, de 1963 e 1975. Glória máxima: o título de campeão brasileiro, em 1974, como capitão da equipe, posto ocupado por 10 anos. Mesmo sendo um volante, função que obriga a fazer faltas, jamais foi expulso de campo, o que valeu-lhe o Prêmio Belfort Duarte. Após encerrar a carreira de atleta, Alcir foi contatado como empregado do Vasco, tendo sido auxiliar técnico e treinador. Assim, participou das campanhas dos títulos dos Brasileiros de 1974, 1989, 1997 e de 2000, a primeira como jogador e as outras três como auxiliar. O único. Viveu durante 64 anos.
            CRUZMALTINO EM TEMPO INTEGRAL. No mínimo, é o que se pode escrever sobre Alcir Portella.

            3 - O atacante Valdemar, supercampeão carioca, em 1958, quando estava no Olaria, não se conformava em ter sido barrado, com a chegada de Lorico, um meia revelado pelo amador Esporte Clube Senador Feijó, de Santos-SP, que o Vasco buscara na Portuguesa Santista. Profissional desde 1949, quando chegou à Seleção Paulista de Novos. Lorico estreou no Vasco contra o Real Madrid, que era considerado o melhor time do mundo. Além de Valdemar, dois outros campeões que saíram da Colina aborrecidos com os cartolas foram Sabará e Bellini.
            UM TRIO DE EX-CRUZMALTINOS que pareciam não saber como eram as curvas do caminho da bola. Um dos maiores ídolos tricolores, Telê Santana, deixou o Fluminense na mesma situação. Depois de passar pelo Guarani de Campinas e o Madureira, encerrou a carreira pelo Vasco. Feliz da vida!

            4 - O torcedor vascaíno gaba-se de que seu time mandou 3 x 0 no Santos, contando com o bicampeão mundial Pelé (04.04.1965), no Maracanã, pelo Torneio Rio-São Paulo. Realmente, aconteceu. Mas o "Peixe" estava sem cinco titulares, o goleiro Gilmar, o zagueiro Mauro, o volante Zito, o centroavante Coutinho e o ponta-esqaureda Pepe. Treinado por Lula, jogou com: Laércio; Modesto, Geraldino, Ismael (Olavo); Joel e Elizeu (Rossi); Dorval, Mengálvio, Toninho, Pelé e Noriva (Peixinho). O púbilco foi de 42.250. Luisinho e Mario “Tilico” marcaram os gols do time vascaíno, que era comandado por Zezé Moreira, e foi: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico (Oldair); Luizinho, Célio, Saulzinho (Mário) e Zezinho.
            GANHAR DE PELÉ, por 3 x 0, naquele tempo, era difícil de acreditar. Uma vitória lendária.

            5 - Edvaldo Izídio Neto, o Vavá, representou o Vasco no Mundial-1958, na Suécia, e voltou como o “Leão da Copa”. Nascido em 12.11.1934, em Recife, viveu até 19.10.2002. Foi vascaíno entre 1951/1958, tendo sido buscado no Sport Recife, onde jogou em 1949/1950. Da Colina, foi para o espanhol Atlético de Madrid, ficando nele entre 1958/1961. Foi repatriado pelo Palmeiras (61/1963) e o primeiro brasileiro atuando no exterior a ser convocado para a Seleção Brasileira. Pela Seleção Brasileira, foi a duas Copas do Mundo, fazendo 10 jogos, em 8 vitórias, 2 empates e 9 gols marcados. Totalizou 23 partidas, somando 19 vitórias, 3 empates e só derrota, em um total de 14 tentos. Desses compromissos, 20 foram contra seleções nacionais, rendendo 16 vitórias, 3 empates e uma derrota. Diante de clubes e combinados fez 3 apresentações, vencendo todas. Vavá defendeu, ainda a seleção brasileira olímpica, com 2 jogos, 2 vitórias e um gol. Levou os títulos das Copas do Mundo de 1958/1962 e das Taças Oswaldo Cruz-1955/1958/1962.SEGURAMENTE, este é um currículo que se pode chamar de leonino.

            6- Niginho era um dos quatro Fantoni revelados pelo futebol mineiro, além dos irmãos Ninão e Orlando, também centroavantes, e o primo-irmão Nininho, lateral esquerdo. Os quatro começaram no Palestra (atual Cruzeiro), e emigraram um por um para a Itália, onde alcançaram sucesso nas décadas de 1920 e 1930, jogando pelo Lazio. Na Itália passaram a ser conhecidos como Fantoni I (Nininho), Fantoni II (Ninão), Fantoni III (Niginho) e Fantoni IV (Orlando). Orlando Fantoni, inclusive, também teve passagens pelo Vasco, tanto como jogador quanto como técnico. Ídolo do Lazio, Niginho no entanto, acabou expulso da Itália, por se recusar a participar da guerra fascista contra a Abissínia em 1936. De volta ao Brasil, foi contratado pelo Vasco. Foi artilheiro do campeonato carioca de 1937 e reserva de Leônidas na seleção que disputou a Copa do Mundo de 1938 na França. Por ocasião da partida semifinal, por ironia contra a Itália, Leônidas não podia jogar e a Federação Italiana, com o referendo de Mussolini, vetou a escalação de Niginho. A FIFA covardemente acatou a ordem e tirou do jogador a chance de participar da competição.

            7 - Danilo Alvim foi um dos maiores craques brasileiros do seu tempo. Nascido em 03.12.1920, no Rio de Janeiro, aos 19 anos de idade, sofreu 39 fraturas, em uma das pernas, ao ser atropelado por um automóvel. Dois anos depois, estava jogando tanto que o Vasco o tirou do América. Dono de futebol clássico, ganhou o apelido de “Príncipe” e campeão carioca em 1945, 1947, 1949, 1950 e 1952, e do Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Danilo foi titular da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo-1950, qual saiu vice-campeão. Três anos depois, enceraria a sua vida cruzmaltina. Passou pelo Botafogo e o Uberaba-MG. Como treinador, em 1963, comandou a seleção boliviana na conquista do Sul-Americano. Quando pendurou as chuteiras, Danilo não tinha mais nada, a não ser uma casa em seu nome, no Rio de Janeiro. Em 16 de maio de 1996, saiu desta vida, como morador de um asilo para velhinhos pobres e esquecidos.

            8 - O atacante Kosilek foi um dos campeões carioca, em 1970. Em sua rápida passagem por São Januário, disputou apenas 14 jogos. Confira: 22.02.1970 – Vasco  0 x 2  Flamengo (Torn Inter de Verão); 24.03.1970 a- Vasco  1 x 0  Rio Branco-ES (amistoso); 05.04.1970 – Vasco   0 x 2  Bangu (Taça Guanabara); 26.04.1970 - Vasco   1 x 0  América-RJ. (Taça GB); 01.05.1970 - Vasco  0 x 0  Flamengo (Taça GB); 03.05.1970 0 Vasco  2 x 0  Desportiva-ES (amistoso); 10.05.1970 - Vasco  0 x 2  Flamengo. (Taça GB); 01.08.1970 - Vasco  1 x 0  Olaria (Campeonato Carioca); 09.08.1970 - Vasco  1 x 0  Flamengo. (Camp Car); 15.08.1970 - Vasco  2 x 0  Portuguesa-RJ (Camp Car); 13.09.1970 - Vasco  3 x 2  América-RJ (Camp Car); 20.09.1970 – Vasco  0 x 2  Fluminense (Camp Car); 17.10.1970  - Vasco 5 x 1  Santos (Taça de Prata);a 04.11.1970 – Vasco 4 x 0 CSA-AL (amistoso).

            9 --  Em 1955, a revista  "Esporte Ilustrado", cujo dono era Levy Kleiman, vivia publicando fotos de times posados do Vasco. Mas seus feitores não se declaravam simpatizantes. As matérias eram assinadas por Thomaz Mazzoni (Olimpicus), Leunam Leite, Adolpho Scherman, Jorge Miranda, Carlos Sampaio, Flávio Sales, Herbert Mesquita, Sérgio Lopes e jaime Ferreira. As fotografias eram de José Santos, Alberto Ferreira, Vito Moniz, José Alencar, Newton Viana de uma equipe paulista. Os gráficos de “goals” tinham assinatura de William Guimarães, o humorismo de Milton Sales, as caricaturas de Vilmar e os desenhos de Alberto Lima. Gratuliano Brito continuava sendo o diretor de redação, cujo endereço seguia na Rua Visconde de Maranguape, Nº 15. Em São Paulo, a distribuição e vendas era por conta da Agência Polano, à Rua João Bricola,  Nº 46.
             

             

             


            domingo, 20 de dezembro de 2015

            DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - NÚBIA, A RECORDISTA DE CAPAS SEXY

            Mineira, de Uberaba, onde nasceu a 24 de novembro de 1973, a escorpiana Núbia de Oliveira é a brasileira que mais posou nua para revistas e a recordistas do setor, segundo o Livro dos Recordes (Guines Book). Foram 26 ensaios, entre outros, para Playboy, de junho de 1993; Sexy, de agosto de 1994, abril de 1995, março de 1998 e fevereiro de 2011, além da Man Nº 5 e da Ele & Ela de 1997.
            Descoberta pelo empresário da noite carioca Ricardo Amaral, ela venceu o concurso “Pantera”, e partiu para a fama. A carreira artística começou em 1994, com uma participação no programa "Vila do Mallandro", comandado por Sérgio Mallandro. No mesmo ano, tornou-se apresentadora do programa "Papo Sério", da  TV Manchete, ao lado de Lolita Rodrigues. Depois, veio a fase das novelas, tendo participado de “Tocaia Grande”, em 1995, e de “Dona Anja”, em 1996, na Manchete, e dos reality shows, como “Casa dos Artistas”, do SBT, em 2001 e em 2007, além de vários quadros em programas televisivos, entre 2008 e 2009. Em seguida, passou a apresentar um programa sobre sexo na TVA.

            Mining, Uberaba, where was born November 24, 1973, the Scorpio is Nubia Oliveira of Brazil's more posed nude for magazines and recordistgas industry, segndo the Book of Records (Guinness Book). There were 26 trials, among others, to Playboy, June 1993; Sexy, August 1994, April 1995, March 1998 and February 2011, as well as No. 5 Man and His & Her 1997.Discovered by businessman Ricardo Amaral of Rio's night, she won the "Panther" contest, and left to fame. The artistic career began in 1994, with a participation in the "Village Mallandro", led by Sérgio Mallandro. In the same year, he became host of the program "Papo Seriously," the headline TV, alongside Lolita Rodrigues. Then came the phase of novels, having participated in "Showdown" in 1995 and "Dona Anja" in 1996, the headline, and reality shows like "House of Artists", the SBT in 2001 and in 2007, as well as multiple frames in television programs between 2008 and 2009. Then he started to present a program about sex in the TVA.


            sábado, 19 de dezembro de 2015

            CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 19

            Feitiço abriu a porteira; Armando passou por ela; Niginho foi às redes e mexeu duas vezes no filó, e Romualdo encerrou a brincadeira.
             Era 19 de dezembro e o Vasco goleou a Portuguesa, por 4 x1, pelo segundo turno do Campeoanto Carioca de 1937, no estádio da Rua Figueira de Mello, em jogo apitado por Edmundo Gomes. Rapaziada impiedosa! Ela foi: Joel, Poroto e Italia; Oscarino, Zarzur e Calocero; Armandinho, Alfredo, Niginho (Gabardinho), Feitiço e Luna.
            Em 1939, a data registra uma outra goleada: 5 x 2, amistosamente, sobre o argentino Independiente,  com os “hermanos” Gandula (no círculo) e Villadoniga comparecendo às redes dos patrícios. Alfredo II, Lindo e Érico completaram a balaiada. 
            Quem deu um trabalhão à “Turma da Colina” nos “19 do 12” foi o Villa Nova, da mineira Nova Lima, em 1953. Se bem que, naquele ano, o Vasco havia virado a sua mais bela página da história, recolhendo o do “Expresso da Vitória”, para iniciar a entressafra que só daria  frutos em 1956, com a conquista do título carioca.
            Convidado para um amistoso, em um sábado, em São Januário, o alvirrubro mineiro vendeu, caro, aos vascaínos, uma derrota, por 2 x 1. Aliás, nas três vezes em que ecarou o Leão do Bonfim, o Vasco passou apertos. Além deste resutlado, da primeira vez em que se cruzaram, empatou, por 2 x 2, na  terça-feira 21 de abril de 1964, e venceu, por 2 x 0,  no domingo 21 de maio de 1978, na única partida oficial deles.
            Este jogo valeu pela segunda fase do Campeonato Brasileiro e foi em São Januário, assistido por   8.446 pagantes, que pagaram Cr$ 276.420,00 para ver os gols de Paulinho, aos três minutos do primeiro tempo e de Alcides, aos 29 do segundo. Almir Ricci Peixoto Laguna (PR) apitou, Orlando Fantoni era o treinador e o time vascaíno foi: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Geraldo, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mario, Helinho e Zanata; Gina, Pauinho e Ramon (Alcides).
            E, como sempre é convidado para amistosos, em 19 de dezembro de 1974, o Vasco foi ao Espírito Santo e casou 2 x 0 em cima do Santo Antônio, no estádio Engenheiro Araripe, em Vitória.
            VASCODATA: 19.12.1937 – Vasco 4 x 1 Portuguesa-RJ; 19.12.1939 – Vasco 5 x 2 Independiente-ARG; 19.12.1953 – Vasco 2 x 1 Villa Nova-MG; 19.12.1974 – Vasco 2 x 0 Santo Antônio-ES. (foto reproduzida do blog http://www.robsonpires.xerife.com/). Agradecimentos.


            20.12 -

            Euller e Romário fazem a festa na volta do Rio de Janeiro

            Na noite de 20 de dezembro de 2000, a 11 dias para o final do Século XX, o camisa 11 Romário marcou o seu 11º gol na competição – três na partida – e o Vasco conquistava mais um título internacional. Mandou 4 x 3 no Palmeiras, virando o placar – 0 x 3, no primeiro tempo –, na casa do adversário.
             Naquele ano, a Copa Mercosul teve cinco chaves, com 20 times de Argentina, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai. O Vasco fez a segunda melhor campanha no Grupo E – Atlético-MG, Peñarol-URU e San Lorenzo-ARG –, com 10 pontos, em três  vitórias, um emapte e duas quedas. Nas quartas-de-final, diante do Rosário Central-ARG, com 1 x 0 para cada time, classificou-se nos pênaltis: 5 x 4.
            Nas semi-final, o Vasco mandou 4 x 1, em outro argentino, o River Plate, na casa dele, e 1 x 0, em São Janário. Foi para a decisão, com os palmeirenses. No primeiro jogo, 2 x 0, em seis de dezembro. Seis dias depois, 0 x 1, fora. Como não havia saldo de gols, houve o terceiro jogo, novamente, no Parque Antárctica, em São Paulo.
             
            T´ÍTULO NA CRISE -  O Vasco estava em complicado momento psicológico para aquela final. No dia 16, após empate, com o Cruzeiro, em São Januário, pelo Brasileirão, o presidente Eurico Miranda dispensou o técnico Oswaldo de Oliveira, por este liberar o grupo, no domingo que antecedia à decisão da Mercosul, o que ele não concordava. Então, na tarde domingueira, Joel Santana assumiu o comando e treinou o time. Veio, então, o 20 de dezembro.  O Parque Antárctica recebeu 29.993 pagantes e o árbitro Márcio Rezende de Freitas, um mineiro residente em Santa Catarina, mandou rolar a bola. Marcando três gols no primeiro tempo, os palmeirenses não contavam com a virada vascaína, com um homem a menos – Júnoir Baiano havia sido expulso de campo.
            Juninho Paulista e Romário comemoram
            o gol da virada

            Foi eletrizante: aos 13 minutos do segundo tempo, Romário cobrou pênalti, sofrido por Juninho Paulista: 1 x 3; aos 23, Juninho Paulista sofreu outro pênalti, encaçapado por Romário: 2 x 3; aos 40, Juninho Paulista empatou: 3 x 3; nos acréscimos, aos 48, bate-rebate na área terminou com bola no pé de Romário e na rede: 4 x 3.
            O Vasco jogou com: Helton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Nasa (Viola), Jorginho (Paulo Miranda)  Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Euller (Mauro Galvão) e Romário.
             
            CAMPANHA: Peñarol 4 x 3 Vasco; Vasco 3 x 0 San Lorenzo; Atlético-MG 2 x 0 Vasco; Vasco 1 x 1 Peñarol; San Lorenzo 0 x 2 Vasco; Vasco 2 x 0 Atlético-MG; Vasco 1 x 0 Rosario Central; Rosario Central 1 x 0 Vasco; River Plate 1 x 4 Vasco; Vasco 1 x 0 River Plate; Vasco 2 x 0 Palmeiras; Palmeiras 1 x 0 Vasco; Palmeiras 3 x 4 Vasco.
             
            SUPERVITÓRIA -  Outro grande triunfo vascaíno nos 20 de dezembro foi sobre o Flamengo, por 2 x 0, pelo Campeonato Carioca de 1958. Já valeu pelo que ficou conhecido por Supercampeonato, uma decisão que incluiu o Urubu e o Botafogo. Com os três haviam pontuado iguais, tiveram que sair para aquela situação, que ainda se repetiu no que passou a ser o Supersuper, finalmente, vencido pelo Vasco.
            No “20 do 12 do 5 oitão”,  no Maracanã, sob o apito de Alberto da Gama Marcher, Pinga e Almir liquidaram a fatura, no primeiro tempo. O ex-atleta cuzmaltino Gradin (Francisco Ferreira de Sousa) era o treinador e o tme teve: Miguel; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Écio e Orlando;  Sabará, Almir, Roberto Pinto, Valdemar e Pinga.
            Fotos reproduzidas de http://www.globoesporte.com/ Agradecimentos.