Vasco

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domingo, 10 de dezembro de 2017

FIGURAS DA COLINA - AMILCAR GIOFFONI

O médico de uma equipe de futebol vive muito mais os dramas das partidas do que os demais integrantes do time e comissão técnica. Quem garantia isso era Amílcar Giffoni, o responsável pela saúde da rapaziada do Vasco da Gama, durante a décda-1950.
 - O médico batalha, até o último minuto que antecede aos jogos, para mandr a campo o atleta que passou a semana tratando de um problema. Quando ele rola a bola, quem deu-lhe codições de jogo sente-se muito mais responsável pela sua produção. Fica ligado em todos os seus movimentos, temendo a volta do problema. Por isso, sente muito mais as emoções da peleja, assegurava Giffoni.
 Em 1950, o Vasco da Gama era elogiado por ter o melhor departamento médico do futebol carioca. Para o treinador Flávio Costa, um dos principais itens que levou o seu time ao título foi o trabalho desse pessoal que conseguia lhe garantir a escalação de ateltas imprescindíveis para o compromisso.
 Quem começou a modernizar o setor médico vascaíno foi o 30º presidente do clube, Antônio Rodrigues Tavares (1948/1949). Seu sucessor, Cyro Aranha, manteve a atenção ao setor, deixando o Vasco da Gama com médico, também, para as modalidades amadoras – Aloísio Caminha – e náuticas – o doutor Miranda.
 Amílcar Giffoni começou a trabalhar com o futebol a partir de 1943, quando o colega Leite de Castro o indicou a Vargas Neto, o presidente da Federação Carioca de Futebol-FCF (e sobrinho predileto do presidente da república, Getúlio Vargas). Servindo à seleção guanabarina, ficou campeão brasileiro e fez amizade com os treinadores Flávio Costa e Luís Vinhais.

Giffoni foi médico, também, da Seleção Brasileira
 Pouco depois,  convidado para servir ao América, ele especializou-se em medicina esportiva, estudando na Escola Nacional de Educação Física. Mas demorou pouco como americano.
 A FCF estava na esquina à sua espera. Mais um pouquinho e foi a vez do treinador uruguaio Ondino Viera e do diretor do departamento profissional vascaino, Digo Rangel, também desejarem os seus serviços, que foram estendidos à Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1950.
 Campeão Carioca-1949/50/52, o Vasco da Gama poderia ter sido tetra, se não tivesse feito uma fraca campanha-1951. Amílcar Giffoni tinha uma explicação:
 - O Vasco não estava com time  envelhecido, como muitos falavam. Pagava os complexos surgidos com a perda do titulo do Mundial (para o Uruguai), por haver fornecido o maior número de jogadores. Desde 1946, jogava sem parar. Estafado, fisicamente, (em 1951), precisava de recuperação orgânica e do moral.
 De cordo com Giffoni, naquela temporada, o Vasco da Gama realizou 705 exames clínicos; 150 laboratoriais; aplicou 410 injeções; 520 procedimentos fisioterápicos; 80 chapas de Raios X; 110 atndimentos traumatológicos; 30 gessamentos; 40 pequenas cirurgias e manteve a alimentação dos ateltas sob permanente controle.
 No entanto, a fase vascaína de mais trabalho para o médico Amílcar Giffoni, segundo ele, foi quando a rapaziada esteve, em Santiago do Chile, disputando o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, o qual venceu, em 1948.
- Passamos 40 dias na concentração de Los Maitenes, lutando contra tudo, desde a comida até o frio intenso, afirmou ele à rvistas carioca “O Globo Sportivo”, considerando a trazida da taça “verdadeiro heroísmo” da moçada.            

               

 

               

 









HISTORI&LENDAS DA COLINA - GOLEADAÇA

 1 - Em 1953, rolou o I Torneio  Internacional  de Futebol do Rio de Janeiro. Além do Vasco da Gama, entaram Flamengo, Boca Juniors e Racing, estes dois da Argentina. O Vasco foi campeão, mandando, na última rodada, 5 x 2 Flamengo. Aconteceu em 3 de fevereiro de 1952, com os gols vascaínos marcados por Ademir (2), Sabará (2) e Chico. A rapaziada foi: Barbosa, Augusto, Harondo; Ely (Mirim), Danilo, Ipojucan, Sabará, Ademir, Alvinho (Vavá), Válter e Chico. 

2 - Quando o Vasco negociou o passe de Romário (sistemática antiga de transferência de atletas, abolida pela Lei Pelé), o carinha saiu da Colina batendo nos cartolas. Considerava o futebol brasileiro desorganizado e repleto de dirigentes desonestos. Capilarmente, bons tempos aquele  em que o hoje quase careca senador eleito pelo Rio de Janeiro, com 60 milhões de votos, ainda era da turma dos cabeludos. Romário deixou a vida dos cabeluda careca de fazer gols.
3 - O Vasco foi tri do Troféu Brasil de Remo, em 6 de dezembro de 2009, com cinco vitórias nas 12 finais, em uma manhã de domingo de sol escaldante na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Cidade Maravilhosa. Na realidade, a sua rapaziada só comprovou que não dava para ninguém lhe tascar nada.

4 -  Antes de sair no braço, o “Almirante” estava na ponta, com quatro triunfos, contra dois do concorrente mais próximo.  Levou a melhor no ‘single skiff’ feminino (leve), com Camila Carvalho; no’four skiff feminino’, com Dayane, Natasha, Kissya e Camila; no ‘double skiff’ masculino (leve), com Henrique Motta e Alexis Mestre; no ‘single skiff’ feminino (sênior), com Camila Carvalho; e o oito, remado por Renato, João, Gustavo, Alexis, Rangel, Marco, Thiago, Felipe e Castro (patrão). 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CARLA BRUNI,1ª DAMA DOS FRANCESES

No registro civil,  Carla Gilberta Bruni Tedeschi. Para o “jet st” iternernacional e o mundo politico, Carla Bruni-Sarkozy, a graça da bela e ex-primeira dama da França.
 Quando pulou fora da barriga de Marysa Borini, uma pianista, Carla estava na italiana Turim e era vésperas do Natal (23.12.1967). Naquele dia, o compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi não imaginava que, 42 temporadas depois, ele seria pai da primeira dama da França– Carls casou-se com o 23º presidente francês,  Nicolas Sarkozy (França (2008-2012).
Tempos de modelo e de fotos muito sexy em revistas
Com tanta música em sua vida, seria natual que Carla, também, vivesse entre palcos e estúdios de gravação. Foi o que fez, após descer das passarelas de modas, onde etivera, de 1987 a 1998. Gravou três álbuns – Quelqu'un m'a dit (2002);  No promises (2006), Comme Si De Rien N'Était (2008) e Little french songs (2013).
Carla foi parar na França, em 1975, porque o seu pai deixou a Itália por temor da das marxistas Brigadas Vermelhas, que sequestravam e assassinavam. A menina cresceu em Paris, depois foi estudar na Suiça, voltou a Paris e estudou na Sorbonne.
Em 1988, Carla não quis mais saber de livros. Virou modelo fotográfico, aos 19 de idade, e trabalhou para as grifes mais importantes, concorrendo com as “top” Naomi Campbell, Kate Moss, Claudia Schiffer e Christy Turlington, as primeiras famosas, internacionalmente. Uma das mais bem pagas do mundo da moda, chegou a faturar US$ 7,5 milhões de dólares, por temporada.
Em 2008, já primeira dama francesa, garimparam uma foto dela imitando Eva e levaram a leilao, sendo arrematada por US$ 91 mil dólares, seis vezes maior do que o preço imaginado.
Carla foi do time das primeiras modelos famosas internacionalmente
Menina namoradeira, Carla teve casos com Eric Clapton, Mike Jagger, Kevin Costner e com o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
 Logo, ser primeira dama era o seu destino, o que começou a rolar em 2007, quando descobriram o seu namoro com Sarkozy, que acabava de se separar da ex, em meio a rumores de chifradas rolando.
Chifradas por chifradas, a mãe de Carla chifrou o marido, por seis temporadas, e contou, bem mais tarde à filha, que o seu verdadeiro pai chamava-se Maurizio Remmert e vivia no Brasil desde 1970.  
Carla tornou-se primeira-dama da França em 2 de fevereiro de 2008. Ganho gabinete  no Palácio Eliseu e passou a acompanhar Sarkozy em sus viagens oficiais. Em 17 do último maio, ela anunciou estar à espera de Giulia, que pintou no pedaço em 19 do recentinho outubro.
FOTOS REPRODUZIDAS DE WWW.FANPOP.COM - AGRADECIMENTO


                   

 

sábado, 9 de dezembro de 2017

ÁLBUM DA COLINA - VASCO GUERREIRO

Você está acostumado a ver reproduzidos por aqui belos trabalhos artísticos da turma do site www.paixaovascao.com.br, não é mesmo? Mas, hoje, o "Kike" deparou-se com este no www.netvasco.com.br, que é o principal site esportivo brasileiro e um dos maiores do mundo, comandado pelo nosso amigo Fernando Ramos, torcedor vascainíssimo. 
Concorde que é um belo selo, exibindo um almirante guerreiro,  sem citar o autor do traço. Se alguém souber, por favor, nos informe, para colocar o crédito, informar a sua graça ao planeta.
 Enquanto isso, o "Almirante" segue lutando contra tudo e contra todos, aliás desde que que começou a rolar a bola, enfrentando a ira dos que não o aceitavam praticando-o a democracia epidérmica e na carteira de dinheiro.
 Salve NetVasco, pela sua ideia brilhante. Brilhantíssima. Valeu!      

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SANTISTAS

1- Quando o Vasco da Gama inaugurou o estádio Club de Regatas Vasco da Gama, mais conhecido por São Januário, convidou o Santos para a inauguração. E levou 5 x 3 do “Peixe”, em 3 de março de 1927. Engasgado, com uma espinha no pescoço por dentro, uma temporada depois a “Turma da Colina” convidou a Portuguesa Santista. E levou  x 3.   

2 - Se tem um santo que não faz milagres contra o Vasco da Gama, seguramente, este é o glorioso (nem tanto) "Toín". Em cinco amistosos, só viu as coisas do jeito que o diabo gosta. No terceiro deles, em um feriado, quando a turma aproveita para beber umas pingas, Pinga e Sabará levaram a sério a partida e desceram dois goles no filó. E, já que o feriadão era dia de molhar o pescoço por dentro, o técnico Flávio Costa mandou à farra  quase todo o seu grupo: Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida (Dario), Bellini (Haroldo), Orlando, Beto, Laerte (Jophe), Sabará (Ademir Menezes), Válter Marciano (Iedo), Vavá, Pinga e Parodi (Alvinho).     
3 - No 15 de novembro de 1983, quando entregou à sua torcida o estádio Aderbal Ramos da Silva, mais conhecido por Ressacada, o Avaí-SC convidou o Vasco da Gama para a festa com 27 mil presentes. Beleza! O “Almirante” compareceu  à Rua Tenente Calandrini, s/nº, em Florianópolis, equem abriu a primeria porta foi o vascaíno Vilson Taddei, aos 5 minutos. E abriu a segunda, aos 12. Aí desembestou a coisa. Marcelo, aos 19, fez o seu primeiro, e voltou ao filó, aos 40 e aos 45 do segundo tempo. No meio disso, aos 42 da mesma etapa final, Dudu havia passado por lá.

4 -  Celso Bozzano apitou vasco 6 x 1 Avaí e, a convite de Oto Glória, esta moçada fez a festa: Roberto Costa; Edevaldo, Chagas, Nenê e Roberto Teixeira; Serginho, Oliveira (Geovani), Vílson Tadei e Ernâni (Dudu); Marcelo e Paulo Egídio (Júlio César).

O VENENO DO ESCORPIÃO - SAMBA DO CRIOULO NA CADÊNCIA DE ZÉ DE RIBA

O governo do presidente e general João Figueiredo terminava. Era época de bipartidarismo e o governista PDS-Partido Democrático Social e o oposicionista PMDB-Partido do Movimento Democrático Brasileiro haviam marcado as sus respectivas convenções nacionais para 10, 11 e 12 de agosto de 1986.
Aureliano e Figueiredo reproduzidos de
 www.memorialdademocracia.com.br
 Tudo como mandava o cronograma sucessório. Menos no surrealismo dos membros das duas alas ideológicas. Chegou-se ao ponto de um partido ameaçar recorrer à justiça eleitoral para impedir candidatura na legenda contrária. Foi um autêntico “Samba do Crioulo Doido”, a letra daquela batucada pela qual um compositor transformava a história do Brasil em uma verdadeiro pandemônio escrito por inquilinos de hospício.
No real, o povo não suportava mais o regime militar lhe imposto desde 31 de março de 1964, emitindo todos os indícios de querer ver um candidato da oposição vencendo o situacionista. E mandou fortes perepectitivas de que isso ocorreria mais do que depressa. Inclusive, vários caciques que apoiavam o governo militar, sem a menor vergonha, pularam fora do barco e vestiram a camisa do PMDB, time para o qua torciam desde criancinha”. Afinal, era preciso sobreviver, politicamente, pós-Ditadura.
 Um dos casos mais barulhentos desse período pré-final de governo militar foi estrelado pelo vice-presidente de Figueiredo, o mineiro Aureliano Chaves, que assumira a presidência do país por várias vezes. Ele aderiu à candidatura oposicionista do governdor de seu Estado mineiro, Tancredo Neves, levando junto 65 votos ao colégio eleitoral. Mas não foi tão fácil apoiar a Frente Liberal, a turma pro-Tancredo, devido muitos os entraves municipais nas bases pedesistas, como ocorria, também, em Pernambuco.
Selo com Tancredo Neves  reproduzido de
www.metresdahistoria.blogspot.com.br
 Areliano Chaves até que demorou a se abraçar com Tancredo Neves. Ao fazê-lo, ouviu xingamentos de traidor, mas via a hora certa de desligar-se do diretório nacional do PDS e juntar-se a um outro político que passara toda a Ditadura servindo ao regime dos genrais-presidentes, o deputado pernambucano Marco Maciel, que fora, inclusive, presidente da Câmara. Juntos, os dois lançaram manifesto explicando razões da dissidência. No rebolo, Aureliano apressou a formação do PartidoLiberal Democrático, para sair candidato ao Senado, único local que ainda não estivera – já havia sido deputado estadual, federal, governador estadual e vice-prsidente da república. Aliás, ainda era.
 O que ninguém, quer dizer, um leigo em política partidária, jamais imaginaria fosse que um dos principais símbolos governistas no Congresso Nacional, o senador José Sarney, saísse candidato a vice-presidente pelo PMDB. Incomodou até os peemedebistas do seu Maranhão, onde o líder do desagrado era o deputado Renato Archer. Em Minas Gerais, quem gritou foi o deputado Pimenta da Veiga. Para eles, o PMDB deveria ter candidatos que somassem, não que enfraquecessem a Aliança Democrática, como ficou sendo chamado o movimento de apoio a Tancredo.
 O maior barulho desse episódio, no entanto, surgiu por intermédio de líderes pedessistas que apoiavam a candidatura do deputado Paulo Maluf, que vencera o candidato prferido pelo presidente Figueiredo, o seu minsitro Mário Andreazza, durante a disputa convencional partidária. Eles, também, não queriam Sarney candidato a vice de Tancredo. Esquisito? Esquisito, mas rolou.
Sarney em foto oficial - Divulgação
Palácio do Planalto
 Enfim, porque o PDS malufista não queria Sarney na parada? Simplesmente, porque a sua patota não “lera direito” as regas do jogo. Então, alegou incompatibilidade um senador do PDS sair candidato pelo PMDB. Esqueceram-se, porém, de que o José Ribamar Ferreira da Costa, a sua verdadeira graça (Sarney é nome artístico)o  não era senador do PDS, pois fora eleito pela (já inexistente e antecessora) ARENA-Aliança Renovadora Nacional. Mais? Pelo voto direto do povão maranhense.
 Resumo da ópera:  a caravana passou, Tancredo pegou um outro caminho e o glorioso Zé de Riba herdou, de presente, sem nunca sonhar, uma cadeira que passara mais de 20 temporadas  só sendo usada pelos ditadores generais-presidentes. De quebra, Zé de Riba mordeu 365 dias com a faixa presidencial no pescoço – surrealisticamente, real! 

 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

VASCO DAS CAPAS DE REVISTAS


 1 - Isso é o que se chama de "tá mais do que na cara". O Vasco  em cima do muro, no placar e na "Placar": 1 x 1 Botafogo.
É o que conta a chamada de capa da bela revista paulistana com o nome das tabuletas, ou engenhocas eletrônicas, que marcam os escores das partidas. Confere?
 
 2 - Pelas décadas-1980/1990, a  “Placar”, da Editora Abril, tinha um gato como personagem humorístico. Quem quisesse participar  de sua seção deveria escrever para  “A Cesta do Gato”, Caixa Postal 2372, CEP
 
3 - O espaço era o do tradicional  cartas do leitores, que vem atravessando a história das revistas brasileiras. Em duas páginas, a primeira trazia o nome ‘CARTAS, em  letas maiúsculas, e o desenho do “bichano”, usando aquelas antigas máquinas de datilografia, para responder às “missivas”.

4 -   Era algo muito engraçado, bem divertido, como sempre fora a seção, desde o início da revista, em 1970, com leitores trocando farpas e caçoando com os times adversários

5 - Pelo Nº  1036, de 27 de abril de 1990, os leitores vascaínos ocuparam o balaio do gato. Caso de Sonfirere S. de Oliveira, de Açailândia-MA. Ele queria  se corresponder com torcedoras do Vasco, de 15 a 20 anos, para falar de suas vidas particulares. E avisava não ter preconceitos de cor e nem de raça.

6 - Desenhado sentado em uma bola (foto), com cara de injuriado, o gato pensava: Tem gente que não se enxerga”. E classificava o sujeito de nome esquisito de “O pentelho da semana”.






















VASCO DAS PÁGINAS - PINGOU NA REDE

HISTORI&LENDAS DAS COLINA - ZIZINHO

Zizinho e AdemirThomaz Soares da Silva, um cidadão nascido em 14 de setembro de 1921, em São Gonçalo-RJ – viveu até 8 de fevereiro de 2002 – e que seria, hoje, digamos, meia-atacante, tornara-se o maior craque do futebol brasileiro, a partir da década-40. Um dos seus maiores amigos era o goleador vascaíno Ademir Marques de Menezes.
Chamado de “Mestre Ziza”, pelo o jornalista italiano Girdano Fatori, da Gazzeta dello Esporte, durante a Copa do Mundo de 1950, Zizinho tinha um grande desejo: voltar a atuar, um dia, ao lado do amigo Ademir.
Zzinho defendia o Bangu, quando, ao final de 1955, dois times argentinos – Independiente e Racing – vieram ao Rio de Janeiro, disputar o Torneio do Atlântico, contra Vasco e Flamengo. Foi então que os cruzmaltinos atenderam ao desejo do “Mestre”.
Cavalheirescamente, os banguenses o emprestaram e Zizinho pôde voltar a jogar – duas vezes – , no mesmo time do centroavante que considerava um irmão. No primeiro jogo, o Vasco perdeu do Independiente, por 1 x 4, mas recuperou-se no segundo, com 3 x 2 Racing, na disputa do terceiro lugar. (veja na data 28.12).
Vasco 1 x 4 Independiente foi em 27 de dezembro de1955, no Maracanã, apitado por Harry Davis, auxiliado por Anver Bilate e Pedro Vilas Boas. Gol vascaíno foi marcado por Pedro Bala e o time de São Januário formou com: Hélio, Dario e Coronel; Mirim (Laerte), Orlando e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Ademir (Vavá), Pinga (Alvinho) e Parodi (Wilson). O paraguaio Parodi foi expulso de campo, no segundo tempo.
Três dias depois, novamente no Maracanã, a vitória cruzmaltina foi sob o apito de Charles Williams, auxiliado por Lino Teixeira e Cícero Pereira Júnior. Pedro Bala, Vavá e Pinga marcaram os gols da Turma da Colina, que foi: Hélio, Paulinho e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir).
Depois daquilo, Zizinho, ainda, voltou a ser vascaíno, mas como treinador, em 1967 e em 1972. Nesta segunda passagem, ele comandava o time que empatou, por 2 x 2, com o Flamengo, em 7 de maio, quando Tostão estreava como vascaíno. 

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

HISTORI&LEDAS DA COLINA - ÁFRICA É ALI

1 - Em 3 de maio de 1963, o Vasco excursionava pelo continente africano e mandou 4 x 2 Alvorada, em Kartum, no Sudão. O ponta-direita Sabará foi o nome do jogo, marcando dois gols e ganhando o apelido de “Joia Negra” – Écio e Ronaldo completaram o placar, que chegou aos 3 x 0 no primeiro tempo. Na etapa final, o calor, de 42 graus centígrados, fez o "Almirante" navegar mais devagar.

Sabará, "Jóia Negra" para torcedores africanos
2 – O goleiro Ita, que vinha sendo um dos cartazes da equipe cruzmaltina, devido as grande atuações que ajduaram o Vasco a conquistar o Torneu Pentagonal do México, em janeiro, foi incluído na delegação de última hora, pois só na manhã do dia do embarque  ele renovou contrato, pois mais dois anos, ganhando o teto pago pelo Vasco. Uma dsuas últimas melhoresa partidas fora nos 2 x 2 Santos, de 2 de fevereiro, diante de quase 30 mil almas, no Marcanã, pelo Torneio Rio–São Paulo, quando o ataque santista tinha Dorval, Mengálvio, Pelé e Pepe.    

3 – O roupeiro Francisco Silva, o Chico, que esteve na Seleção Brasileira sendo campeão mundial, na Suécia, juntamente com os então vacaínos Bellini, Orlando Peçanha e Vavá, também integrou o grupo da excursão africana. Além dele, no apoio, o técnico Jorge Vieira contou com o masssgista Elton Marin.

4 – Os vascaínos passam quase toda a excusão africana invictos e ainda tiveram o goleador Saulzinho contundido na clavícula e fora de algns jogos. A única derrota no continente foi em 6 de junho, por 1 x 2 Hilal, em Kartum, após sete vitórais e um empate.  Os locais abriram o placar, no prmeiro tempo, tendo Lorico ematado, na etapa final, quando o anfitrião, o vice-campeão local, liquidou a fatura.

5 – Perto do final da excursão, o treinador Jorge Vieira discutiu com o chefe da delgação, José Eduardo Esteves Fraga, porque havia entrado em entendimentos para dirigir o português Sporting, de Lisboa. Mas concordou comandar o time até a últma partida do giro. De Kartum, o Vasco seguiu para a capital portuguesa, a fim de enfrentar o Sporting.

6 – Para chegar a Lisboa, o Vasco deixo Kartum às 3 da madrugada de 9 de junho, só tendo descido em terras lusitanas à noite. Fez escalas no Cairo (Egito), Roma (Itália), Nice (França) e Barcelona (Espanha). O time fez mais quatro partidas, sendo três na Espanha e uma em  Mônaco. O último jogo em 22 de junho. Mais de um mês fora de casa.  
OBS: colaborou na garimpagem destas informações o pesquisador vascainíssimo Jorge Medeiros, do Rio de Janeiro, a quem o "Kike" agradece.

VASCO DA PÁGINA - ALMIRANTE SOLITARIO

VASCO DOS GRÁFICOS - 5 X 2 MADUREIRA

 A goleada deixou os vascaínos igualados ao Bangu, na sétima rodada do Campeonato  Carioca-1951, com o mesmo número de jogos (6), vitórias (5); derrotas (1); pontos ganhos (10) e perdidos (2).
No entanto, os banguenses eram os lídedres, por terem marcado um gol a mais (16 x 15). O “Almirante”, no entanto,  mantinha melhor saldo de gols (9), contra 6 dos rivais.
Aquele Vasco x Madureira rolou em 23 de setembro, em São Januário, com Edmur sendo o “cara da tarde”, mandando três bolas ao filó – Friaça e Maneca fizeram os outros dois, com 4 x 2 sendo o placa r da primeira etapa.
 O espanhol Gimenez Molina apitou, a renda foi de Cr$ 34 mil, 485 cruzeiros e o Vasco escalou: Barbosa, Augusto e Clarel; Alfredo, Ely e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Edmur, Maneca e Friaça.      

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A BELA DOI DIA - 'DINDINHA' LUIZA

 A modelo Luiza Brunet foi pedida, pelos jogadores, para ser convidada, pela Confederação Brasileira de Futebol-CBF, a ser a madrinha da Seleção Brasileira que iria disputar a Copa do Mundo de 1986, no México. Ela dominava a predileção não só dos atletas, mas de grande parte dos "brasucas" que tiravam o chapéu para o seu talento na passarela e diante dos "clics" dos fotógrafos, durante as campanha de moda. Brunet era assídua nas capas das revistas considerada a mulher mais bonita das nascidas em Mato Grosso. Durante aquele Mundial em que ela madrinhou o time canarinho, encerrava-se, para o escrete nacional, uma geração que levara muitas emoções à torcida, reunindo, entre outros, Zico, Falcão e Careca.Aqui, ela aparece em recortes feitos na  revista carioca "Manchete", a que mais lhe prestigiava.
  The Luiza Brunet model was asked, hairdressers, to be invited, by Confederação Brasileira de Futebol-CBF, to be the mother of the Brazilian Seleção that would play the 1986 World Cup in Mexico. She dominated the predilection not only of the athletes, but most of the "brasucas" who pulled the hat for their talent on the catwalk and in front of the "clicks" of photographers during the fashion campaign. Brunet was assiduous in the layers of the magazines and considered the most beautiful mulatto of those born in Mato Grosso. During that World Cup in which she grew older, she locked herself in, for the national concealment, a geração that had brought a lot of twisted emotions, bringing together, among others, Zico, Falcão and Careca.

VASCO DAS PÁGINAS - ARREPIOU 'URUBU'

A data 26 de novembro de 1950 foi das mais gloriosas para a torcida vascaína. Nela, no Maracanã, a "Turma da Colina" sapecou 4 x 1 Flamengo, em jogo do
 Foi uma tarde "tardaça" para o atacante alagoano Ipojucan. autor de três balançadas de rede – Alfredo dos Santos também bateu no filó, em jogo apitado por Geoffrey Sunderland, um árbitro inglês que era chamado pela imprensa só por Mister Sunderland.
Ipojucan esteve tão incrível durante aquele "Clássicos dos Milhões" – rendeu Cr$ 415.467,00 – que os seus três tentos saíram em um espaço de seis minutos, aos 23, 28 e 29. Inacreditável, pelo tamanho do clássico e a rivalidade entre os dois times. Nunca mais ninguém fez igual.
 Ganhar por goleada naquela temporada, no entanto, era comum para o Vasco, que mandara 9 x0 Madureira. 7 x 0 Canto do Rio; 6 x 0 São Cristóvão e o mesmo 4 x 0 pra cima de Olaria e Fluminense. Por isso, terminou bicampeão estadual, com 17 triunfos, em 20 compromissos, marcando 74 gols.
O Vasco do pancadão, treinado por Flávio Costa, desceu a porrada em seu maior rival, formando com: Moacyr Barbosa, Augusto da Costa e Laerte; Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredo dos Santos, Manoel Marinho, o Maneca, Ademir Menezes Ipojucan Lins e Djayr Mazzoni, conquistadores do primeiro Estadual da "Era Maracanã".
OBS: Laerte, na verdade, chamava-se Nadidr Herlado Prates.
 
Vhe date November 26, 1950 was the most glorious for the Basque fans. In it, in Maracanã, the "Turma da Colina" sapecou 4 x 1 Flamengo, in game of the second round of the Carioca Championship.
It was a late afternoon for Alagoan striker Ipojucan, who scored three goals in the net - Alfredo dos Santos also hit the pitch in a game whistled by Geoffrey Sunderland, an English referee who was called by the press only by Mister Sunderland.
Ipojucan was so incredible during that "Classics of the Millions" - he earned Cr $ 415,467.00 - that his three goals came out in a space of six minutes, at 23, 28 and 29. Unbelievable, because of the size of the classic and the rivalry between the two teams. Nobody else ever did the same.
 
To win by thrashing that season, however, was common for Vasco, who had also sent Maduraira 9 x 0. 7 x 0 Canto do Rio; 6 x 0 Saint Kitts and the same 4 x 0 Olaria and Fluminense.

 So he finished two-time state champion, with 17 wins, in 20 appointments, scoring 74 goals.The Vasco do Pancadão, trained by Flávio Costa, came down in his biggest rival, forming with: Moacyr Barbosa, Augusto da Costa and Laerte; Ely do Amparo, Danilo Alvim and Jorge Sacramento; Alfredo dos Santos, Manoel Marinho, Maneca, Ademir Menezes Ipojucan and Djayr, conquerors of the first State of the "Era Maracanã".
DETAIL: Laerte, in fact, is called Nadir Heraldo Prates.




 


 

HIOSTORI&LENDAS DA COLINA - 7 X 1

O "placarzaço" no título acima passou a ser, constantemente, lembrado pelo torcedor brasileiro, por causa da sapatada levada pela Seleção, Brasileira, humilhada pelos alemães,  durante a Copa do Mundo-2014, em 8 de julho, no Mineirão, em Belo Horizonte.
Esta marca, no entanto, não é novidade para o glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. Já foi mandada pra cima de 10 adversários e é a sexta maior pancada numérica desferida pela rapaziada. Confira nesta reprodução do site do pesquisador Mauro Prais: 
VASCO.......  7 x 1   São Paulo-SP..........  25.11.2001 - Brasileiro         

VASCO........  7 x 1   Guarani-SP.............05.08.2001 - Brasileiro        

VASCO........  7 x 1   Goytacaz-RJ............31.10.1991 - Estadual        

Romário, em foto reproduzida de www.gazetapress.com.br
 (AGRADECIMENTO) fez três e usou camisa branca. 
VASCO.........  7 x 1   Portuguesa-RJ.......  02.03.1986 - Estadual        

VASCO.........  7 x 1   Volta Redonda-RJ....  30.10.1985 - Estadual        

VASCO.........   7 x 1   Operário-MS......... 14.03.1982 - Brasileiro       

VASCO..........  7 x 1   Madureira-RJ........ 17.04.1977 - Estadual        

VASCO.......... 7 x 1   Bonsucesso-RJ.......  03.10.1948 - Estadual        

VASCO........   7 x 1   São Cristóvão-RJ....  29.12.1938 - Estadual 

VASCO.........  7 x 1 Olaria................. 15.11.1937 - Estadual

 Se o time tricolor paulista com43 pontos, vencesse, ficaria pertíssimo do G-8 que valia vaga na fase seguinte, após mais duas rodadas. O Vasco, em 12º, tinha pouquíssimas chances de ir adiante depois daquele jogo, em São Januário.
O pega teve apito com Carlos Eugênio Simon-RS  e os gols vascaínos saídos por Gilberto, aos 18,  e Euller, aos 36 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário, aos  3, 21 e 25; Léo Lima, aos 23, e Dedé, aos  33,completaram o pancadaço. O visitante só marcou aos 55, ou 90.
O VASCO da partida alinhou:: Helton, Rafael (Ely Thadeu/Botti), João Carlos, Gélder e Gilberto; Jamir (Dedé), Donizete, Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário. Treinador: Paulo César Gusmão. O São Paulo apanhou por causa de: Rogério Ceni; Beletti, Júlio Santos, Emerson e Gustavo Nery; Fábio Simplício (Leonardo), Maldonado, Adriano (Alencar, goleiro) e Kaká; França e Luis Fabiano (Dill). Técnico: Nelsino Baptista.
OBS: Vasco x São Paulo rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940 e 7 x 1 é o maior placar desse encontro.


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

MUSA VASCAÍNA DO DIA - GATA DO SKATE

Estas é mais uma criação do site www.paixaovascao.com.br, que o "Kike" viu in "The Net". E, como sempre, tirou o chapéu para o artista desta página eletrônica que nos brinca com belas criações exaltando o sentimento vascaíno. A "Skatista da Colina"é  sexyssima e lhe envia saudações, esperando que 2018 seja mais profícuo para o "Almirante", que sairá em busca do seu 25º título do futebol do Rio de Janeiro, além de voltar à Taça Libertadores, da qual não participava há seis temporadas. Vamos lá, Vascão, na velocidade de uma skatista descendo uma rampa.

ÁLBUM DA COLINA - APAGOU ALVINEGROS

Foi o clássico do melhor ataque contra a melhor defesa do Campeonato Carioca-1956. Valeu pelo segundo turno, no Maracanã, em 25 de novembro, com os vascaínos mandando 3 x 2. Pinga, Livinho e Valdemar, nesta ordem, marcaram os tentos da "Turma da Colina", vendo-se nesta foto, clicada por José Santos, para o número 973m de 29.11.1956, de "Esporte Ilustrado", o lance em que Livinho bate na rede.
O prélio foi apitado por Frederico Lopes e o time vascaíno, treinado pro Martim Francisco, alinhou: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando Peçanha; Lierte, Livinho, Vavá, Valdemar e Pinga. Dali há quatro rodadas, o "Almirante" colocaria a faixa de campeão estadual, mais três vitórias e um empate, em campanha constante de 16 partidas saindo na frente do placar, quatro igualadas e só duas escorregadas. 
O ataque vascaíno, com tremendo poder de fogo, bombardeou as redes durante a caminhada pelo título em 58 oportunidades. No primeiro turno, havia ficado no 0 x 0, com os alvinegros.  
 
 
 


 

HISTRORI&LENDAS DA COLINA - BATEDOR

1 - Em 1931, os times espanhóis e portugueses eram batidos, facilmente, pelo Vasco, que excursionou ao Velho Mundo. Então, a "portugada" montou uma seleção à base de Benfica, Vitória e Casa Pia, para tentar segurar os vascaínos. Levaram 4 x 2, com Russinho fazendo a festa: três bolas na caçapa – Nilo mandou a outra. 

2 time cruzmaltino era treinado por Harry Welfare e deixou os lusitanos de quatro por conta de: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Bahianinho, Carvalho Leite, Nilo, Russinho e Mário Matos.
 
3 - Em 15 de julho de 1967, no primeiro minuto do segundo tempo, o zagueiro Brito cobrou pênalti,  em jogo da Taça Guanabara, virando o placar para Vasco 2 x 1 Fluminense. Significado do chute: ele terminou a temporada com sete gols na conta e, até 2 de outubro de 2011, manteve-se como o maior zagueiro-goleador cruzmaltino. Só foi superado 44 temporadas depois, por Dedé, em Vasco 2 x 2 Corinthians – ao final de 2011, Dedé chegou a 11 bolas na caçapa

4 - A data 15 de julho tem uma curiosidade. Nela, o Vasco empatou, em duas oportunidades, pelo mesmo placar, de 0 x 0, com um mesmo adversário nascido na colônia italiana de São Paulo e que, para o segundo encontro, apresentou-se com um outro nome. Em 1937, em uma quinta-feira, encarou o Palestra Itália, amistosamente,  na capital paulista. Em 1951, o adversário já se chamava Palmeiras e o duelo valeu pela Copa Rio, em um domingo, no Maracanã. Motivo da troca de nome: durante a II Guerra Mundial, os italianos eram inimigos dos brasileiros.

5 – Mesmo goleando o Madureira, por 4 x 2,  pelo Campeonatoo Carioca-1951, os vascaínos ficaram igualados ao Bangu, ao fnal da sétima rodada, com o mesmo número de jogos (6), vitórias (5); derrotas (1); pontos ganhos (10) e perdidos (2). Mas os banguenses eram os lídedres, por terem marcado um gol a mais (16 x 15). O “Almirante”, no entanto,  mantinha melhor saldo de gols (9), contra 6 dos rivais.  Vasco 5 x 2 Madureira rolou em 23 de setembro, em São Januário, com Edmur sendo o “cara da tarde”, mandando três bolas ao filó – Friaça e Maneca fizeram os outros dois, com 4 x 2 sendo o placa r da primeira etapa. A moçada do dia foi: Barbosa, Augusto e Clarel; Alfredo, Ely e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Edmur, Maneca e Friaça.    

                                      

 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

MUSA CRUZMALTINA DO DIA - LA BELA JAM

Campeoníssima, absoluta, de visitas ao "Kike", a gloriosa Jam é uma das mais inteligentes e ativas modelos do pais. Ela não só torce pelo Vasco da Gama, como, também, gasta a sua energia como atleta,  saindo na porrada e vencendo nos rinques de luta livre. Seguramente, se Portugal imaginasse que esta lindíssima musa vascaína iria nascer na Terra de Santa Cruz, com certeza, o Rei Don João I teria passado a perna mais cedo nos espanhóis, assinando o Tratado de Tordesilhas, e Don Manuel, o Venturoso,  convocado  o almirante Vasco da Gama, rápidão, para passar as coordenadas a Pedro Alvares Cabral e achar, o quanto antes, as praias onde a beleza morena de Jamila reina. Confere?
 
Campeonísima, absolute, of visits to "Kike", the glorious Jam is one of the most intelligent and attentive models of the country. She does not just twist Vasco da Gama hair, as, too, she spends her energy as an athlete, hanging out and winning in the freewheel rides. Surely, if Portugal imagined that this very cute Basque muse would be born in the Land of Santa Cruz, as surely, King Don João I would have signed, as early as, the Treaty of Tordesillas, such as Spain, and Don Manuel, the Venturoso, summoned Admiral Vasco da Gama, fast, to pass the coordinates to Pedro Alvares Cabral and find, as before, the beaches where the beautiful beauty of Jamila reigns. Do you hurt? 
        REPROZIDA DE WWW.MODELSTPO.BLOGSPOT.COM.BR
 
 
 

HISTORI&LENDAS VASCAÍNAS - 6º-FEIRA-13

Célio, Saulzinho e Lorico
 1 - Em junho de 1964, a sexta-feira-13 foi de muita sorte para os vascaínos. Eles mandaram 5 x 0 Olaria, pelo segundo turno do Campeonato Carioca, em prélio disputado no acanhado estadinho botafoguense da Rua General Severiano. 
 
3 -Naquele dia, quem aprontou foi a  “Dupla do Barbante, formada por Célio Taveira Filho e Saul Santos Silva. O primeiro, paulista, de Santos,  saiu três vezes para o abraço, e o outro, gaúcho, de Bagé, só uma –– houve, ainda, um gol contra.
 
4 - O o treinador vascaíno era o antigo "xerifão" Ely do Amparo e o time alinhou: Levis (Ita); Joel Felício, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário ‘Tilico’, Célio, Saulzinho e Zezinho. 
 
5 - Uma outra sexta-feira-13 em que o Vasco se deu bem foi na de 2009. Diante de 52.985 torcedores (52.237 pagantes) que pintaram no Maracanã,  conquistou, antecipadamente, o Campeonato Brasileiro da Série B, vencendo o América-RN, por 2 x 1, valendo pela 36ª rodada da Segundona. Foi vitória de virada, o destino vascaíno. Dorival Júnior era o treinador e a sua moçada foi: Fernando Prass; Fagner (Aloísio), Vílson (Philippe Coutinho), Titi e Ramon; Nilton, Souza, Ernani (Fumagalli) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Élton.
                     FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE

TRAGÉDIAS DA COLINA - TREINADOR VAVÁ

Vavá foi bicampeão das Copas do Mundo-1958/1962 e deixou na história delas nove balançadas de redes. Durante as suas 67 temporadas de vida, ele gerou quatro fihos e fez muitos amigos e fãs. Mas saiu dela carregando uma mágoa de jamais ter sido convidado pelos cartolas do Vasco da Gama para dirigir o time de São Januário – grande sonho.
Quando trocou o Vasco pelo Atlético de Madrid, Vavá  jogou,
de novo, contra os velhos rivais botafoguenses, Mané Garrincha
 e Didi, colegas na Seleção Brasileira-1958/1962.
Vavá tornou-se vascaíno pelo final de 1950, e de lá saiu tendo ajudado o "Almirante" a conquistar três títulos estaduais – 1952/56/58.
 Também, jamais negou ser torcedor cruzmaltino – vestiu, ainda, as camisas de  América, Íbis e Sport-PE; Palmeiras; Atlético de Madri e Elche-ESP; América e Toros Naza-MEX; San Diego Toros-EUA e Portuguesa-RJ.
A carreira de Vavá como treinador começou por auxiliar de Telê Santana, na Seleção Brasileira.
Ele dirigiu o time da garotada júnior, durante o Mundial-1981, e equipes do exterior, como o Córdoba, da Espanha, onde foi considerado o melhor treinador que passou pelo clube. Mas isso não lhe fazia a cabeça.
O que Vavá queria memo era treinar o time do seu coração, o Vasco. Segundo a sua mulher, Miriam, nunca ter sico convidado pelos dirigentes vascaínos o incomodava bastante, sem eus últimos tempos de vida.
Vavá partiu para um outro plano, deixando dívidas, por causa de locatários de seus imóveis que não pagavam taxas, como IPTU, por exemplo.  Para liquidar as dívidas, foi obrigado a vender a camisa usada durante a Copa do Mundo-1958, arrematada pela CBF, durante leilão, em Londres, ao custo de R$ 80 mil, dos quais só a metade chegou à sua mulher, devido taxas e impostos. 
Bem que os cartolas da Colina poderiam darem uma chance a Vavá, pois o fizeram com Ademir Menezes, Paulinho de Almeida e Ely do Amparo, velhos companheiros do "Leão da Copa".
         FOTO REPRODUZIDA DO ARQUIVO DO JORNAL DE BRASIIA   

                              

domingo, 3 de dezembro de 2017

VASCO DA GAMA 2 X 1 PONTE PRETA

   A 'Turma da Colina" fez a sua parte. No entanto, em Salvador, um zagueiro do Vitória fez uma falta, desnecessária, na entrada da área, no último minuto de jogo, e um outro colocou a mão na bola, que ia para fora, durante a cobrança, pelo alto, oferecendo a vitória ao Flamengo, de virada.
 Se o jogo terminasse igualado, o Vasco estaria na fase de grupos da Taça Libertadores. Agora, com 56 pontos, vai para uma disputa eliminatória, com o mesmo número de pontos dos rubro-negros carioca que levam vantagem pelo critério de aproveitamento técnico? 11 x 7 em gols.
Reprodução do site amigo www.paixaovascão .com.br
Quanto ao jogo em São Januário, o "Almirante" construiu a vitória com um gol em cada tempo. No primeiro, Paulinho abriu o placar, aos 27 minutos. No lance, ao receber passe de Nenê,  pela direita, o ala Yago Pikachu alçou a bola na área, tendo Paulinho levado a melhor sobre o lateral Nino Paraíba, cabeceando a bola para o canto direito do goleiro Aranha.
No segundo tento, as 28 da etapa final, Evander bateu ao gol, Aranha espalmou e Mateus Vital pegou a sobra e não perdoou.
 Houve ainda, na etapa inicial, um pênalti desperdiçado por Nenê, que acertou a base do poste esquerdo defendido pelo goleiro ponte-pretano. 
Assim, depois de seis temporadas, o Vasco está de volta à Libertadores. Pode, até, ir para a fase de grupos, caso o Flamengo conquiste a Copa Sul-Americana, no próximo dia 13, diante do argentino Independiente.
 Em 37 confrontos contra a Ponte Preta, a estatística, agora, fica com 12 vitórias vascaínas, três a mais do que a "Macaca", 16 empates e nove escorregadas.
Imagem reproduzida de www.crvscodagama.com.br. Agradecimento.
FICHA TÉCNICA - 03.13.2017 (domingo) - VASCO 2 x 1 PONTE PRETA. 38ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Rafael Traci-PR. Público:20.714 pagantes (22.076 presentes).  Renda. R$ 1.178.345,00. Gols: Paulinho, aos  27 min do 1º tempo;  Mateus Vital, aos 28, e Lucca, aos  43 min do 2 º tempo. Vasco da Gama: Martín Silva;  Madson (Eder Luís), Anderson Martins, Paulão e Gilberto;  Wellington, Evander (Jean), Yago Pikachu, Nenê (Mateus Vital) e Paulinho;  Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo. PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Luan Peres e Jeferson; Wendel (Naldo), Elton, Léo Artur (Saraiva) e Danilo Barcelos (Claudinho);  Lucca e Léo Gamalho. Técnico: Eduardo Baptista

HISTORI&LENDAS DA COLINA - VAVÁZAÇO

 Se o Vasco da Gama é o “Time da Virada”, o centroavante Vavá fica sendo o “Artilheiro da Virada”.
 Ele marcou os dois gols que colocaram a Seleção Brasileira na frente da sueca, na final da Copa do Mundo-1958, quando os donos da casa abriram o placar, com três minutos de bola rolando, para terminarem caindo, por 5 x 2.
"Matador" refinado, com classe 
 Foram dois cruzamentos de Mané Garrincha e duas entradas rápidas, como um raio, de Vavá, batendo na rede, aos nove e aos 32 minutos.
Vavá voltou da Suécia chamado pela imprensa por “Leão da Copa”, tal fora a sua raça demonstrada. Pouco depois, teve o seu passe (antiga modalidade de vendas) negociado, pelos vascaínos, com os espanhóis do Atlético de Madrid.
Em 1962, ele estava, novamente, no time canarinho, sendo bi (como palmeirense) e totalizando nove gols em duas participações em Mundiais.
No cineminha reproduzido da revista carioca “Esporte Ilustrado”, o goleador aparece em seus grandes tempos cruzmatinos apronta contra a defesa da Portuguesa carioca, em 21 de outubro de 1956, quando marcou dois gols nos 5 x 0 mandados pelo "Almirante" pra cima da "Lusa da Ilha do Governador".

If Vasco da Gama is the "Time of the Road", Vavá's centerpiece becomes the "Wicker of the Road".
 It was he who scored the two goals that placed Seleção Brasileira in the Swedish front at the end of the World Cup 1958 when the home owners opened the placar, like three minutes of rolling ball, but we would end up falling by 5 x 2 .
There were two crossings of Mané Garrincha and two quick inputs, such as a ray, for the "matador" pernambucano to hit the net, at nine and at 32 minutes.
Vavá came back from Sweden called, for her imprint, for "Lion of the Cup", such had been her demonstrated race. Shortly thereafter, I have your pass (old sales method) negotiated, cowboys, like the Spaniards of Atlético de Madrid.
In 1962, I was once again, no time canarinho, being bi (like Palmeirense) and totaling nine goals in two World Cup participations.
In the reproduced cinemade of the Carioca magazine "Esporte Ilustrado", Vavá appears, in its great cross-border times, facing the Portuguese-RJ defense, on October 21, 1956, when he scored two goals in the 5 x 0 mandates by "Admiral" in "Lusa da Ilha do Governador".