Vasco

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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

ALMIRANTE VASCO DO REI E DA GAMA

Dom Manuel  intitulava-se, "pela graça de Deus”, Rei de Portugal e de Algarves, neste e no outro lado do mar, na África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia Índia” e tinha a obsessão de banir o islã do planeta.
Reprodução de www.biography.com
Devido àquela loucura, ele decepcionou-se com a falta de liderança de Pedro Alvares Cabral e o relegou ao ostracismo.
Para dominar o comércio das Índias, só via um macho: Vasco da Gama que, desde os cinco de idade, já fazia parte da Ordem de Santiago, matadora de milhares de “infiéis”, pela ótica da igreja católica, em nome da fé cristã.
Pedro Álvares Cabral viajara levando no bolso do colete as informações de Vasco da Gama sobre a sua descoberta do caminho marítimo para as Índias.
 Por incompetência náutica, veio parar no Brasil, que achou ser uma ilha. Por aqui, nem pisou um pé no chão. Tempinho depois, Dom Manuel mandou Vasco da Gama voltar e fazer o que fosse preciso para ele libertar a Terra Santa, após limpar o comércio das Índias dos muçulmanos.
 O Vascão foi cruel, impiedoso. Bombardeou, matou, enforcou, pirateou, fez vassalos e levou para Portugal as riquezas que o rei queria, transformando a inexpressiva Lisboa no novo centro comercial da Europa, deixando Veneza para trás.
Com todo este bolão jogado durante a crueldade da conquista – antigamente, era assim – Dom Manuel deu-lhe o título de “Almirante da Índia”, podendo usar o “Dom. A formalização ocorreu em 30 de janeiro de 1502, na catedral de Lisboa. Mais tarde, ele tornou-se Conde de Vidigueira e Vice-Rei da Índia.
Como Vasco da Gama deu as coordenadas para Cabral descobrir o Brasil na Bahia, por isso, baiano é muito macho. Vai à casa do desafeto, mete a mão na cara dele e ainda derruba seu treinador. Quando o juiz e o bandeirinha não ajudam, até goleiro pegador de pênaltis vira aluno do Mureta. Que Deus tenha piedade de vocês. Joel Sanana taí aí na esquina, pois é sempre chamado para tais ocasiões, na Gávea.

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